jan 132010
Praia de Waikiki, pertinho do hotel que estamos

Praia de Waikiki, pertinho do hotel que estamos

Do avião a gente já conseguia ver a vista maravilhosa das ilhas havaianas. Mesmo com tendências a enjôos não pude resistir em dar uma olhadinha no visual lá em baixo. Azul turqueza, sem igual, com várias manchas de tons diferenciados e a areia branca dando o contraste nos recortes das praias. Foi como sobrevoar as fotografias de paisagens paradisíacas que a gente tinha visto antes, pela internet.

Quer coisa mais japonesa que Udon?

Quer coisa mais japonesa que Udon?

Chegamos com um sol de rachar, a 1 hora da tarde, muito cansados da viagem, mas com toda a disposição do mundo para descobrir o grande Havaí. Andamos por várias ruas de Waikiki, fomos à praia, comemos comida japonesa e resolvemos voltar para o hotel para descansar.

Eu estou tendo uma dificuldade enorme para me concentrar neste post, de tão passada que eu estou. Não dormimos na noite anterior, estou com aquela sensação de estar sonhando acordada, ouvindo um zumbido distante na cabeça.

Acabou que a gente nem postou sobre a nossa noitada no aeroporto de Seattle durante a madrugada. Foram 9 horas no aeroporto vazio. Tudo fechado e silencioso. A gente até dormiu em uns sofazinhos que encontramos por lá. Que internet que nada, a gente queria mais era esticar o corpo.

O hotel que a gente está, como eu imaginava, é beem meia boca. Quartinho pequeno, custou o dobro do hotel em Orlando e tem a metade da qualidade. Fazer o que, estamos no Havaí, no famoso Waikiki!

A vista do hotel é bonita.. O hotel, bom, deixa pra lá..

A vista do hotel é bonita.. O hotel, bom, deixa pra lá.. Dá para ver o mar daqui!

Na praia tava tendo um show ao vivo, com algumas apresentações de danças havaianas, não ficamos muito tempo, estávamos cansados demais. E parece que tem durante toda a temporada.

Apresentações de danças havaianas durante a temporada aqui em Honolulu

Apresentações de danças havaianas durante a temporada aqui em Honolulu

A cidade está lotada. Uns 80% são japoneses, mais do que eu imaginava. Alguns restaurantes têm os menus apenas em japonês. Ainda bem que eu ainda lembro alguns hiraganas, pelo menos dá para saber se é de comer ou não.

O Franky foi de sushi, ele adora!

O Franky foi de sushi, ele adora!

Na Flórida, tudo é em inglês e espanhol. Aqui, até o Burger King é em inglês e japonês. Eu estou me sentindo uma verdadeira nativa, pela primeira vez na vida.

O sonho já começou. Amanhã estaremos um pouco mais acordados e descansados para olhar tudo de perto.

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12 Respostas to “O sonho já começou”

  1. Fabiana Umetsu disse:

    Super legal !!! Que bom que vocês chegaram bem ! Lembro que na minha viagem de volta da Europa para o Brasil, tivemos que dormir no aeroporto da meia-noite até cinco da manhã. As cadeiras do aeroporto tinham apoios de braço fixos, então fiquei deitada de lado, de frente para o apoio para os braços, que estava na minha barriga, com metade do corpo encurvada e apoiada em uma cadeira, e a outra metade apoiada em outra cadeira, em formato de “C”. “Super-confortável” (até parece) !

    • Loo disse:

      Como o aeroporto estava vazio, conseguimos um sofá de couro super confortável, aliás, dois, um para cada um, daqueles que parecem 3 almofadas quadradas grudadas. O Franky dormiu de montão. Eu, nem tanto.. e estava super frio, acho que o ar condicionado estava ligado, apesar de estar uns 10 C. Agora são 7 da manhã aqui, acabamos de acordar, são 8 horas de diferença daí.

  2. Que maravilha.. realmente é um sonho isso.. vou acompanhar a saga de voces.. tudo vai dar certo pra vcs… e Udon.. afff fiquei com vontade vou ter que ir num japa hj aqui em sampa comer Udon.. pela cara tava mto bom hehe.. boa sorte !

    • Loo disse:

      Tava ótimo. Eles têm a versão japonesa e a americana. A americana é feita com um macarrão mais fino, do tipo miojo e tem mais gordura, carne de porco. O verdadeiro udon tem que ser este mais grosso. Tava uma delícia, ainda mais com a fome que a gente tava! Abraços, Ronaldo!! : )

      • Brimo disse:

        Essa versão americana parece mais o tradicional Lamen, a base de caldo de ossos de porcos, cozidos por 24hs; o fedor do cozido vc sente antes de avistar o restaurante, mas é bom.

        Tou achando que se vc está em área de japas, está em área cara. O custo das coisas no jpn é elevadíssimo, logo, japa é sem noção pra dindin, e são considerados eldorados ambulantes pros comerciantes. Isso sempre me aborreceu um pouco: a cara de japa sempre atrapalhou as negociações… Áreas com menos japas certamente sairão mais em conta, ou com mais qualidade pelo mesmo preço.

        E aí, deu pra usar os chinelos havainas aí?

        • Loo disse:

          Tem Chinatown que a gente não foi ainda, mas eu prefiro a comida japonesa, é menos gordurosa.. Aqui é a área mais turística de todo o Havaí. Começamos por aqui porque é mais fácil de se localizar. Depois a gente vai indo para os outros cantos.. Mas tem vários preços para todos os bolsos. Aqui 80% do povo é oriental.

          Eu só trouxe um sapato e 1 chinelo havaiana, já até tirei foto, não postei ainda..

  3. Fabiana Umetsu disse:

    E os surfistas? Tem muitos, ou é só propaganda??

    • Loo disse:

      Por enquanto eu só vi turistas japoneses e americanos. Aqui em Waikiki é mais para turistas. Surfistas ficam mais no norte da ilha, não fomos para lá ainda. Estamos explorando primeiro a área do hotel. Aqui tem aulas de surf para turistas, aluguel de pranchas de surf, mas não profissionais.

  4. Dani Konda disse:

    Oi Lu! Que legal essa aventura de vcs! Boa sorte no Hawai!!!

  5. Marquinhus disse:

    Loo! É isso mesmo! O hostel onde fiquei fico pertinho d prédio em frente ao seu! Pelo menos eu acho que sim! hahaha. Aí é o que falou: 80% japoneses misturados com coreanos…hehehe. Tem umas baladas interessantes aí mas nada é muito barato. Já que vai ficar bastante aí, vai perguntando pro povo. Cuidado, não pode beber nada alcoólico nas ruas…hehehe. Foda! Boa viagem, blogviagens.

    • Loo disse:

      É esse hotel mesmo, eu vi o hostel que vocês ficaram! Fica tudo perto! As baladas ficam pra depois, Marquim, primeiro a gente tem que se organizar por aqui. As coisas são bem mais caras aqui em Waikiki, mais pra frente a gente vai descobrindo os “esquemas”. É um saco este negócio de não beber nas ruas, né? Mas já estamos acostumados, a Flórida e o resto dos Estados Unidos têm esta chatice.. A gente adorou andar à noite aqui pelas ruas, tá lotado, muita coisa interessante para ver.

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