
Sambistas brasileiras no Mardi Gras de Honolulu
Enquanto no Brasil tem o Carnaval, aqui nos Estados Unidos comemora-se o Mardi Gras, ou Fat Tuesday. O Mardi Gras mais famoso é o de New Orleans, o daqui foi uma mistura entre carnaval brasileiro e Mardi Gras.
Carnaval que nem o do Rio de Janeiro o mundo inteiro sabe que não existe, mas aqui teve um pouquinho de tudo, no canto mais afastado do mundo. O samba se misturou com os colares coloridos distribuídos no Mardi Gras e transformou as ruas do centro de Honolulu em uma multidão de foliões.
O desfile começou em um evento paralelo, no shopping Aloha Tower com o samba da Cerro Negro e Samba Axé Brazilian Dance (li os nomes no folheto) e continuou no centro da cidade, com um evento muito grande, um dos maiores durante o ano todo. Foram fechados alguns trechos das ruas e montados alguns stands, entre eles o Rio Sambadrome.
Os brasileiros apresentaram capoeira, um grupo até grande, que eu nem sabia que tinha aqui em Honolulu, desfile com samba e dançarinas, música ao vivo e muito carnaval. Eles colocaram um telão mostrando o carnaval do Rio de Janeiro e Salvador, apresentado pela Rede Globo. Teve até caipirinha sendo vendida por americanos.
É engraçado ouvir os comentários entre os americanos sobre o carnaval brasileiro. Muitos sabem do que se trata e explicam para os outros que não tem certeza. Vi muita gente parada e olhando a multidão do Rio de Janeiro pelo telão, tentando entender como era possível tanta gente.

O samba começou comportado, no shopping Aloha Tower Marketplace.

Samba no shopping Aloha Tower.

Apresentação de capoeira pelo grupo de brasileiros.

O pessoal começou com a tradicional "Paranauê Paraná"...

Telão mostrando o carnaval do Rio pela TV Globo.

A bandeirinha marcou presença no Mardi Gras havaiano.

Banda local, excelente apresentação em um dos palcos.

Pessoal fantasiado pelas ruas de Downtown Honolulu.

O pessoal caprichou no visual, tinha de tudo neste carnaval.
Tudo lotado, como era de se esperar, vários palcos com músicas de estilos diferentes. O que mais gostamos foi de uma apresentação de uma moça tocando ukulele de 8 cordas. O som do intrumento preencheu toda a avenida, o pessoal dançava e aplaudia.
Eu nunca pensei que tivesse tanto brasileiro nesta cidade. A gente vê todos os dias por aí, mas todos reunidos assim no mesmo lugar eu achava que era só em Orlando. As ruas estavam é verde e amarelo.
A quarta-feira de cinzas vem para acalmar o pessoal. Após a ressaca do carnaval, vem a hora de colocar os pés no chão e mãos à obra.
















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