fev 222010
Pagamos 13 dólares pelo nosso ukulele. Vimos o mesmo por $50 em uma loja.

Pagamos 13 dólares pelo nosso ukulele. Vimos o mesmo por $50 em uma loja.

De tanto a gente ver ukuleles por aí, acabamos comprando um por 13 dólares (após pechincha) nos “camelôs” do International Marketplace, aqui em Waikiki. É mais difícil tocar este instrumento do que a gente imaginava, estamos pegando umas aulinhas pelo YouTube. Basicamente é um mini-violão, mas faltando 2 cordas.

O mais difícil por enquanto está sendo afinar o ukulele. Tem na internet umas ferramentas de afinação, mas tem vários tons diferentes, não é tão simples assim. E com um instrumento tão barato (que foi o que a gente comprou), a gente fica com medo de arrebentar as cordas. Um ukelele bom não custa menos de 100 dólares.

Aproveitamos para passear pelas feirinhas do International Marketplace. Domingo não é o melhor dia para pegar ônibus e sair por aí porque, como em todo lugar, tem menos ônibus e se perdermos, já era. Reparamos que estava bem menos lotado do que os outros dias. É engraçado ver os donos das lojinhas dormindo no balcão. Isso sempre acontece, várias pessoas entram e saem das lojas e eles continuam dormindo.

Ukulele bom, de $100, na loja do International Marketplace.

Ukulele bom, de $200, na loja do International Marketplace.

Ukulele que a gente comprou, para aprender a tocar.

Ukulele que a gente comprou, para aprender a tocar.

Camisa havaiana tamanho gigante no International Marketplace.

Camisa havaiana tamanho gigante no International Marketplace.

Conchas à venda por $2.50, com desenhos gravados.

Conchas à venda por $2.50 cada, com desenhos gravados.

Este artista desenha as letras do seu nome com temas havaianos.

Este artista desenha as letras do seu nome com temas havaianos.

Custa $1 por letra. Muito bonito, uma verdadeira obra de arte.

Custa $1 por letra. Muito bonito, uma verdadeira obra de arte.

Reparamos também que, em qualquer que seja a situação, mesmo entre o pessoal residente aqui, o grupo americano (ou havaiano) não se mistura muito com o grupo de japoneses ou chineses. São que nem água e óleo. Os valores são diferentes, os costumes. Não imagino como seja em uma empresa grande ou nas escolas.

Pensamos em talvez alugar uma scooter (aquelas lambretas) algum dia destes para passearmos no norte da ilha. Ou talvez, se gostarmos, até comprar uma, usadinha, só para quebrar um galho. Para não ficarmos dependendo do ônibus que leva tempo demais para chegar nos lugares. Isso é só uma idéia, ainda temos que pensar no assunto.

Por enquanto estamos nos preparando psicologicamente em acordar cedo, às 6 horas da manhã, na quarta-feira para finalizar o processo de renovação do meu Green Card. É só tirar as impressões digitais, mas temos que estar lá às 9 horas da manhã. E ir de ônibus. Significa sair bem antes das 9. A gente detesta estas obrigações burocráticas, mas tem que fazer, tem que fazer.

A gente vai ter que tirar algum som do tal do ukulele que a gente comprou. Os vizinhos que aguentem!

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4 Respostas to “Nas 4 cordas do ukulele”

  1. Marquinhus disse:

    Amanheceu, peguei a viola, botei na sacola e fui viajar! hehehe. Queria ver vocês tocando! hehehe. Aquele artista que pinta as letras, tem quase no mundo todo Loo. Aqui também rola mas cada um com seu talento, claro. Achei muito bacana isso. Escreveu alguma coisa?

    • Loo disse:

      Tô ligada, Marquim, aqui em Waikiki tem uns 3 artistas que escrevem o nome deste jeito. É tipo uma franquia dos artistas, é a mesma técnica, mesmo material! A gente não mandou escrever nada não, somos muito mãos-de-vaca. A gente tirou foto para copiar em casa (brincadeirinha!). Se der vamos levar o ukulele para Rio Preto, aí você toca Guns´n Roses para a gente! Ahuhaua!

  2. rodrigo disse:

    gostaria de saber como posso conseguir um ukulele bom e com preço acessivel? obrigado!

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Kailua, Kalua e Kahlua. A praia é de todos, pobres ou não.
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