
Robson Fernandes Blues Band e a Série Jazz&Blues - As Linguagens do Blues
Estou muito satisfeita com a programação gratuita de música e teatro do novo teatro do Sesi. Ontem assistimos ao show do quarteto Robson Fernandes Blues Band em São José do Rio Preto. Fomos de táxi, pagamos 10 reais, voltamos à pé.
O show encerrou o circuito Sesi Interior. Rio Preto foi a última apresentação entre as 6 cidades do estado de São Paulo em uma excelente performance. O grupo apresenta uma ‘viagem’ pelo blues, passando por vários ritmos e estilos da história do blues. Um repertório que não tem como não agradar a todos.
Sinceramente, eu gosto de todos os estilos do blues, mas ainda prefiro aquele clássico down mais lento. Muitos dizem que são todos iguais, com a mesma batida e letras parecidas, mas ainda é o que eu mais me identifico (principalmente em dias chuvosos). O blues alegre e até dançante é o que agrada a maioria.
Blues me lembra os bons tempos do bar Delta Blues, em Campinas. Mas, pensando bem, bandas boas como essa merecem um público como o de ontem, do teatro do Sesi, sentados, 300 pessoas assistindo ao concerto. Shows em bares fechados, além da nuvem tóxica dos cigarros (hoje eu acho que proibiram fumar dentro dos bares), fica sempre uns bêbados na frente do palco para o desgosto dos músicos.
Voltando ao ‘plano caipira’, de morarmos na chácara em Guapiaçu, estamos indo, finalmente, hoje, depois de termos feito algumas pequenas melhorias nos pisos da casa e uma limpeza geral em tudo. As viagens serão agora pelo pomar e plantas da chácara.
Não sabemos como será. Não levaremos a Lua, a nossa cachorrinha, para dormir lá ainda. Não sabemos quanto tempo iremos aguentar ficar no meio do mato. Não sabemos de nada.
Só sei que já estamos planejando aquela viagem pelo nordeste brasileiro. O Franky só ouviu comentários ruins sobre a cultura nordestina, está até com medo. Mas antes talvez iremos renovar as energias em São Tomé das Letras, Minas Gerais.
















Como já dizia Sócrates, “só sei que nada sei”. E isso basta!