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  • Custo de vida nos Estados Unidos

    O custo de vida varia de acordo com o lugar, a pessoa e o estilo de vida.

    O custo de vida varia de acordo com o lugar, a pessoa e o estilo de vida.

    Muita gente tem curiosidade sobre este assunto. Qual o custo de vida nos Estados Unidos?

    É muito difícil avaliar sobre o custo de vida. É a mesma coisa que perguntar qual é o custo de vida no Brasil. Depende da cidade, do estilo de vida, da personalidade de cada um.

    Só para ter uma idéia, se você gasta, vamos dizer, mil reais por mês no Brasil, em Orlando (Flórida) você gastaria uns 1500 dólares. Em Nova Iorque ou Honolulu (onde a gente está agora), uns 2500 dólares por mês. Orlando e a região do Texas são uns dos lugares mais baratos de se viver nos Estados Unidos. Nova Iorque, Boston e Honolulu, as mais caras.

    Aqui em Honolulu estamos tentando manter mais ou menos a mesma faixa de gastos por mês que a gente tinha em Orlando. Reduzimos o apartamento pela metade do tamanho, agora a gente mora em uma kitnet (studio), antes a gente morava em apartamento grande de um quarto.

    Não temos carro aqui, não pagamos vaga na garagem aqui (que é cobrado à parte). Com isso a gente não paga seguro obrigatório do carro também, que a gente pagava em Orlando.

    O studio que a gente mora é minúsculo. A gente jamais moraria em um lugar assim se não estivéssemos apenas de passagem, meio de “férias”.

    A nossa cama de casal é no estilo Murphy, daquelas que você dobra na parede para fazer mais espaço. A sala, que também é cozinha e quarto é bem pequena, mal cabe nós 2 de braços abertos com os móveis (exagerando um pouco).

    Mesmo sendo tão pequeno, o nosso studio está à venda por 119 mil dólares. Com este preço você quase compra uma casa em Orlando. Não acho que seja um investimento que compense tanto, mesmo sendo em Waikiki, no bairro mais valorizado do Hawaii.

    A gente paga 850 dólares por mês aqui (aluguel mais barato aqui não existe) com tudo incluso (eletricidade, água e condomínio). A dona do imóvel tem que pagar todo mês uma taxa de 400 dólares de manutenção do prédio (que inclui elevador). Ou seja, ela recebe da gente apenas 450 dólares por mês.

    Vimos no CNN (jornal americano) que os americanos precisam ganhar uma média de 5000 dólares por mês para terem uma “vida feliz” aqui nos Estados Unidos. A gente vive quase que “miseravelmente” comparado com o estilo de vida americano (antes da crise).

    Americano tem que pagar prestações da casa, do carro, seguro de saúde, do carro, de vida, da casa, plano odontológico, remédios (a maioria tem algum problema de saúde), escola para os filhos, faxineira, jardineiro, planos de saúde para os filhos e assim por diante. Sem contar com as despesas de lazer, que é bem caro.

    Para morar bem aqui em Honolulu você tem que ser rico.

    Para morar bem aqui, em Honolulu, de verdade, você tem que ser rico.

    É interessante calcular quanto vale o seu dinheiro em países diferentes.

    É interessante calcular quanto vale o seu dinheiro em países diferentes.

    Este mesmo maço de dólares vale muito mais no Brasil.

    Com esta mesma quantia você compra muito mais no Brasil do que aqui.

    Enfim, morar nos Estados Unidos não é para qualquer um. A gente, que trabalha (ou tenta) pelo internet, mal paga as despesas do mês da nossa vida de pobre aqui. É por isso que estamos pensando seriamente em morar um tempo no Brasil. Recebendo em dólar pela internet, talvez no Brasil teremos uma qualidade de vida um pouco melhor.

    O Franky, que só esteve no Brasil uma vez, não vê a hora de mudarmos de vez para lá. Ele, que é alemão, estava acostumado a gastar muito mais na Europa. Porque, se aqui nos Estados Unidos é caro, imagina lá.

    Não estamos reclamando, é só uma “reflexão monetária”. Estamos completando 5 anos de Estados Unidos, já deu para “sofrer” bastante por aqui. É o preço que se paga para ver o outro lado da moeda.

  • Hotel Barato em Orlando

    Imperial Swan Hotel, o hotel mais barato que encontramos em Orlando

    Imperial Swan Hotel, o hotel mais barato que encontramos em Orlando

    E não é que chegou a hora? Deixamos de vez o nosso apartamento em Orlando!

    Com uma carona valiosíssima do nosso amigo Nori, chegamos rapidinho no hotel Imperial Swan, na International Drive com a Kirkman, ponto super turístico aqui, perto de tudo.

    Orlando e Las Vegas são as cidades com os hotéis mais baratos nos Estados Unidos. O preço que pagamos pela diária no hotel foi mais barato que um dia de aluguel que a gente pagava no apartamento.

    A gente esperava bem menos do hotel, já que foi o mais barato que encontramos, por 30 dólares. Mesmo sendo 2 estrelas, o hotel é bem satisfatório, camas confortáveis, aquecedor funcionando bem (precisamos, foi uma das noites mais frias aqui).

    Aproveitamos para comemorar também a nossa última noite em Orlando. Eu não tenho certeza, mas tenho a impressão de que nunca voltaremos para cá. Ficamos tempo demais, temos muitos lugares para conhecer. E também a gente enjoou, não tinha mais nada que a gente tivesse interesse aqui na Flórida. Vimos quase tudo, o suficiente.

    Como estava muito frio para ficar passeando, aproveitamos e assistimos a vários filmes. Na verdade a gente já tinha assitido todos, até o último episódio do Flap Jack, do Cartoon Network, pela internet. Mas foi uma boa desculpa para tomarmos um bom Mojito (bebida de hortelã, limão e rum) com batatas fritas no quarto.

    Os móveis são meio antigos, mas também, com este preço...

    Os móveis são meio antigos, mas também, com este preço...

    O hotel tinha até um bar, mas estava vazio por causa do frio.

    O hotel tinha até um bar, mas estava vazio por causa do frio.

    O quarto é para até 4 pessoas. Um ótimo negócio para família.

    O quarto é para até 4 pessoas. Um ótimo negócio para família.

    Tinha até uma vista para a piscina, pena que estava tão frio.

    Tinha até uma vista para a piscina, pena que estava tão frio.

    Estamos agora no aeroporto em Orlando e, graças ao Google, estamos online. O Google deu de presente internet de graça nos principais aeroportos dos Estados Unidos, incluindo os 3 que estaremos durante todo o dia de hoje e amanhã (Orlando, Atlanta e Seattle).

    O aeroporto tá bem cheio, não sei se o pessoal tá indo ou chegando. Muitos ingleses e asiáticos.

    Temos 4 horas ainda para esperar o check in e isso é só o começo. O Franky já até começou a ler o livrinho que a gente comprou na biblioteca, aqueles de bolso. Pelo menos aqui não está frio, não sei se eles tem aquecedor ligado.

    Esta semana foi uma das semanas mais frias na Flórida, está aparecendo nos noticiários direto sobre as plantações de laranjas que ficaram congeladas durante a madrugada. No final de semana parece que vai esquentar. E quando esquenta, é de torrar.

    E assim começa o nosso passeio pelos aeroportos. Vamos passar mais tempo nos aeroportos do que dentro dos aviões. O jeito é observar os turistas do mundo inteiro arrastando as malas pra cá e pra lá. Chegando e partindo. Talvez só a passeio, talvez mudando de vida, como a gente.

  • Um frio de matar lagartos

     Que frio é esse? Nem parece que estamos na Flórida!

    Que frio é esse? Nem parece que estamos na Flórida!

    Andando aqui ao redor do condomínio a gente percebeu que vários lagartos estão morrendo com o frio que está fazendo estes dias. São estes lagartos da Flórida, parecidos com as lagartixas do Brasil, um pouco mais escuras. Elas andam em todos os lugares, principalmente no chão. As lagartixas brasileiras andam mais nas paredes e nos tetos e são transparentes, arght!

      Foto tirada no verão, com o lagarto vivo.

    Foto tirada no verão, com o lagarto vivo.

    Reparamos que elas simplesmente morreram, do nada, de frio, na posição “indo para algum lugar”, nem parecem que estão mortas, algumas estão ainda nas paredes grudadas, fazendo poses de vivas, coisa mais bizarra. Eu destesto estes bichos pegajosos, mas também não gostei de vê-los mortos desta forma, fiquei com pena.

    Eu vi a previsão do tempo, amanhã e domingo vão ser os dias mais frios desde que estamos aqui na Flórida, faz 5 anos! Está previsto 3 graus Celsius negativos à noite. Não me lembro de dias tão frios! O aquecedor vai ter que ficar ligado direto, sair de casa nem pensar, já “calculamos” tudo para não termos que nem abrir a porta de casa.

    Vimos que na Alemanha está 20 graus Celsius negativos. Aí já é demais, nem imagino (e nem quero).

    Hoje vendemos a última coisa pendente neste apartamento, a nossa cama. O melhor é que a pessoa já pagou e vem buscar amanhã. Significa que nossa condição cama-favela vai ser só por 1 noite, nem vai ser trágico nem nada. A gente tinha até planejado como faríamos a nossa cama improvisada, agora nem tem graça mais.

    Tudo está correndo conforme planejado até agora. Já confirmamos nosso vôos para Honolulu na segunda-feira, já fizemos uma simulação quase definitiva das nossas malas, organizamos nossos documentos e toda as outras coisas.

    Este ano começou bem calmo por aqui, em Orlando. Não se ouve nenhuma notícia de nada, está bem quieto por toda a Flórida. Parece até que o ano nem começou. Talvez seja mesmo por causa deste frio.

    Com dias congelantes e lagartos mortos, estamos chegando ao final da nossa história aqui em Orlando. Estamos prontos para virar a página e começar tudo de novo no Havaí.

  • Como enlouquecer em 2 semanas

    O céu laranja fica só na imaginação

    O céu laranja fica só na imaginação

    Faltam 2 semanas para o “dia que nunca chega”, a nossa “antiga” viagem para o Havaí que estamos falando há tanto tempo.

    Já vendemos quase todos os móveis faz um tempão, não estamos trabalhando na internet mais, não estamos fazendo mais nada. Vendemos o carro, andamos para lá e para cá no apartamento vazio. Faz até eco quando a gente conversa com “coerência”.

    Mas não se preocupem, vai piorar. Acabamos de anunciar os últimos móveis desta casa: a mesa e a nossa cama. Temos (ainda) um colchão king size chiquetérrimo que estamos nos desfazendo. Como já vendemos todo o resto vamos ter que simplesmente dormir no chão. Viajar sem dinheiro é muitas vezes ter o “dom da pobreza”.

    Este capítulo, de dormir no chão, vai ter um post extra mais pra frente, quando finalmente vendermos a nossa caminha. O plano é fazermos uma cama improvisada no estilo favela com caixas de papelão, jornais, documentos e roupas que vão para o lixo.

    Se este blog fosse americano teria um botão no final da página para doações e um link para o PayPal. Mas como é brasileiro, é mais um desabafo mesmo. Quem nunca teve dias miseráveis na vida?

    Mas fala sério, não teríamos coragem de jogar no lixo o nosso colchão quase novo (1 ano e meio de uso).  É vender tudo mesmo. Morar no Havaí não querendo trabalhar muito (ou quase nada) e querendo bater pernas por todas as ilhas é pretensão demais. E tem preço.

    Por enquanto o que nos resta é assistir 3 filmes ao dia (uma seleção bem ruizinha, a maioria no estilo “sessão da tarde”, da biblioteca aqui perto), comer e beber o dia inteiro. Fora as calorias extras típicas desta época do ano ainda tem estas do tédio-pré-viagem.

    Tem “festa” todo dia aqui em casa, as paredes do apartamento falam com a gente (ecos) e a andamos em círculos o dia todo ao redor da mesinha na sala. Mas tirando tudo isso tá tudo bem.

  • Algumas dicas sobre Orlando

    Orlando, Flórida

    Orlando, Flórida

    Após viver aqui em Orlando, na Flórida, por 5 anos, fiz uma listinha do que eu considero como uma boa dica.

    Destino para viajar na Flórida: Key West

    Atração no Busch Gardens

    Atração no Busch Gardens

    Parque temático: Busch Gardens, em Tampa, FL

    Cruzeiro: Nassau, Bahamas

    Praia: Clearwater, FL

    Bar na praia: Coconuts on the Beach, em Cocoa Beach, FL

    Camping: Jetty Park, em Cape Canaveral, FL

    Parque estadual:  Myakka River State Park, em Sarasota, FL

    Passear à toa: City Walk (Universal Studios)

    Balada: bares em Downtown

    Bar local: Orlando Ale House

    Chopp: BJ´s Restaurant

    Wings (asinhas de frango): Buffalo Wild Wings

    Buffet all you can eat: Sweet Tomatoes

    Bairro para morar: Lake Buena Vista

    Compras de casa: Walmart

    Ofertas: Walgreens (jornal de ofertas semanal)

    Jornal: Orlando Weekly

    Shopping: Premium Outlets

    Eletrônicos: Best Buy

    Teatro: Orlando Shakespeare Theater

    Shows: House of Blues

  • Natal e Ano Novo em Orlando

    Em Orlando todo dia tem fogos de artifício

    Em Orlando todos os dias tem fogos de artifício

    Em Orlando, uma das cidades mais turísticas do mundo, dá a impressão de que todos os dias são feriados. É sempre o cenário de férias, o dia mais feliz de muitos turistas, fogos de artifício nos parques da Disney e Universal.

    Então, quando chega esta época de comemorações, além da cidade ficar mais lotada, não muda muito. Os pacotes turísticos ficam mais caros, as passagens aéreas concorridas e os hotéis aproveitam para fazerem o maior lucro no ano.

    Para crianças, Orlando é o paraíso. Tem atrações que não acabam mais. Para adultos que estão a fim de um agito maior nesta época, principalmente no Ano Novo eu tenho minhas dúvidas.

    Todos os bares são obrigados a fecharem as suas portas às 2 da manhã. Isso significa, não importa o quanto a balada esteja boa, você terá que se contentar em voltar para a casa cedo. É lei aqui. As ruas ficam desertas depois desta hora.

    No Ano Novo o pessoal vai para os parques assistirem aos fogos de artifício. Eles não sabem como é celebrar a virada do ano como os brasileiros. Se quer festa-festa tem que ser particular, na casa de alguém, aquela coisa toda. Nada de sair de bar em bar ou passar aqui e ali.

    Orlando é meio parado demais às vezes. Se quiser uma balada melhorzinha tem que ir para Downtown. Lá tem bares alternativos, algumas bandas boas e um cenário menos Mickey Mouse. Stephen King, o escritor, sempre cita em seus livros sobre a Flórida, o lugar de gente velha ou quase morta.

    A gente queria é passar este final do ano no Brasil, mas por causa das despesas da mudança para o Havaí (e toda a falência que virá em seguida) ficaremos aqui, comportadinhos.

    A "pirâmide", em São Tomé das Letras, MG

    A "pirâmide", em São Tomé das Letras, MG

    Se estivéssemos no Brasil eu escolheria passar o Natal com a família em São Paulo e o Ano Novo em São Tomé das Letras, Minas Gerais (renovando as energias) ou na Ilha do Mel, no Paraná.

    Alguém já tomou Egg Nog?

    Bebida Egg Nog

    Bom, já que estamos aqui vamos aproveitar, não é mesmo? Eu até já esvaziei uma garrafa de Egg Nog, uma bebida que eu nunca tinha visto antes, feita de ovo, leite e whisky, vendida nesta época do ano. Eu não conheço ninguém que gosta, o Franky aturou apenas um copinho, eu adorei. Combina com a esquisitice do Tom Waits (cantor não muito conhecido, ou nada conhecido), um dos meus preferidos.

  • Blues e Jazz em Orlando

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    Banda local de Blues e Jazz em Orlando

    Apesar do frio aqui em Orlando (e vento), ficar em casa em um domingo de sol não dá. Tá fazendo entre 5 a 10 graus Celsius por aqui, mas mesmo assim a gente não consegue ficar sem dar uma saidinha. Me lembra até o inverno de Porto Alegre, com o vento queimando o rosto..

    Em Orlando nunca tem nada de graça. Ontem eu estava pesquisando na internet e encontrei um tal festival de Blues e Jazz de graça aqui perto de casa. Bom demais pra ser verdade. Ainda estava dizendo que ia ter exposições de artesanatos, comidas e bebidas. O jeito foi ir lá para conferir.

    O evento acontece sempre aos domingos, das 11 da manhã até às 5 da tarde. Chegamos lá quase ao meio-dia e não tinha ninguém. Uma barraquinha com uns artesanatos do tipo feira hippie e um pessoal montando uns cabos. Resolvemos dar uma chance para o evento comendo umas quesadillas de frango com queijo e marguerita em um restaurante mexicano ali perto.

    Voltamos lá, a banda tinha começado a tocar, mas não tinha ninguém. Sentamos ali perto por 1 hora mais ou menos e tinha um gato pingado de gente, provavelmente os moradores ali perto e só.

    A banda era muito boa, vocal excelente. Blues antigo, ótimo repertório. Mas, resumindo, Orlando não é muito destas coisas, não sei. Desde quando eu cheguei aqui faz uns 5 anos já, nunca vi nenhum evento cultural interessante. Tem vários comerciais, da Disney, Universal, estas coisas, mas eventos de rua, que funcione, nunca vi. O Brasil dá de 10 a zero neste sentido.

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    Veranda Park

    Me parece que o evento vai “continuar” até o início de março. Mas do jeito que está, morto, sem público nenhum, não sei não. Talvez seja por causa do local, no meio do Metrowest (bairro), em um complexo comercial abandonado chamado Veranda Park. Eles começaram a construir o prédio, do tamanho de um shopping, várias salas comerciais e tudo mais, mas não tiveram dinheiro para terminar o projeto. Por fora é lindo, do estilo bem requintado, mas por dentro está tudo em terra ainda, faltando tudo para acabar. Cenário bem comum e triste aqui em Orlando por causa da crise.

    Tenho saudades dos teatros de rua no Brasil, dos eventos e shows ao ar livre e muitas vezes gratuitos, da liberdade de tomar cervejas livremente pelas ruas (aqui é proibido) e a confusão típica brasileira.

  • A melhor cerveja de Orlando

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    Amostra de 7 tipos de cerveja no BJ´s, em Orlando

    Estava na nossa lista dar uma última passada no restaurante BJ´s, aqui em Orlando e conferir a melhor cerveja da cidade. Americano, no geral, adora cerveja leve e sem gosto, as famosas Bud Light (parecem as cervejas mais baratas do Brasil, que tem gosto de água, como a Cintra, por exemplo, que faz sucesso em churrasco de pobre, ahah).

    Em Orlando tem essa cervejaria, que também é restaurante (dos bons), chamada BJ´s. Fica perto do Millenia Mall, um dos maiores shoppings daqui. Eles fabricam a própria cerveja que vendem.

    O melhor é pedir a seleção de amostras de cervejas que eles têm. São 7 tulipas pequenas de chopp com coloração diferente, indo da mais clara até a mais escura. Eu, particularmente prefiro a segunda, da clara para a escura, o estilo Hefe Weizen (origem alemã). Ela é um pouco mais escura que a cerveja comum, meio opaca, é a melhor.

    As mais escuras têm um gosto bem forte, meio amargo, lembra um pouco gosto de café. Estas são fortes demais para o meu gosto, mas tem gente que prefere. São as do tipo bock que a gente conhece no Brasil, mas bem mais encorpadas.

    Vale a pena conferir. O restaurante parece chique, mas não é tão caro. Compensa. Esta amostra de cervejas diferentes custa 10 dólares. Na verdade elas são para você escolher o vai beber depois, em copos maiores, mas no meu caso já são suficientes para a noite toda.

    Já que você está lá compensa experimentar a comida deles também, que é ótima. Eles servem uma pizza pequena e fininha maravilhosa. O eggroll com abacate é muito bom também. Soa meio estranho, mas é mais ou menos como um rolinho à primavera com abacate no estilo guacamole e outros ingredientes com tempero mexicano. Bom demais.

    Nós, ontem no BJ´s

    Nós, ontem no BJ´s

    Fomos ontem à noite lá com nossos amigos Nori e Masayo, meus ex-patrões de um restaurante japonês que eu trabalhei aqui em Orlando por 2 anos chamado Sushiology.

    Aos poucos vamos nos despedindo das coisas boas daqui de Orlando e abrindo espaço para as coisas novas que estão por vir no Havaí.

  • Hospedagens em Honolulu

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    Waikiki (Oahu, Hawaii), as praias mais famosas do mundo!

    Para quem quer passear em Honolulu, a capital do Hawaii, é bem fácil encontrar hotéis com bons preços. Fora de temporada é possível encontrar por uns 50 dólares um hotel simples. É claro que tem os caríssimos, por até mil dólares a noite. Tem para todos os bolsos.

    Dá para encontrar tudo pela internet, em Oahu (ilha onde fica Honolulu e o bairro famoso chamado Waikiki). Os meus sites preferidos para reservar diárias de hotéis são o Expedia (onde reservamos as nossas 2 primeiras noites em hotel no Hawaii) e o Orbitz. Eles sempre têm umas promoções boas, mas tem que ter paciência, pois os preços normais geralmente não são os mais baratos da internet. Estes sites são os mais seguros para se comprar online.

    No nosso caso, após as 2 reservas em hotel (era necessário, depois da longa viagem é essencial ter um lugar decente e sem preocupação para descansar) a gente tem que procurar um lugar para ficar pelo menos 1 mês.

    A idéia é ficarmos 1 mês em Honolulu (ilha Oahu), que não é uma estratégia muito inteligente, pois estaremos no mês mais “concorrido” do Havaí. Mas é onde vamos começar, onde vamos chegar primeiro e onde eu tenho que correr atrás da minha papelada de renovação do Green Card (para isso eu preciso de um endereço fixo, estava pensando em dar o do hotel mesmo e alugar uma caixa postal).

    Depois de 1 mês em Honolulu a gente tá planejando estar “aberto” para as outras ilhas. Após feitas as “obrigações burocráticas” estamos livres para qualquer direção. Além da ilha Oahu, pretendemos conhecer Maui, Big Island e Kauai. As menores não temos tanta certeza ainda.

    Entre as ilhas é necessário pegar um vôo que custa em média 50 dólares (ida). É possível pegar um barco que circula entre as ilhas também (mesmo preço), mas o principal chamado TheBoat que ligava Oahu às outras ilhas fechou no começo deste ano por motivo de proteção às baleias.

    Estamos pensando em gastar no máximo mil dólares por mês em hospedagens. No primeiro mês talvez um pouco mais, pela época de temporada. Os hostels (albergues) parecem à princípio uma boa opção, mas para casal não compensa. Acaba saindo pelo menos 50 dólares para dividir o lugar com mais gente (pagamos 60 dólares na diária do hotel em Waikiki).

    Encontramos nos classificados locais lugares que eles alugam quarto e é aí que vamos tentar negociar. A maioria com bons preços são para estudantes (sem exceção). Outros querem contrato de pelo menos 6 meses. A gente vai tentar algum que alugue por apenas 1 mês (ou semana). O difícil é que tem que ser pelos anúncios recentes, isso significa, não dá para adiantar as coisas, temos que esperar estarmos lá e decidir.

    Outra idéia que a gente tinha também era acampar no Havaí. Por enquanto a gente até desistiu de levar a nossa barraca (até vendemos já). Como pretendemos circular de ônibus público por lá não dá para carregar barraca pra lugar nenhum. É uma mala pequena cada e só. Mal dá para levarmos as nossas roupas básicas.

    Mas não desistimos da idéia de acamparmos pelas terras havaianas. Assim que tivermos um lugarzinho arranjado vamos correndo comprar uma. Nem que tivermos que jogar fora depois (nos Estados Unidos barraca é barata, sai mais barato que 1 diária em hotel simples).

    Tem vários lugares interessantíssimos para acampar, mas não é tão simples como parece. É necessário fazer a reserva com antecedênciade pelo menos 1 mês (pegar o permit). Os campings ficam em parques estaduais, então é bem restrito, a maioria não abre a semana toda, apenas 5 dias por semana. E também eles não permitem acampar mais de uma vez a cada 1 mês ou coisa do tipo. Cada um é diferente do outro, mas tem todos estes termos complicados. Acho que é para evitar sem-tetos como a gente e manter tudo limpo e decente.

    Encontramos também na internet alguns (poucos) campings privados. Mas os preços são mais caros que hotéis e alguns nem chuveiro quente tem. Sem contar que são longe pra danar, não tem ônibus que chegam lá.

    Em Honolulu é engraçado, vimos vários anúncios de casas para alugar de gente vegetariana. Eles colocam bem claro no anúncio que não é permitido trazer qualquer tipo de carne para casa. Vimos até outro dia um anúncio de um povo natureba dizendo que andam pelados na casa.

    Bom, depois de explorarmos as ilhas havaianas vamos finalmente escolher um lugar no Havaí para ficar de vez. Alugar um apartamento, comprar os móveis básicos, enfiar-se nas contas. Claro que antes vamos dar uma passeada no Brasil antes de qualquer contrato difinitivo. Temos a impressão de que vamos ficar por muito tempo no Havaí até aposentarmos e ficarmos velhos. Mas com muitas viagens intercaladas para todos os lugares ainda, com certeza..

    Enquanto estamos aqui nos últimos dias de conforto em Orlando, podemos apenas planejar e planejar. Até cortei meu cabelo já, ritual de qualquer viagem longa ou mudança ou os 2, como é o caso. Foram bem uns 2 palmos de cabelo. É mais prático, só eu entendo como é. Ainda mais com praia.

  • Orlando, Disney, Universal..

    orlando florida usa

    Vista de Orlando à noite, em downtown

    Estamos no último mês aqui em Orlando. Dezembro é um mês estranho. Faz frio e faz calor. Nunca neva que nem no norte dos Estados Unidos. O frio daqui é de no máximo 2 graus Celsius negativos.

    Hoje mesmo está fazendo 30 graus Celsius, um calorzão danado. Bom para ir para piscina ou praia. Pena que já vendemos o nosso carrinho..

    Estávamos pensando em fazer uma lista das coisas para se fazer por aqui antes da gente se mudar de vez. Mas se for ver, já fizemos de tudo o que tínhamos em mente. Já visitamos todos os parques, lojas, shoppings, praias ao redor (ficou faltando Key West, mas a gente volta um dia só para isso, no sul da Flórida). Fomos para Miami, acampamos nos parques ao redor de Orlando, trabalhamos com restaurantes, delivery de pizzas e websites.

    O Natal e Ano Novo estão chegando. No Brasil eu nunca passei estes feriados sem viajar, desta vez parece que estamos destinados a passar aqui em Orlando mesmo, em casa. O Natal e Ano Novo aqui não tem o mesmo “pique” que no Brasil.

    Eu sempre gostei de passar a virada do ano na praia quando eu morava no Brasil. Geralmente litoral paulista, que era mais perto de São José do Rio Preto, mas mesmo assim dava umas 8 horas de viagem mais o congestionamento. Em Porto Alegre (morei 2 anos) tinha praia perto também. Santa Catarina não é tão longe então a gente ia era direto para lá.

    Não dá para viajar agora, temos que economizar para janeiro. Esta época do ano todos os pacotes dobram de preço, não compensa muito. O duro é esperar. Estamos neste jogo faz tanto tempo..

    Enquanto o tão esperado 2010 não chega a gente vai “brigando” com o layout deste blog. Tínhamos o Blogger antes, mas após o arranca-rabo que tivemos com o blog antigo, resolvemos pegar um programa decente para blogs e um domínio próprio também.

    E Orlando vai ficando para trás. Mesmo estando por aqui ainda Orlando é uma fotografia antiga, pertencente já ao passado.

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Comentários

  • João Pedro Benacchio: Pessoal não fui eu quem escreveu esse...
  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...