News Stories

  • De Kailua a São José do Rio Preto

    Última foto tirada no Havaí, em Honolulu, indo para o aeroporto internacional.

    A nossa última semana foi que nem final de novela. Tudo acontecendo ao mesmo tempo, muita expectativa e dando tudo certo no final.

    Bem, resumindo, porque não tive tempo nem de postar no blog tamanha a correria, entregamos o studio, recebemos de volta o nosso depósito do aluguel, zeramos a nossa conta no Bank of Hawaii, alugamos carro, fizemos comprinhas em Honolulu e começamos a jornada rumo à São José do Rio Preto.

    De Kailua fomos para Honolulu bater pernas até dar a hora de devolvermos o carro na locadora de veículos e pegarmos o primeiro voo. De Honolulu fomos parar em Los Angeles pela American Airlines, um avião ‘caindo aos pedaços’, bem velho. Mais de 5 horas de voo e eles não serviram nem uma bala. Já sabíamos disso, fomos preparado com ‘marmitas orientais’ do Shirokiya. Os voos domésticos dos Estados Unidos são os piores, como sempre.

    De Los Angeles, ‘voltamos’ para San Francisco pela American Airlines. Vai entender estas conexões. É tudo pelo melhor preço. De San Francisco pegamos o voo da companhia aérea LAN. Nunca tínhamos viajado pela LAN, achamos o serviço excelente apesar da confusão de lugares (reservamos os acentos juntos, mas vieram separados no bilhete, eles mudaram depois).

    A LAN, assim como outras companhias da América Latina como a Avianca e TAM, têm aviões novos, um ótimo serviço de bordo e refeições decentes. Tivemos uma parada em Lima, no Peru (de 1 hora) para abastecimento. E de Lima voamos até o aeroporto de Guarulhos.

    A viagem foi tão longa que perdemos a noção de dia e noite, fuso horário e tudo mais. Não sabemos nem ao certo quanto tempo durou a viagem toda, só sei que conseguimos chegar inteiros no Brasil. Todos os voos foram pontuais, nenhum imprevisto, a bagagem estava toda lá em Guarulhos, tudo certinho.

    De Guarulhos pegamos o ônibus do Airport Service para a Barra Funda (33 reais cada). E finalmente da Barra Funda pegamos o ônibus da San Raphael para São José do Rio Preto. Olha, passear no Havaí não é ir até a esquina não. É ‘a’ viagem. Ou ‘a’ milhagem.

    Estamos ainda totalmente fora dos eixos, dormindo de dia e acordando no meio da noite. Estamos tentando resolver os problemas básicos como internet, celular e carro para podermos ficar de vez na chácara em Guapiaçu. Nosso mundo ainda está de ponta cabeça.

  • Exposição de Bonecos Japoneses

    Detalhe de um quimono japonês em tamanho real, exposto no Shirokiya.

    Quero postar algumas fotos da exposição de bonecos japoneses no Shirokiya, loja dentro do shopping Ala Moana Center (Honolulu, Havaí). É uma exposição especial para este mês de março, que comemorou (no dia 3) o ‘Dia das Meninas’ (no Japão).

    As fotos não ficaram muito boas porque tinha sempre um vidro de proteção na frente dos bonecos.

    Terminei hoje o audio bookEat, Pray and Love’ (‘Comer, Rezar e Amar’), da Elizabeth Gilbert, um livro que fala de viagens pelo mundo e faz a gente pensar na vida.

  • O Melhor da Culinária Oriental

    Mapo Tofu com arroz, gengibre e legumes, no restaurante Shirokiya, em Honolulu.

    Esta semana aproveitamos para ir mais uma vez no restaurante oriental Shirokiya (que é também loja de departamentos e supermercado) no shopping Ala Moana Center, em Honolulu. Compramos várias bandejinhas diferentes, um verdadeiro banquete oriental.

    O tradicional Yakisoba. Bem preparado, com macarrão grosso, sem muito óleo.

    Frango com molho teriyaki e ovos mexidos. Experimentamos de tudo.

    Macarrão tipo bifun (bem fino) com tempero curry. Bem light.

    Moyashi (broto de feijão) com legumes e gyoza (pastelzinho frito).

    Nossos dias estão contados aqui no Havaí. Começo do mês que vem, abril, estaremos de volta no Brasil. Não vemos a hora. Só estou preocupada com a epidemia de dengue que está aumentando demais, principalmente no Rio de Janeiro. Como eu detesto pernilongos. E ainda eu vi nas notícias que está tendo surto de conjutivite em algumas cidades.

    Vendemos o nosso carro (que compramos em dezembro do ano passado) pelo mesmo preço que pagamos. Excelente negócio. Agora vamos ficar alguns dias a pé e outros com carro alugado até chegar o dia da viagem para o Brasil.

  • Baixa Temporada no Havaí

    Vista de Downtown Honolulu do estacionamento do shopping Ala Moana Center.

    Mês que vem tende a baixar os preços no Havaí.

    Além do final do Spring Break (uma espécie de ‘semana do saco cheio’ nos Estados Unidos em março), nos últimos dias aconteceu o cancelamento de voos e hospedagens nos hotéis pelos turistas japoneses. O cancelamento foi em massa, trazendo muito prejuízo para o setor turístico.

    Esta semana eu estava lendo nos jornais locais sobre a correria que foi fazer todos os cancelamentos nas companhias aéreas, agências de viagens e hospedagens nos hotéis em Honolulu. A maioria dos turistas no Havaí vem do Japão. O Havaí continuará com uma grande queda no turismo durante os próximos meses.

    Banco feito de mini pranchas de surf em uma das lojas do Ala Moana. Muito legal.

    O Ala Moana é tão grande que foi a primeira vez que estacionamos nesta parte do shopping.

    Gato com asas douradas, solitário, olhando por através da parede de vidro.

    Nós, que estamos ‘quase voltando para o Brasil’ (só esperando o processo da cidadania terminar),  já estamos pesquisando os preços das passagens aéreas. O preço dos voos de Honolulu para a main land (continente americano) já está bem mais baixo do que o preço anterior (em algumas datas).

    Apesar da distância entre o Havaí e Japão, estas ilhas do Pacífico são praticamente ‘parentes de primeiro grau’. Como diz o jornal, no Havaí todo menu e sinalização nas lojas são em duas línguas: inglês e japonês. As prateleiras principais nos supermercados são divididas entre pacotes de batatas fritas e salgadinhos japoneses com alga marinha.

  • Comidas mais Saudáveis

    Fomos ontem no curso de culinária aprender a fazer comida mexicana saudável.

    Continuando a minha ‘investigação’ sobre os alimentos nos Estados Unidos, assisti recentemente os documentários sobre o assunto: ‘Food Inc.’, ‘Fed Up!’, ‘Food Matters’ e ‘The Future of Food’. Eu já tinha visto ‘Super Size Me’ e outros.

    Este estudo sobre a alimentação americana está sendo uma das maiores descobertas desde que eu moro nos Estados Unidos, faz 6 anos. Estes filmes mostram o porquê dos americanos estarem obesos, o monopólio das indústrias alimentícias, a baixa qualidade das carnes em geral e como funciona todo o sistema do Fast Food, barato e tóxico dos Estados Unidos.

    Eu comecei até a me interessar sobre a alimentação vegetariana e vegana. Estamos aprendendo sobre os principais conceitos aos poucos com a ajuda das aulas de culinária oferecidas pelo supermercado de produtos naturais aqui no Havaí, o Down to Earth. O Franky vai que nem criança que não quer tomar vacina. Ontem aprendemos a fazer enchilada (uma espécie de panqueca mexicana) com salada e molho.

    Desde que eu moro aqui eu tenho me preocupado muito com a alimentação. Este foi um dos fatos que eu procurei sempre trabalhar em restaurantes relacionados com comidas mais saudáveis. Trabalhei no Subway (que não é lá muito saudável, mas melhor que McDonalds) e em um restaurante japonês, o Sushiology, onde fiquei por 2 anos e onde eu almoçava todos os dias.

    Nestes 6 anos aqui eu sempre me preocupei em comer cereais (matinais e aveias), que na minha opinião é muito prático, o melhor café da manhã. Aqui no Havaí eu introduzi leite de soja ao invés do leite de vaca. Eu experimentei os leites de côco e amêndoas, mas não gostei muito, achei muito aguado.

    Eu já experimentei a versão original e baunilha do leite de amêndoas.

    O leite de côco parece ser muito mais saboroso do que realmente é.

    Morar nos Estados Unidos requer certos cuidados com a saúde. Conheço muitos brasileiros que vieram para cá e se tornaram obesos em questão de 1 ou 2 anos. A carne aqui é muito mais gordurosa, cheia de hormônios. Os vegetais são cheios de agrotóxicos, muito mais que no Brasil. Os alimentos geneticamente modificados e de alto índice calórico lotam as prateleiras dos supermercados.

    O problema dos americanos vai muito além. Eu vou citando aos poucos, para amenizar o ‘terror’. Viajar é conhecer tudo o que o lugar tem de bom e de ruim. É ver de perto os costumes e os problemas das pessoas, interagir e tirar suas próprias conclusões.

  • 17th Annual Honolulu Festival

    No salão do Convention Center estão os stands diversos, relacionados ao evento.

    O Honolulu Festival é o maior evento cultural entre o Hawaii e a região do Pacífico, principalmente o Japão. O evento começou ontem, sábado e termina hoje, domingo, com o tradicional desfile de rua.

    Para este ano estava programado um show especial de fogos de artifícios, trazido por especialistas japoneses, mas foi cancelado devido à tragédia no Japão, em respeito às vítimas.

    Instrumentos musicais japoneses da antiga tradição.

    Exposição de roupas típicas orientais em modelos miniaturas.

    Lanternas japonesas, típicas de eventos festivos, com o logo do evento.

    Tambores e elementos decorativos usados durante o desfile de ruas.

    O evento se divide em shows, apresentações, exposições e várias atividades relacionadas à cultura oriental. Os shows acontecem no Hawaii Convention Center, Ala Moana Center, Waikiki Beach Walk, Waikiki Shopping Plaza, DFS Galleria Waikiki e nas ruas de Waikiki, durante o desfile de encerramento.

    Eu imagino que este ano foi muito difícil reunir todos os integrantes do festival, principalmente porque a maioria dos artistas a se apresentarem são do Japão. O festival está sendo, ao contrário dos outros anos, mais uma lamentação à tragédia no Japão do que celebração.

    Demonstração de como são feitos os fogos de artifícios.

    Eu com o meu personagem preferido do anime, o Totoro.

    Exposição de carros tradicionais japoneses.

    Outro carro de mão, usado para transporte na época antiga do Japão.

    Estávamos aqui no festival anterior, no ano passado. Confira mais fotos nos posts:

    Honolulu Festival

    Um show de Cultura no Havaí

  • Muita Chuva no Havaí

    Não parece, mas este é um salão de beleza, a MAC Wonder Woman, no shopping Ala Moana.

    Choveu a noite toda, e bem forte.

    Hoje fez um intervalo curto sem chover, fomos rapidamente ao Ala Moana Shopping Center (de novo), em Honolulu, para o retorno ao oftalmo (Drs. Au & Lau – LensCrafters). Após o ‘test drive’ aprovado da lente de contato Acuvue Advance, recebi o ok final do oculista. Eles vão me enviar os 6 pares de lente pelo correio.

    Almoçamos no Shirokiya, o melhor lugar para se comer comida japonesa em geral em Honolulu. A loja é enorme, pega 2 andares do shopping Ala Moana para se ter uma idéia. Eles têm uma ala enorme de comida preparada lá mesmo e você pode, inclusive, assistir eles cozinhando. As comidas são embaladas em ‘bento box’ (marmitinha japonesa) e são sempre frescas. É possível comer o ano todo lá sem repetir os pratos.

    Achamos o 'Shirokiya' o máximo, a comida é deliciosa. O duro é escolher.

    O Franky escolheu este mix de frango teriyaki, legumes e arroz.

    E eu fui de carne acebolada, tofu, legumes e arroz. Muito bom!

    O Shirokiya tem udon e ramen (macarrão japonês), buffet self service por peso, grande variedade de sushi e sashimi e várias outras comidas japonesas difíceis de se encontrar por aí. Eles têm também comida coreana, chinesa e outras especialidades orientais. O lugar divide-se em uma grande loja de departamentos (eletrônicos, roupas, presentes), supermercado, padaria (é ‘a’ padaria) e restaurante.

    Passeiozinho básico pelo shopping, depois de encher a barriga.

    Jardim japonês em um dos andares do shopping Ala Moana.

    Plantas coloridas em algum outro canto do shopping.

    Peixe-decoração, de um dos lagos com carpas do Ala Moana.

    Já voltamos para Kailua e a chuva não para.

  • Mais fotos de Honolulu

    Escultura de metal esquisita em Downtown Honolulu. Esquisita mas chama atenção.

    Ah, fiquei com pena de não ter postado estas fotos também, ontem. A gente acaba tirando tanta foto, depois arquivando e nunca mais. Não que a gente não vá toda semana para Honolulu, mas as cenas sempre mudam.

    Hoje choveu o dia todo e está até ‘frio’, fez 23 graus Celsius de dia, ‘gravíssimo’, aqui no Havaí. Acho que foi o dia mais frio aqui, que eu me lembre. E a previsão é de chuva até domingo. Tenho pena dos turistas que planejaram vir para cá exatamente nesta semana.

    'Papel de parede' de qualquer lugar que você esteja, no Havaí.

    Os jardins são sempre lindos também, seja no centro de Honolulu ou nos parques.

    Os prédios são sempre alternados de coqueiros, em Honolulu.

    E chiques. A maioria dos prédios são espelhados e com design.

    Esta é a escultura que eu estava falando, vista por inteira. Estranha, né?

    Decoração do shopping Ala Moana, com chafariz central e carpas dentro.

  • Ala Moana, passeio e exame de vista

    Adoro as decorações das vitrines. Sempre acompanho as mudanças nas lojas.

    Vira e mexe a gente está no shopping Ala Moana, em Honolulu.

    Eu estava quase para fazer o meu exame de vista no Walmart em Honolulu (para poder comprar lentes de contato) quando apareceu esta super-promoção do Groupon: 99 dólares pela consulta completíssima na LensCrafters com 2 caixas de lentes de contato (6 pares) da Acuvue Advance (desconto de 63%).

    Além de oferecer exames de vista, vendem óculos e lentes de contato também.

    No Walmart daqui é cobrado mais da metade do preço da consulta comparado com os Walmarts da ‘main land‘, ou seja, os outros estados americanos. Ficaria em 120 dólares mais as taxas, mais as lentes. Aqui não vende lentes de contato sem prescrição médica válida por 1 ano. E as lentes aqui são bem mais baratas do que no Brasil.

    Até então eu usava a Acuvue Oasys. A Advance é quase igual, não vi muito diferença. Eles dão um par de lentes para serem usadas por 1 semana (após vários exames) e testadas antes de fornecerem os 6 pares de lente.

    É o terceiro exame de vista que eu faço em 1 ano (os 2 últimos foram feitos no Brasil) e todos deram resultados diferentes. Desta vez foi 1.25 de miopia no olho direito e 1.75 no esquerdo. Vai entender. Mas pelo que eu pude perceber até agora este é o mais preciso.

    Toda vez que a gente vai para este shopping (o maior no Havaí), encontramos lojas novas, é impressionante. O shopping é imenso, tem de tudo, até exames de vista.

    O pássaro da foto lá de cima é feito de pacotes de adoçante e colheres de plástico.

    Batatas taro (roxas), típicas do Havaí, sendo cozidas em pedras quentes.

    E desta vez descobrimos a melhor loja de comida japonesa chamada 'Shirokiya'.

    As carpas do shopping Ala Moana parecem pinturas vivas.

    Gente, olha que doce este bolo do 'Dia das Meninas', comemoração do Japão.

    Lojinha do restaurante temático Bubba Gump, no Ala Moana.

  • Passeio e Compras em Honolulu

    'Estacionamento dos barcos', no Waikiki Harbor. É de sumir de vista.

    De Kailua a Honolulu é uma pequena viagem de 30 a 40 minutos, dependendo do trânsito. Pelo menos 1 vez por semana estamos lá, afinal, tudo está concentrado em Honolulu. A gente faz compras, resolve algumas coisas, passeia nos shoppings centers e praias. Um passeio sempre agradável que acaba levando o dia todo.

    'Punchbowl National Memorial Cemetery', na entrada de Honolulu.

    Momento raro: Waikiki sem trânsito nas ruas.

    Lagoon do Hilton Hawaiian Village Hotel, em Waikiki Beach.

    É neste mesmo local onde acontecem os fogos de artifício às sextas-feiras.

    Loja de games e diversões, no Ala Moana Shopping Center.

    Passeamos até na livraria Barnes & Noble, no shopping (Ala Moana).

    Ninho para passarinhos feito de côco, na loja Hilo Hattie (Ala Moana).

  • O Segredo das Câmeras Digitais

    Estou apostando nesta câmera digital, acho que vai durar bastante.

    Foi só postar sobre câmeras digitais outro dia que a nossa caiu e quebrou. Por isso que eu as chamei de ‘câmeras descartáveis’, não duram.

    As 3 últimas câmeras que a gente teve (contando com esta última) foram da Nikon, GE e Sanyo. A Nikon (Coolpix) foi a ‘mais cara’, pagamos uns cento e poucos dólares e as outras duas foram na faixa de 60 dólares, por aí. Todas tinham entre 10 e 12 megapixels e duraram menos de 1 ano cada.

    Entre estas 3, a Nikon tinha mais qualidade de imagem, era bem melhor. A GE e Sanyo foram iguais, ou seja, bem ‘ruinzinhas’ (porém mais baratas), precisando sempre de um ajuste no Photoshop. Todas elas tiveram defeito nas lentes, naquela parte que vai para fora quando liga, sabem?

    Esta é de 12 megapixels. Descobri que não preciso mais do que isso.

    Só tinha na cor preta, no BestBuy. Eu queria ter comprado a azul ou pink.

    Desta vez eu resolvi que não quero mais ter problemas com esta parte externa da lente, escolhi uma câmera digital que a lente ‘não se mexe’ nunca, fica ali, bonitinha, para sempre.

    E aproveitei também escolher uma que não usa pilhas, somente bateria recarregável. Bom para o meio ambiente e para o bolso. Aqui, as pilhas alcalinas são baratas, mas no Brasil custam uma fortuna, fiquei impressionada da última vez em que estivemos lá.

    Bem, com estes 2 requisitos, a câmera mais interessante que encontramos foi a FinePix Z70, da FujiFilm. Estava em promoção por 111 dólares no BestBuy. O preço normal desta câmera digital é 170 dólares. Câmera fotográfica, com este tipo de lente e bateria recarregável, não existe por menos. Compramos.

    Não tive tempo de testá-la ainda, está carregando. O que eu gostei nesta câmera é que ela tem uma ‘portinha’ de proteção. Quando você move a ‘portinha’ para baixo, ela liga automaticamente. O manual não explica nada sobre os ajustes e funções manuais da câmera, fala apenas para deixá-la no ‘automático’.

    A ‘melhor câmera digital’ sempre será um segredo. O único jeito é testá-las, uma por uma. A Nikon está ganhando, na minha pontuação. Não comprei da Kodak EasyShare, a marca mais popular, porque a maioria não tira fotos de perto, com foco (a função ‘tulipa’).

    Uma coisa que a gente reparou é que os preços (pelo menos aqui nos Estados Unidos) pararam de baixar. E os modelos são sempre os mesmos, não estão ‘melhorando’ mais. O mesmo acontecem com os notebooks, acho que vai continuar assim por um bom tempo. Mas continuam bem mais baratos do que no Brasil.

  • Impressões Digitais

    Eu passei a noite anterior e toda a manhã de hoje com os dedos cheios de hidratante.

    Fomos lá, ontem, para Honolulu, tirar as impressões digitais para o meu processo da cidadania americana.

    Aproveitamos para ir bem mais cedo (estava marcado para meio-dia). Fomos xeretar no Best Buy e ver se tinha algum computador na promoção melhor do que as do catálogo online (não tinha), fazer compras no Walmart (obrigatórias, toda vez que a gente vai para Honolulu) e comer sushi (no Kozo Sushi, muito bom e barato).

    Estávamos crentes de que o lugar para fazer a biometria (tirar as impressões digitais) era o mesmo da vez passada, quando eu renovei o green card (faz menos de 1 ano), aqui no Havaí.  Não era. O endereço era bem parecido, mas não era lá. Foi aquela correria, chegamos na hora marcada, com a língua de fora.

    A parte 'mais difícil' do processo todo.

    Chegando lá deu tudo certo. Aliás, certo até demais. Aconteceu que, além de eles mudarem de lugar, mudaram também o sistema da tal biometria. As máquinas de colher as impressões digitais tinham sido atualizadas por outras bem melhores fazia apenas 6 meses. Acho que a minha macumba foi forte demais.

    O cara da imigração foi bem legal, comentou que as máquinas antigas estavam dando muito erro de leitura (não era só comigo) e esta nova era bem mais precisa e eles tinham como checar na hora se as digitais foram aprovadas ou não. Eu contei até sobre os hidratantes de passar nos dedos e sobre toda a minha pesquisa na internet. Eles tiraram a minha foto (eu devia estar toda descabelada).

    Mesmo com estas máquinas, o cara comentou que as minhas digitais eram realmente fracas e era por isso que tinham sido negadas pelo FBI da vez passada. Após ele repetir algumas vezes o mesmo procedimento e pedir para eu mostrar 2 vezes o dedo-do-meio para ele (foi ele quem pediu, não tive culpa), conseguiu finalmente com que as minhas digitais fossem aceitas. ‘Impressionante’, não?

    Isso significa que economizamos pelo menos uns 2 meses no meu processo burocrático. Agora vem a pergunta: o que vamos fazer se estivermos ‘liberados’ antes de junho (quando o Franky poderá voltar para o Brasil, completando o prazo dos 6 meses fora)? Já estou pendurada no site da Expedia.

  • 2011 no Havaí

    O Havaí é um dos últimos lugares do mundo a comemorar o reveillon, perdendo somente para Samoa.

    Vimos assistir aos fogos da virada do ano no Aloha Tower, em Honolulu.

    Fomos cedo para Honolulu ontem, passear pelas ruas de Waikiki, ver o movimento de uns locais mais turísticos do mundo no último dia do ano. Não deixamos de passar antes, claro, nas lojas ‘de sempre’ Best Buy, Walmart, Ala Moana Shopping e Ross. Só para não perdermos o costume.

    Não encontramos o notebook do Franky ainda. Aqui nos Estados Unidos, para comprar coisas de informáticas e eletrônicos em geral, não adianta ir em outra loja fora Walmart e Best Buy. Simplesmente não compensa pelo preço e política da loja. Vamos esperar até chegar mais, a maioria dos modelos estão esgotados.

    Chegamos no Best Buy e estava quase tudo esgotado. Ano novo, computador novo.

    Chegamos no Best Buy e estava quase tudo esgotado. Ano novo, computador novo.

    Última refeição de 2010: ramen do Ezoshiru, em Honolulu.

    Última refeição de 2010: delicioso ramen do Ezogiku, em Honolulu.

    Para qualquer lugar que você viajar no mundo não encontrará festa de Ano Novo melhor que a do Brasil. Não adianta, não tem dinheiro e pacote de viagem que compre a alegria do reveillon brasileiro, principalmente nas praias. Mas também não podemos reclamar, estamos no Havaí.

    Em Waikiki vimos os fogos das 8:45 da noite, especial, oferecido pelo Hilton Hawaiian Village, com praia lotada. Aqui nos Estados Unidos os fogos de artifícios vendidos nos supermercados para usos domésticos são padronizados, então as famílias se reunem em rodinhas nas praias e ficam horas acendendo os ‘kits’ explosivos. São bonitos, silenciosos e seguros. Não tem aquela barulheira de rojões e coisas perigosas que nem no Brasil.

    Waikiki à noite, andando pelos hotéis e lojas todas movimentadas.

    Waikiki à noite, andando pelos hotéis e lojas todas movimentadas.

    Fogos de artifícios soltados pelas famílias, nas praias com sequência de cores e efeitos.

    Fogos de artifícios soltados pelas famílias nas praias, com sequência de efeitos.

    E tem balões também, estes são proibidos no Brasil. Os balões iluminados subiam pelo céu da praia sob as ondas de Waikiki. Foi a primeira vez que passamos o reveillon na praia, aqui nos Estados Unidos. Nada comparado à festa do Rio de Janeiro, obviamente.

    Os fogos da meia-noite foram no Aloha Tower Marketplace. Mais bonito ainda que do Hilton, bem longo. Começamos o ano bem, sem chuva, sem vento, na praia. A noite estava perfeita em Honolulu. Ficamos sabendo hoje que choveu aqui em Kailua, ainda bem não estávamos por aqui. O Havaí é um dos últimos lugares do mundo a comemorar o reveillon, perdendo somente para Samoa.

    2011, vida nova.

  • Natal em Waikiki

    Waikiki estava toda assim, iluminada e cheia de alegria na véspera do Natal.

    Waikiki estava toda assim, iluminada e cheia de alegria na noite do Natal.

    Eu tenho a impressão de que passar o Natal em Waikiki é a única opção para turistas que estão longe da família, aqui no Havaí. Fomos para Honolulu cedo, ficamos de loja em loja até chegar em Waikiki. Tudo lotado, gente comprando de tudo nas lojas e shopping centers.

    Waikiki estava ainda mais iluminada, com árvores de Natal, luzes e enfeites em todas as lojas, coqueiros e esquinas. Para quem morou em Waikiki não é um dia tão diferente em termos de movimento nas ruas. Parecia mais um dos dias de turismo intenso.

    Fomos ver os fogos de artifícios na lagoa de frente para a praia no Hilton Hawaiian Village que acontece uma vez por semana, toda sexta-feira às 7:45 da noite. Muito lindo, como sempre. Estava cheio de gente, levamos até as esteiras para sentar na praia. No ano novo está previsto 2 fogos de artifício: o rotineiro, das 7:45 e outro especial, da virada do ano.

    Vista dos hotéis de Waikiki, local onde aconteceu os fogos de artifício.

    Vista dos hotéis de Waikiki, local onde aconteceu os fogos de artifício.

    Loja da Apple, uma das lojas mais visitadas em Waikiki.

    Loja da Apple, uma das lojas mais visitadas em Waikiki.

    Mesmo conhecendo Waikiki tão bem, a gente não enjoa de passear por lá. É sempre a melhor atração noturna do Havaí, sem dúvidas. Shows nas ruas, atrações nas lojas, gente de todo o mundo. Não deixamos de andar pela praia, beirando os hotéis chiques. O bar Duke’s Waikiki continua oferecendo bandas ao vivo até tarde. Adoramos sentar na areia da praia e ficar ouvindo as músicas do bar.

    Quando a gente estava indo embora já, passamos na frente do bar Lu Lu’s Waikiki e estava tocando uma das minhas músicas preferidas ‘Sober’, da banda não muito conhecida Tool. Achei até estranho, nunca ouvi esta música ao vivo. A banda era excelente.

    Hoje estamos planejando fazer um churrasco na praia, um excelente programa para se fazer no feriado do Natal. Vamos aqui para Kailua Beach mesmo, afinal, é uma das melhores praias em toda a ilha.

    Natal que vem estaremos no Brasil.

  • Contos de Natal

    'All Srooged Up', peça teatral que assistimos ontem em Honolulu.

    'All Srooged Up', peça teatral que assistimos ontem em Honolulu.

    Fomos ontem para Honolulu. Visitamos o Ala Moana Shopping e Walmart (ao lado do Ala Moana) que estavam muito lotados por causa das compras de Natal. Eu não tenho paciência com tanto tumulto, nem compramos nada.

    Ontem foi o primeiro dia da apresentação da peça teatralAll Scrooged Up, uma montagem do clássico ‘A Christmas Carol‘, uma das histórias mais famosas e importantes nos Estados Unidos. A peça será apresentada até o dia 25, ou seja, até o Natal, gratuitamente, pela igreja cristã ‘Word of Life‘.

    Antes da peça teve música ao vivo no palco. Os músicos cantaram e tocaram ‘Noite Feliz‘ na língua havaiana e ‘Jingle Bell‘ em versão blues. Gostamos muito.

    Anfiteatro da igreja cristã 'Word of Life', no centro de Honolulu.

    Anfiteatro da igreja cristã 'Word of Life', no centro de Honolulu.

    O auditório da igreja é enorme, é um anfiteatro com telões, muito bonito. Está previsto 15 mil pessoas até a última apresentação da peça teatral.

    A montagem de ‘All Srooged Up‘ é uma comédia bem feita, com cenas muito engraçadas, piadas incluindo temas atuais e até locais, citando alguns costumes havaianos.

    Foi a primeira vez que assistimos a uma peça de teatro aqui no Havaí. Achei muito criativa, valeu a pena. É muito difícil de se encontrar eventos como esse de graça nos Estados Unidos. Quando tem a gente não perde.

    Fomos hoje caminhar na praia. A área restrita ao redor da casa do Obama aumentou. Agora a gente só pode ver de longe, não podemos mais andar até lá. Vimos seguranças armados por toda parte, inclusive vasculhando embaixo da ponte que atravessa o canal aqui perto. No canal tem até um barco oficial de plantão.

    A água do mar já está voltando à cor normal. Hoje os moradores do bairro já estavam na praia de volta com seus cachorros. E não choveu mais, desde antes de ontem. Espero que continue assim até o Natal pelo menos.

Todas as Viagens

Comentários

  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...
  • Bilir: No deis nunca, nunca, nunca, por muerto al Madrid. Es un...