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  • Santuário Ecológico de Pipa – RN, Brasil

    Vista para a Baía dos Golfinhos, praia de difícil acesso e a mais bonita da região.

    O Santuário Ecológico de Pipa fica no município de Tibau do Sul, no Rio Grande do Norte. Vale muito a pena a visita principalmente pelas 16 trilhas que levam a vários mirantes com vistas para a Baía dos Golfinhos e Praia do Madero.

  • Pipa – Rio Grande do Norte, Brasil

    Pipa, uma das praias mais bonitas do nordeste brasileiro.

    A Praia de Pipa fica no município de Tibau do Sul, no estado do Rio Grande do Norte, Brasil, a 85km de Natal. É o único lugar do mundo onde a paisagem se compõe de dunas e falésias juntas.

  • Natal – Rio Grande do Norte, Brasil

    Morro do Careca em Ponta Negra, bairro mais turístico de Natal.

    Natal, capital do estado brasileiro Rio Grande do Norte, é conhecida também como ‘Cidade do Sol’. Praia de Ponta Negra, Praia do Meio e Praia dos Artistas são algumas das principais praias potiguares.

  • Pirenópolis – Goiás, Brasil

    Pirenópolis, ou Piri, cidadezinha no interior de Goiás, região central do Brasil.

    Pirenópolis é uma pequena cidade no interior de Goiás, tombada como Patrimônio Nacional. É cercada por morros e muitas cachoeiras.

  • Índios Pataxós – sul da Bahia

    Índio pataxó posando para turistas na praia de Coroa Vermelha, Bahia.

    Os índios pataxós estão concentrados, em sua maioria, no sul da Bahia, mais precisamente na Costa do Descobrimento, região de Porto Seguro. Vimos os índios em Santa Cruz Cabrália e na parte histórica de Porto Seguro. Em Arraial d’Ajuda e Trancoso não vimos nenhum, talvez porque tem que atravessar a balsa para chegar.

    Vimos reservas indígenas, lojas de artesanato para turistas (onde só eles trabalham) e índios ambulantes. Nas lojas percebemos que eles se ‘vestem’ de índio assim quando chegam no trabalho. Ou seja, no dia-a-dia a maioria se veste com roupa normal.

    Escultura de índio no corredor de lojas de artesanato em Coroa Vermelha.

    Reserva da Jaqueira, na estrada que vai para Santa Cruz Cabrália, Bahia.

    Loja dos índios pataxós, na entrada da cidade de Santa Cruz Cabrália.

    Eu e o Franky, no 'máximo do turismo', em Coroa Vermelha, sul da Bahia.

    Compramos 2 destes passarinhos para colocar na varanda da chácara.

    O artesanato indígena é baseado em artefatos feitos de madeira, penas e sementes. Os que mais vendem são as travessas de madeira com desenhos temáticos do sul da Bahia. Fazem pentes, colheres, objetos de decoração, colares de sementes coloridas.

    Nós adoramos uns passarinhos de madeira presos por uma linha comprida, intercalando sementes para pendurar de enfeite. O rabinho deles é feito de pena e roda como uma hélice quando venta.

    E assim terminam os posts sobre a viagem de 15 dias que fizemos para o sul da Bahia, em novembro de 2012.

  • Baianas & Acarajés – Bahia, Brasil

    Acarajé que comemos em Arraial d'Ajuda (Bahia), na Rua Mucugê.

    Tipicamente baianos, a massa dos acarajés são feitos com feijão fradinho, temperados com cebola e sal.

    Depois de fritos no azeite de dendê, eles são cortados ao meio e recheados com camarão seco, caruru (feito com quiabo), vatapá (uma mistura grossa que geralmente é feita com farinha de rosca, pimenta malagueta, leite de côco, cebola, tomate, azeite de dendê, amendoim, gengibre e castanha de caju), vinagrete e molho de pimenta.

    Os acarajés de hoje não são mais como os de antigamente, ‘pegando fogo’ (de tão apimentados). Eles vêm praticamente sem nenhuma pimenta e o freguês coloca o molho na quantia que desejar. É para todo turista poder experimentar. O Franky, que nunca tinha comido antes, gostou.

    Por onde passamos, pelo sul da Bahia (Porto Seguro, Trancoso, Arraial d’Ajuda, Santa Cruz Cabrália) vimos sempre alguma baiana servindo os acarajés, principalmente em pontos turísticos, que custavam entre 4 e 7 reais cada.

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Comentários

  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...
  • Bilir: No deis nunca, nunca, nunca, por muerto al Madrid. Es un...