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  • Algumas dicas de Buenos Aires

    Centro de Buenos Aires. Detalhe no cartaz: 'Cada persona es un mundo'.

    Buenos Aires é sim, muito quente e úmido no verão. Quente demais, de às vezes atrapalhar o passeio durante o dia. À noite não dá para dormir sem ligar o ar condicionado no hotel. Talvez a próxima estação, o outono, seria uma temperatura melhor para se viajar para lá.

    Se quiser fazer o seu dinheiro render em Buenos Aires, troque seus reais por pesos argentinos somente no Banco de la Nación Argentina. A cotação é quase a mesma mostrada na internet, nas cotações do dia. Nos outros bancos, especialmente os da Calle Florida, você perde demais. Existe uma agência logo no aeroporto Ezeiza e outras no centro de Buenos Aires.

    Para quem quiser estar bem localizado e pretende pegar metrô e ônibus, economizando em táxi, o melhor é ficar no centro mesmo, próximo à uma estação do Subte (metrô). Dá para ir praticamente para qualquer lugar de ônibus e metrô. Mas bairro bom mesmo para se hospedar é o Recoleta e o Palermo Soho.

    Ficamos com as pernas doendo de tanto andar pelo centro de Buenos Aires.

    Do lado direto, o famoso Obelisco. O Hotel Milán, onde ficamos, era pertinho.

    Economize tempo e dinheiro com os metrôs do Subte. São velhos, mas funcionam.

    Na Argentina não está nada barato como era antes. Para quem lê os blogs antigos e acha que o preço das coisas estão lá em baixo vai se surpreender. A inflação do país é muito alta, os preços estão agora praticamente iguais ao do Brasil (São Paulo, capital). O que custava 10 pesos a 2 anos atrás, agora custa 30.

    As únicas coisas que achamos baratas foram os preços das passagens do ônibus (menos de 1 real) e metrô, as empanadas (pasteizinhos assados de carne, presunto e queijo ou frango) por 5 pesos (2 reais). O vinho argentino, evidentemente, é bem mais barato.

    Galerías Pacífico. Vale a pena conhecer mesmo para quem não gosta de shopping.

    O Shopping Abasto é uma das paradas do metrô. Tem até roda-gigante dentro.

    As empanadas vêm com formatos variados para diferenciar os sabores.

    A famosa parrillada assusta muitos brasileiros que não estão acostumados com churrasco de rins, estômago, intestino e salsichas feitas com sangue. Eu prefiro pedir um à la carte básico como um bife de lomo (filé mignon), bife de chorizo (contra-filé) ou o nosso favorito tapa de cuadril (picanha).

    O sorvete de doce de leite do Freddo é realmente uma delícia. As sorveterias estão por toda parte em Buenos Aires, principalmente nos centros comerciais. O sorvete de 1 bola do Freddo custa 18 pesos argentinos (R$7,50). A casquinha do Mc Donalds de doce de leite custa 5 pesos (2 reais) e também é muito boa, tem gosto de capuccino.

    Cervejas de litrão. A Quilmes é a marca argentina que tomamos muito.

    No centro de Buenos Aires encontramos os supermercados que temos no Brasil, o Carrefour e Dia. Eles têm garrafas de cerveja de todas as marcas na versão 1 litro. Inclusive Heineken, Stella Artois e Brahma. É o melhor lugar para comprar bebidas para deixar no frigobar do hotel. A água engarrafada tem um gosto estranho, mas é assim mesmo.

    Passear no país vizinho é muito divertido. É logo ali, mas é tudo bem diferente.

  • Delta do Tigre, Grande Buenos Aires

    Passeio de catamarã pelo Delta do Tigre. Um passeio bem turístico.

    Tigre é uma pequena cidade próxima à capital da Argentina, Buenos Aires. Pertence à Grande Buenos Aires, muito visitada pelos turistas principalmente para fazerem o passeio de catamarãs pelo Delta do Tigre (foz do Rio Paraná), formado por vários rios. De Buenos Aires à cidade de Tigre levamos 2 horas de ônibus.

    A cidade de Tigre, tanto quanto San Isidro, abriga casas enormes, luxuosas e cercadas de jardins floridos e imensos. Outra atração da cidade é o Puerto de Frutos, um centro de artesanatos e produtos regionais, mais movimentado aos finais de semana.

    Os passeio de barco variam de preço e de duração. O mais barato custa 40 pesos argentinos por pessoa (16 reais) com duração de 1 hora. Alguns passeios são mais longos, oferecendo até almoço durante o percurso.

    Muitos turistas aproveitam o passeio pelo Tren de la Costa para conhecer as cidades de San Fernando, San Isidro e Olivos, percorrendo as margens do Río de la Plata.

  • Feira de San Telmo – Buenos Aires

    Eu não sei quem compra este tipo de coisa, mas tem feiras assim no mundo inteiro.

    Sempre aos domingos, no bairro histórico San Telmo, em Buenos Aires, acontece a tradicional feira de antiguidades. As ruas ficam tomadas por barraquinhas, músicos, dançarinos de tango e outros artistas. Há vários restaurantes e cafés, muito bons, com música ao vivo e shows de tango.

    A feira lembra bem a feirinha da Praça Benedito Calixto, em São Paulo, mas em maior escala. Ou mesmo a feira do Masp ou da Redenção, aos domingos, em Porto Alegre. Objetos antigos, garrafas, bonecas, pratarias, discos, móveis e vários outros cacarecos. Vimos feiras assim em Montevidéu, Uruguai, também.

    O que eu mais gostei foi de um grupo de músicos tocando e cantando músicas de tango. Eles tinham uma orquestra completa, com violinos e até um piano no meio da rua. O cantante era muito bom, foi o que mais me chamou a atenção na feira. O grupo tinha CDs à venda e divulgavam alguns shows na capital portenha.

  • Escultura Floralis Genérica – Buenos Aires

    Escultura 'Floralis Generica', localizada no bairro Recoleta, em Buenos Aires.

    Esta imponente escultura de 20 metros de altura, localizada na Praça Nações Unidas no bairro Recoleta, foi doada à Cidade de Buenos Aires por seu autor, o arquiteto argentino Eduardo Catalano.

    Foi feita em aço inoxidável e alumínio e pesa 18 toneladas. É a primeira escultura em movimento controlada por um sistema hidráulico e células fotoelétricas. As pétalas se abrem de dia, às 7:30h, e se fecham de noite, às 20.30h. Em datas especiais (25 de maio, 21 de setembro, 24 e 31 de dezembro) permanece aberta durante as 24 horas do dia.

    A obra foi inaugurada em 13 de abril de 2002. Seu nome, ‘Floralis Genérica’, é uma homenagem à todas as flores. Trata-se da projeção de um sonho de seu criador, a de construir uma estrutura em grande escala que reflete o dinamismo de nosso tempo.

  • Cemitério da Recoleta – Buenos Aires

    Cementerio de la Recoleta, no bairro nobre em Buenos Aires, Argentina.

    No bairro nobre Recoleta, em Buenos Aires, se encontra, rodeado de jardins e populares áreas de lazer, o Cementerio de la Recoleta.

    Dentre várias personalidades da história portenha está enterrada a María Eva Duarte de Perón (Evita Perón), além de vários políticos e escritores.

    Evita Perón foi a primeira-dama da Argentina, defensora dos pobres e miseráveis e considerada praticamente uma santidade na Argentina. Morreu aos 33 anos com câncer no útero. Foi embalsamada, levada para a Itália (1955), Espanha (1973) e, posteriormente, para a Argentina (1974), no jazigo da Família Duarte.

  • Recoleta – Buenos Aires, Argentina

    Show com artistas e feira de artesanatos aos domingos em Recoleta, bairro de Buenos Aires.

    O bairro Recoleta também é um bairro nobre, um dos mais valorizados e elegantes da capital portenha. É a maior concentração de atrações turísticas como a Biblioteca Nacional, Museo de Bellas Artes, Plaza Francia, Palais de Glace, Centro Cultural Recoleta, Cemitério da Recoleta (próximo post) e Shopping Buenos Aires Design. É comparado à luxuosa Paris.

    Faculdade de Direito, um dos prédios mais bonitos de Buenos Aires.

    Obra exposta na entrada do Museu Palais de Glade, em Recoleta.

    Aos finais de semana acontece a feira de artesanatos e shows no gramado da Plaza Torcuato de Alvear. Me lembrou as tardes de domingo em Porto Alegre, na Redenção, o pessoal tomando chimarrão com os amigos ou passeando com o cachorro.

    No Recoleta estão os restaurantes, cafés e boutiques mais frequentados pelos turistas. Experimentamos o famoso bife de chorizo em um restaurante tradicional do Recoleta. Estava bom, mas nada de especial para nós, brasileiros.

  • Zoo Buenos Aires, Argentina

    São 18 hectares para serem explorados. É só seguir o mapa que eles dão na entrada.

    Com mais de 2.500 animais, o Zoo Buenos Aires fica no bairro Palermo, na frente da Praça Itália, em Buenos Aires. É considerado um monumento histórico pela arquitetura dos edifícios onde são exibidos os animais, com o tema do país de sua origem.

    A entrada custa 34 pesos argentinos (14 reais). Tem a opção de pagar menos (22,50 pesos) sem as atrações como passeio de barco (meia volta em um lago), aquário, reptário e outras. As atrações não são muito boas, mas também não custam muito mais.

    São vendidas algumas comidinhas (rações nutritivas) para os visitantes, principalmente as crianças, alimentarem os animais. Alguns vêm bem perto, é possível alimentá-los direto na boca.

    Não é um passeio imperdível em Buenos Aires, mas para quem gosta de animais é uma excelente opção. Fomos de metrô, para bem na frente.

  • Palermo – Buenos Aires, Argentina

    Happy hour no Espacio DaDa, uma espécie de loja e restaurante alternativo.

    Palermo é o maior bairro de Buenos Aires, fica na área nobre da capital da Argentina, na região nordeste. É um dos bairros mais turísticos, com bares, restaurantes, lojas e muita área verde. Tem zoológico (próximo post), jardim botânico e planetário (estava fechado para reformas).

    Palermo é um bairro para se conhecer à pé. Em vários dias e noites.

    Entrada do Jardim Botânico de Buenos Aires. Lindíssimo e gratuito.

    O Jardim Botânico abriga 5.500 espécies vegetais e várias esculturas.

    Decoração em uma árvore, na frente de uma loja em Palermo.

    O bairro é dividido em Palermo Viejo, Palermo Hollywood e Palermo Soho. As lojas e bares do Palermo Soho são muito interessantes, no estilo mais alternativo. Aos finais de semana acontece uma feira de artesanatos, roupas e quadros. No Espacio Dada as pias do banheiro são feitas com privadas antigas.

    Os bares e restaurantes no Palermo Soho abrem no finalzinho da tarde.

    Experimentamos os nachos com guacamole e chopp no Espacio DaDa.

    Quadro exposto no Espacio DaDa, entre feirinhas de roupas e acessórios.

    Cardápio criativo do Espacio DaDa feito com capas de revistas argentinas antigas.

  • Esculturas no Museo Maguncia

    Exposição do artista Yoel Novoa, no Museo Maguncia, em Buenos Aires.

    Assim que chegamos no La Boca (bairro em Buenos Aires) para conhecermos o Caminito, demos de cara com o museu de papel, gravuras e estampas Maguncia. Uma das exposições era do artista Yoel Novoa, esculturas feitas com a técnica papel machê. A entrada é 5 pesos argentinos (por pessoa).

    Não é um estilo que agrada a todos. Eu adorei.

  • Caminito – La Boca, Buenos Aires

    Fachada no início do Caminito, um dos maiores atrativos de Buenos Aires.

    O Caminito é um dos símbolos de Buenos Aires, parada turística obrigatória. É uma rua no bairro La Boca, com museus, restaurantes, casas de madeira pintadas com cores vibrantes e bonecos decorativos nas janelas e fachadas.

    Os turistas tiram fotos com artistas fazendo poses como se estivessem dançando tango. As várias lojinhas vendem artigos de couro, lembranças de Buenos Aires e chocolates Havanna.

    Nos restaurantes é possível assistir a shows de tango na rua, músicos e outros artistas.

  • O Centro de Buenos Aires

    Foto no Ivan Express, uma padaria famosa da Calle Florida, centro de BsAs.

    Saímos do hotel de manhã (Hotel Milán, na Calle Montevideo) e fomos dar uma voltinha pelo centro da capital portenha.

    Com um mapa fornecido pelo hotel fomos seguindo a Av. Corrientes até chegar no monumento Obelisco. Andando um pouco mais percebemos que já estávamos perto das Galerías Pacífico na Calle Florida. Já aproveitamos e conhecemos o Microcentro inteiro. Comemos em um restaurante chino na praça de alimentação das Galerías Pacífico. Era um arroz integral com vários legumes, tinha até gengibre e abobrinha, um horror. Nada comparado ao nhoque à bolonhesa e vinho da noite passada.

    Detalhe do topo das Galerías Pacífico. O shopping é maravilhoso.

    Passeamos pela Plaza de Mayo, entramos no Museu del Bicentenario, passamos pelos principais pontos turísticos centrais de Buenos Aires. É tudo bem concentrado e muito fácil de achar tendo um mapa em mãos.

    Museu do Bicentenário, aberto em homenagem aos 200 anos da independência da Argentina.

    Chegamos até quase no bairro histórico San Telmo, tentamos entrar no tradicional Café Tortoni (estava lotado). Tudo estava muito cheio, parecia o centro de São Paulo, aquela multidão toda na rua.

    Café Tortoni. Desde 1926, no bairro San Telmo, centro de Buenos Aires.

    Puerto Madero e a Puente de la Mujer, um dos principais pontos turísticos de Buenos Aires.

    Esticando um pouco mais fomos parar no Puerto Madero. Voltamos para o hotel no final da tarde, quase de noite, antes da chuva.

  • Chegando em Buenos Aires

    Cotação do dia: 1 real = 2.50 pesos argentinos no Banco de La Nación Argentina.

    Após um longo percurso na capital paulista de Perdizes (bairro) até o Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), passando pela Estação de metrô Marechal Deodoro e Tatuapé, embarcamos no avião da Pluna, destino a Buenos Aires, com uma parada (que achamos muito demorada) em Punta Del Este, no Uruguai.

    A Pluna é mesmo como a minha irmã falou: não servem nada de graça ao contrário da Tam, que nos levou à capital uruguaia (Montevideo) em dezembro do ano passado e que teve até jantar. A água servida pela companhia aérea Pluna custa 3 dólares à bordo!

    Chegando em Buenos Aires, mudança de planos: ao invés de pousarmos no Aeroparque Jorge Newbery, acabamos descendo no aeroporto internacional de Buenos Aires, o Aeropuerto Internacional de Ezeiza Ministro Pistarini por causa do tempo fechado. Ou seja, bem mais longe do centro de Buenos Aires, onde estava o nosso hotel.

    O lado bom foi que pudemos trocar logo de cara alguns reais por pesos argentinos em uma ótima cotação no Banco de La Nación Argentina, o melhor lugar para se trocar o dinheiro no aeroporto aqui em Buenos Aires (dica de alguns blogs de viagens). 1 real estava valendo 2,50 pesos argentinos. No outro aeroporto não teríamos esta opção. Teríamos que pagar bem mais caro em alguma outra casa de câmbio para termos alguns trocados na carteira.

    O melhor é andar com a moeda local apesar de aceitarem real e dólar em vários lugares.

    Como estávamos somente com bagagem de mão ficou fácil encarar o ônibus circular público de Buenos Aires. Pegamos o número 8, que levou 2 horas para chegar até no centro, próximo ao Milán Hotel. Ao invés de pagar 170 pesos argentinos de táxi, pagamos 2 pesos ou R$0,80 cada (tem que ser pago com moedas), e levamos o dobro do tempo para chegar. Um interessante city tour noturno forçado com direito à música ao vivo cantada por um bêbado no ônibus (modinhas argentinas). Valeu a pena. Pegamos um táxi do ponto que descemos até o hotel por 16 pesos. Era logo ali.

  • Próximo destino: Buenos Aires

    Buenos Aires. Começamos a fazer no nosso mapa com pontos de interesse, no Google Maps.

    Passagem de ida e volta para Buenos Aires (saindo do aeroporto de Guarulhos, São Paulo) por 99 dólares + taxas (saiu no total de 189 dólares por pessoa). Compramos pelo site da companhia aérea Pluna. Dica do site de viagens Melhores Destinos. Ainda tem algumas promoções para Buenos Aires, mas talvez não por este preço.

    Ofertas Flash, do Booking.

    Melhor ainda: promoção do site Booking por email, Ofertas Flash. Hotel Milán, 52 reais por noite (economia de R$79,29 em cada diária). E inclui café da manhã. As fotos até que estão bem apresentáveis no site deles (o que não quer dizer nada).

    Não tem como evitar: ir de São José do Rio Preto (interior de São Paulo) a São Paulo para poder aproveitar a promoção do voo. 350 reais (ida e volta) entre combustível e pedágios e 5 horas de estrada monótona. Quase pegamos uma promoção da Tam, mas as datas e horários não davam certo.

    Estamos fazendo o roteiro básico com a ajuda do Google Maps (a casinha amarela no mapa, meio escondidinha é o hotel que vamos ficar, no centro, bem localizado) e filtrando as dicas básicas de alguns guias e blogs preferidos de viagens.

    Semana que vem estaremos conferindo tudo: voo, hotel, dicas e o famoso bife de chorizo argentino.

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Comentários

  • João Pedro Benacchio: Pessoal não fui eu quem escreveu esse...
  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...