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  • Índios Pataxós – sul da Bahia

    Índio pataxó posando para turistas na praia de Coroa Vermelha, Bahia.

    Os índios pataxós estão concentrados, em sua maioria, no sul da Bahia, mais precisamente na Costa do Descobrimento, região de Porto Seguro. Vimos os índios em Santa Cruz Cabrália e na parte histórica de Porto Seguro. Em Arraial d’Ajuda e Trancoso não vimos nenhum, talvez porque tem que atravessar a balsa para chegar.

    Vimos reservas indígenas, lojas de artesanato para turistas (onde só eles trabalham) e índios ambulantes. Nas lojas percebemos que eles se ‘vestem’ de índio assim quando chegam no trabalho. Ou seja, no dia-a-dia a maioria se veste com roupa normal.

    Escultura de índio no corredor de lojas de artesanato em Coroa Vermelha.

    Reserva da Jaqueira, na estrada que vai para Santa Cruz Cabrália, Bahia.

    Loja dos índios pataxós, na entrada da cidade de Santa Cruz Cabrália.

    Eu e o Franky, no 'máximo do turismo', em Coroa Vermelha, sul da Bahia.

    Compramos 2 destes passarinhos para colocar na varanda da chácara.

    O artesanato indígena é baseado em artefatos feitos de madeira, penas e sementes. Os que mais vendem são as travessas de madeira com desenhos temáticos do sul da Bahia. Fazem pentes, colheres, objetos de decoração, colares de sementes coloridas.

    Nós adoramos uns passarinhos de madeira presos por uma linha comprida, intercalando sementes para pendurar de enfeite. O rabinho deles é feito de pena e roda como uma hélice quando venta.

    E assim terminam os posts sobre a viagem de 15 dias que fizemos para o sul da Bahia, em novembro de 2012.

  • Baianas & Acarajés – Bahia, Brasil

    Acarajé que comemos em Arraial d'Ajuda (Bahia), na Rua Mucugê.

    Tipicamente baianos, a massa dos acarajés são feitos com feijão fradinho, temperados com cebola e sal.

    Depois de fritos no azeite de dendê, eles são cortados ao meio e recheados com camarão seco, caruru (feito com quiabo), vatapá (uma mistura grossa que geralmente é feita com farinha de rosca, pimenta malagueta, leite de côco, cebola, tomate, azeite de dendê, amendoim, gengibre e castanha de caju), vinagrete e molho de pimenta.

    Os acarajés de hoje não são mais como os de antigamente, ‘pegando fogo’ (de tão apimentados). Eles vêm praticamente sem nenhuma pimenta e o freguês coloca o molho na quantia que desejar. É para todo turista poder experimentar. O Franky, que nunca tinha comido antes, gostou.

    Por onde passamos, pelo sul da Bahia (Porto Seguro, Trancoso, Arraial d’Ajuda, Santa Cruz Cabrália) vimos sempre alguma baiana servindo os acarajés, principalmente em pontos turísticos, que custavam entre 4 e 7 reais cada.

  • Esculturas de Zacura – Arraial d’Ajuda

    Esculturas de Mariza Zacura, na estrada entre Arraial d'Ajuda e Trancoso, na Bahia.

    Era finalzinho da tarde quando resolvemos entrar em uma chácara, no meio da estrada, voltando de Trancoso (Bahia), onde vimos uma escultura enorme de uma mulher gordinha usando vestido vermelho de bolinhas brancas. A placa dizia: Zacura Esculturas (estrada Arraial d’Ajuda – Trancoso, km 3).

    Conversando com a artista Mariza Zacura, descobrimos que ela já esteve até em São José do Rio Preto (do lado onde moramos, em Guapiaçu, interior de São Paulo) expondo suas obras em uma exposição coletiva de esculturas.

    Ela mostrou seus jardins, suas várias esculturas ao ar livre e seu atelier. A maioria de suas esculturas tem como base arame e jornal. Depois são trabalhadas em cima e pintadas.

    Trocamos idéias sobre arte, chácaras, cachorros e galinhas.

  • Artesanato da Bahia – Brasil

    'Macuco Artesanato', uma das maiores lojas de artesanatos em cerâmica da região.

    Potes e vasos de cerâmica, objetos para decoração, artesanato com bambu, madeira e côco estão sempre nas lojinhas em todos os lugares do sul da Bahia.

    O artesanato que também predomina na região são os dos índios pataxós, que eu vou postar depois, separadamente.

    A maior quantidade de lojas está concentrada em Coroa Vermelha (em Santa Cruz Cabrália) e na Passarela do Álcool, em Porto Seguro.

  • Arte em Arraial d’Ajuda

    Andando à pé pelas ruas de Arraial d'Ajuda encontramos muitas obras de arte.

    Esta é uma pequena amostra de algumas coisas interessantes que vimos pelas ruas de Arraial d’Ajuda.

    Trabalhos com azulejos coloridos, pratos e canecas quebradas, quadros, dragões esculpidos em madeira da loja Terima Kasih, bonecos em papier mache e quadros coloridos. Na praia, um bar todo decorado com bóias e apetrechos de pescador.

  • Arraial d’Ajuda – Bahia

    Os vários bares e restaurantes ficam abertos até tarde da noite na rua Mucugê.

    Arraial d’Ajuda é um distrito de Porto Seguro, na Bahia. A rua principal é a Mucugê, pertinho de onde ficamos hospedados por 4 noites, na Pousada Lua Azul.

    'Pousada Lua Azul', em Arraial d'Ajuda.

    Caipirinha de pinga na 'Cabana Arapati', praia do Mucugê, Arraial d'Ajuda.

    Projeto Coral Vivo, em Arraial d'Ajuda.

    Jardim na frente da loja 'Terima Kasih', uma das lojas mais bonitas que eu já vi.

    As praias são mais tranquilas que em Porto Seguro, menos movimentadas.

  • Porto Seguro de carro

    A Bahia é para se conhecer aos poucos, sem pressa, nos mínimos detalhes.

    Acabamos de voltar de uma viagem de 15 dias de carro para a Bahia. Saímos de Guapiaçu, interior de São Paulo, vizinha de São José do Rio Preto, no dia 3 de novembro.

    De Guapiaçu fomos para São Thomé das Letras, Minas Gerais (7 horas de viagem), cidade que eu sempre tento incluir em nosso roteiro de viagem.

    De São Thomé fomos para Itabira, MG, a terra do Drummond. Ficamos no hotel Premium Executive, muito bom. Foram umas 6 horas de São Thomé.

    Guapiaçu, São Thomé das Letras, Itabira, Conceição da Barra e Porto Seguro.

    De Itabira viajamos para Conceição da Barra, Espírito Santo, o trecho mais longo que fizemos, de quase 9 horas de viagem. O percurso inclui a entrada e saída em cidades pequenas com pouca sinalização. E o GPS não funciona direito nestas áreas. Na ida ficamos na Pousada Mirante e na volta Pousada do Sol.

    'Pousada do Sol', direto na praia em Conceição da Barra, Espírito Santo.

    E de Conceição fomos para Arraial d’Ajuda, Bahia, mais 6 horas de viagem, onde ficamos 4 noites (Pousada Lua Azul). Atravessamos a balsa de Arraial para Porto Seguro (Hotel Costa Verde) e ficamos 5 noites.

    Apesar do tempo chuvoso, tivemos muita sorte durante a viagem toda. As chuvas eram geralmente à noite. De dia, no máximo um chuvisco.

    É uma viagem tranquila se for feita por partes, como fizemos. A vantagem é estar de carro o tempo todo, podendo levar tudo o que quiser, comprar coisas maiores (como um berimbau grande, como fizemos), levar cadeiras de praias (que não usamos, só atrapalharam).

    E de carro pegamos estradas de terra em São Thomé/MG e em Trancoso/BA. Conhecemos tudo em Coroa Vermelha/BA (onde ficam as melhores praias e cabanas) e Santa Cruz Cabrália/BA.

    Aí, na volta, fizemos o mesmo percuso inverso. No sábado, dia 17 de novembro, pegamos até um festival em São Thomé das Letras, com bandas de rock na pirâmide durante o pôr-do-sol.

    Festival 'Pôr do Rock de São Tomé das Letras' (Minas Gerais), na pirâmide.

    Tudo foi perfeitamente bem, nenhum problema no carro, todas as reservas feitas antecipadamente pelo site Booking.com. Os próximos posts terão fotos de cada lugar que visitamos.

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Comentários

  • João Pedro Benacchio: Pessoal não fui eu quem escreveu esse...
  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...