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  • Final de Outubro

    Hoje meus pais e minha irmã foram votar. Eu não pude, pois meu título de eleitor está vencido e só poderei reativá-lo após as eleições, pagando multa das últimas eleições que eu não estive aqui. Mas também, mesmo que eu pudesse votar, não saberia para quem. Não vi muita vantagem nos candidatos atuais.
    Rodadas de saque-bomb, uma maluquice do Sílvio, no churrasco de ontem.

    Rodadas de saquê-bomb, uma maluquice do Sílvio, no churrasco de ontem.

    Hoje meus pais e minha irmã foram votar. Eu não pude, pois meu título de eleitor está vencido e só poderei reativá-lo após as eleições, pagando multa das últimas eleições que eu não estive aqui. Mas também, mesmo que eu pudesse votar, não saberia para quem. Não vi muita vantagem nos candidatos atuais.

    Eu acabei não postando mais, desde a viagem para São Paulo. É que não deu tempo, aliás, tempo é o que mais anda faltando. Minha irmã defendeu a tese dela de doutorado na área de biologia no campus da USP, a cidade universitária. Foi aprovada, ela está muito feliz.

    Assistimos à apresentação da minha irmã e deixamos ela com a banca respondendo às perguntas durante 4 horas. Enquanto isso a gente ficou passeando pela USP, visitamos os museus da Geologia, Arqueologia e Oceaonografia. Todos gratuitos.

    Depois, no final da tarde emendamos a noite com a comemoração no bar ali mesmo na USP com alguns amigos da Fabi, uma festa simples de faculdade, daquelas de cerveja barata em copos plásticos e salgadinhos de saquinho e música alta. Bem com a cara do pessoal da biologia, simples e improvisado.

    Voltando à Rio Preto, aproveitamos o embalo e fomos comemorar novamente no happy hour do pesque-pague em Cedral. Buffet à vontade com peixes, sushi, camarão e outras coisas boas. A comilança não para mais.

    Aí, ontem, juntamos na chácara para mais um churrasco com alguns bons amigos. Muita carne, cerveja e coquetéis. Depois de tudo isso eu terei que fazer até um regiminho.

    Novembro será um mês comportado, o mês da arrumação.

  • Pesque-Pague de Cedral

    Franky pescando pela primeira vez, no pesque-pague de Cedral.

    Franky pescando pela primeira vez, no pesque-pague de Cedral.

    O Franky nunca tinha pescado na vida, não é costume de alemão. Meu pai, que adora pescar, resolveu levá-lo para o pesque-pague de Cedral, aqui pertinho da chácara em Guapiaçu, cidade vizinha.

    Os pesque-pagues são muito comuns no Brasil, principalmente no interior do estado de São Paulo. Aqui na redondeza tem vários, geralmente em cidades menores. Oferecem o lazer da pesca esportiva, sistema ‘pesque e solte’ e vendas dos peixes por quilo. Geralmente eles têm um ótimo restaurante também.

    Para aprender a pescar, colocar a isca no anzol, arremessar a linha para o meio do rio, fisgar e conseguir pegar o peixe, o melhor mesmo é aprender em um pesque-pague vazio como estava hoje, sexta-feira à tarde, só tinha a gente no pesqueiro inteiro.

    As iscas eram mortadela em quadradinho, filé de tilápia (não funcionou) e ração de cachorro (Lua). A ração e a mortadela deram certo. Essa da ração de cachorro o meu pai aprendeu um dia destes. Molha a ração na pinga e deixa secar. Aí ela fica macia e não se desmancha no anzol.

    Tilápias eram o que eles mais pegaram. Pegaram de monte, mas quase todas bem pequenas. Meu pai pegou um outro, ele acha que é matrinchã.

    O pesque-pague estava vazio neste horário, só tinha a gente.

    O pesque-pague estava vazio neste horário, só tinha a gente.

    Franky e seu primeiro peixe, uma tilápia pequena.

    Franky e seu primeiro peixe, uma tilápia pequena.

    Meu pai e o peixe que ele acha que era matrinchã.

    Meu pai e o peixe que ele acha que era matrinchã.

    Este pesque-pague é um dos melhores da região de São José do Rio Preto.

    Este pesque-pague é um dos melhores da região de São José do Rio Preto.

    Eu e minha mãe só ficamos olhando, a gente estava com muita preguiça de pescar depois do almoço ali no pesqueiro. Comemos porção de badejo à milanesa, bolinhos de bacalhau e uma caldeirada com frutos do mar. Muito boa a comida de lá.

    O meu pai não gosta muito do sistema pesque-pague, ele prefere ir para o rio, de barco a motor com os amigos. Nesta época está muito ruim de peixe e muito quente, então ele não tem ido. A pesca anda muito difícil ultimamente.

    Eu não sou muito de pescaria, meu pai nasceu para isso. O Franky teve hoje sua primeira experiência com peixes. Ele leva jeito e até aprendeu a pescar com molinete. O que ele não gostou foi de pegar o peixe na mão e tirar o anzol da boca. Faz parte da pescaria.

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Comentários

  • João Pedro Benacchio: Pessoal não fui eu quem escreveu esse...
  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...