News Stories

  • Chegando em Buenos Aires

    Cotação do dia: 1 real = 2.50 pesos argentinos no Banco de La Nación Argentina.

    Após um longo percurso na capital paulista de Perdizes (bairro) até o Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), passando pela Estação de metrô Marechal Deodoro e Tatuapé, embarcamos no avião da Pluna, destino a Buenos Aires, com uma parada (que achamos muito demorada) em Punta Del Este, no Uruguai.

    A Pluna é mesmo como a minha irmã falou: não servem nada de graça ao contrário da Tam, que nos levou à capital uruguaia (Montevideo) em dezembro do ano passado e que teve até jantar. A água servida pela companhia aérea Pluna custa 3 dólares à bordo!

    Chegando em Buenos Aires, mudança de planos: ao invés de pousarmos no Aeroparque Jorge Newbery, acabamos descendo no aeroporto internacional de Buenos Aires, o Aeropuerto Internacional de Ezeiza Ministro Pistarini por causa do tempo fechado. Ou seja, bem mais longe do centro de Buenos Aires, onde estava o nosso hotel.

    O lado bom foi que pudemos trocar logo de cara alguns reais por pesos argentinos em uma ótima cotação no Banco de La Nación Argentina, o melhor lugar para se trocar o dinheiro no aeroporto aqui em Buenos Aires (dica de alguns blogs de viagens). 1 real estava valendo 2,50 pesos argentinos. No outro aeroporto não teríamos esta opção. Teríamos que pagar bem mais caro em alguma outra casa de câmbio para termos alguns trocados na carteira.

    O melhor é andar com a moeda local apesar de aceitarem real e dólar em vários lugares.

    Como estávamos somente com bagagem de mão ficou fácil encarar o ônibus circular público de Buenos Aires. Pegamos o número 8, que levou 2 horas para chegar até no centro, próximo ao Milán Hotel. Ao invés de pagar 170 pesos argentinos de táxi, pagamos 2 pesos ou R$0,80 cada (tem que ser pago com moedas), e levamos o dobro do tempo para chegar. Um interessante city tour noturno forçado com direito à música ao vivo cantada por um bêbado no ônibus (modinhas argentinas). Valeu a pena. Pegamos um táxi do ponto que descemos até o hotel por 16 pesos. Era logo ali.

  • Próximo destino: Buenos Aires

    Buenos Aires. Começamos a fazer no nosso mapa com pontos de interesse, no Google Maps.

    Passagem de ida e volta para Buenos Aires (saindo do aeroporto de Guarulhos, São Paulo) por 99 dólares + taxas (saiu no total de 189 dólares por pessoa). Compramos pelo site da companhia aérea Pluna. Dica do site de viagens Melhores Destinos. Ainda tem algumas promoções para Buenos Aires, mas talvez não por este preço.

    Ofertas Flash, do Booking.

    Melhor ainda: promoção do site Booking por email, Ofertas Flash. Hotel Milán, 52 reais por noite (economia de R$79,29 em cada diária). E inclui café da manhã. As fotos até que estão bem apresentáveis no site deles (o que não quer dizer nada).

    Não tem como evitar: ir de São José do Rio Preto (interior de São Paulo) a São Paulo para poder aproveitar a promoção do voo. 350 reais (ida e volta) entre combustível e pedágios e 5 horas de estrada monótona. Quase pegamos uma promoção da Tam, mas as datas e horários não davam certo.

    Estamos fazendo o roteiro básico com a ajuda do Google Maps (a casinha amarela no mapa, meio escondidinha é o hotel que vamos ficar, no centro, bem localizado) e filtrando as dicas básicas de alguns guias e blogs preferidos de viagens.

    Semana que vem estaremos conferindo tudo: voo, hotel, dicas e o famoso bife de chorizo argentino.

  • Mercado Municipal de São Paulo

    O sanduíche de mortadela do Mercado Municipal é famoso no mundo inteiro.

    Aproveitando a volta de Montevidéu, Uruguai, pelo aeroporto de Guarulhos, resolvemos passar alguns dias em São Paulo.

    Fomos ao Mercado Municipal de São Paulo, ponto turístico brasileiro, especialmente para comer o tradicionalíssimo sanduíche de mortadela do Hocca Bar.

    Os outros lanches são bons também, mas tradicional mesmo é o de mortadela.

    Tivemos que aguardar alguma mesa vazia na hora do almoço.

    Chopp claro ou escuro na promoção. Compre 1 e ganhe outro.

    O bar, que atende desde 1952, fica na parte superior do mercado. Como era hora do almoço tivemos que enfrentar uma fila grande para pegar a senha e aguardar.

    O sanduíche mais pedido e premiado é o Belíssima (15 reais). Camadas exageradas de mortadela Ceratti, queijo e tomate seco. Pedimos também o Combo (16 reais), a versão com carne também. O suco de melancia com hortelã é delicioso.

    Aproveitamos a promoção do chopp (compre 1 e ganhe 1) a partir das 14h. O pastel de bacalhau (12 reais), recheadíssimo e também famoso, ficará para a próxima.

    Como estamos na época das compras para as festas natalinas e ceias, o mercado estava ainda mais cheio. O Mercado Municipal de São Paulo é excelente para compras de frutas secas, castanhas, pimentas, azeites, frutas exóticas, camarão e bacalhau.

  • Viagem para Montevidéu, Uruguai

    Aeropuerto de Carrasco. Gatos, cachorros e pinguins coloridos do artista William Sweetlove.

    Fomos eu, o Franky, a Helô e a mãe dela, Neusa, por 5 dias de viagem para Montevidéu, no Uruguai.

    De Guapiaçu (interior de São Paulo, do lado de São José do Rio Preto), fomos de carro nós 2 (5 horas de viagem e vários pedágios) para nos encontrarmos com elas depois, no aeroporto de Guarulhos, SP. Deixamos o carro na casa do tio Tadao, fomos de ônibus e metrô para o aeroporto de Cumbica.

    Exposição que vai até 15 de dezembro. Alguns cachorros carregam uma espécie de garrafa.

    São vários animais coloridos espalhados pelo aeroporto. Na parte interna e externa.

    São Paulo é bem comum essa corrida maluca em 4 modalidades misturadas: carro, ônibus, metrô e à pé. É, sem dúvida, a parte mais difícil de qualquer viagem internacional: chegar no aeroporto de São Paulo.

    Decidimos de última hora pegamos a promoção da Pluna dos 75 anos. A passagem custou 75 dólares ida e volta + taxas. Acabou saindo 335 reais para cada. Bem barato.

    O mais interessante é que não fomos de Pluna. Chegamos lá e era Tam. Estranho, mas até melhor. A minha irmã já viajou de Pluna e não gostou, falou que eles não servem nem água de graça. A Tam tem todas as refeições inclusas, além das balinhas de leite. Adoramos.

    De São Paulo a Montevidéu é rapidinho. 2 horas e 10 minutos de voo. O Aeroporto Internacional de Carrasco é lindo, bem diferente do de Guarulhos. Foi a primeira vez que o Franky viajou com o documento de permanência brasileira. É praticamente um brasileiro.

    Ficamos no Hotel Bahamas em Carrasco, a 5 minutos do aeroporto. Hotel aceitável, não dos melhores, não dos piores. Por 71 dólares a noite, bem localizado, com 2 supermercados grandes próximos, quase de frente para o hotel, o Macro Mercado e o Geant.

    Hotel Bahamas em Montevidéu. O mais em conta que encontramos na categoria decente.

    Casinha no estilo europeu no bairro Carrasco, próximo ao Hotel Bahamas.

    O café da manhã do hotel é muito bom, a manteiga e o queijo, como já era de se esperar, tem uma qualidade melhor sim, que os produtos brasileiros.

  • Montevidéu por 75 dólares ida e volta

    Promoções assim não dá para perder. Compramos as passagens pelo Submarino Viagens.

    A companhia aérea Pluna está completando 75 anos e lançou na internet esta promoção de passagens para Montevidéu, Uruguai. Dá para comprar pelo próprio site da Pluna, Submarino Viagens, Americanas ou todos os outros sites mais conhecidos de viagens.

    São voos saindo de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre e Brasília por 75 dólares. Com taxas e tudo sai por 147 dólares ida e volta por pessoa. São promoções válidas para compras até o dia 4 de dezembro.

    A parte mais difícil para quem mora no interior, como é o nosso caso, é ir até a capital para aproveitar a promoção. De São José do Rio Preto vamos à São Paulo, deixamos o carro no estacionamento do aeroporto e em menos de 3 horas de voo estaremos na capital uruguaia.

  • Moda de Rock – Viola Extrema

    Esqueci de levar a minha câmera fotográfica. É para isso que servem as fotos divulgação.

    Dando início à programação de junho, o Sesc Rio Preto apresentou o show dos violeiros-roqueiros Ricardo Vignini e Zé Helder em um projeto (Moda de Rock – Viola Extrema), como eles mesmos dizem, maluco, misturando clássicos do rock com moda de viola. Foi ontem na lanchonete do Sesc, às 21h30.

    A dupla seguiu rigorosamente o repertório divulgado pelo DiárioWeb, tocando músicas do Jethro Tull, Led Zeppelin, Ozzy Osbourne, Pink Floyd, Metallica, Sepultura (sequência de minha preferência) e outras do Nirvana, Jimi Hendrix, Megadeth, The Beatles, Iron Maiden. Tocaram até Tião Carreiro e Pardinho (em tema de festa junina vale tudo).

    Nada mal para uma quarta-feira à noite, e ainda por cima de graça. Até a Helô, a nossa amiga que foi com a gente e não gosta de rock, gostou do show.

  • De Kailua a São José do Rio Preto

    Última foto tirada no Havaí, em Honolulu, indo para o aeroporto internacional.

    A nossa última semana foi que nem final de novela. Tudo acontecendo ao mesmo tempo, muita expectativa e dando tudo certo no final.

    Bem, resumindo, porque não tive tempo nem de postar no blog tamanha a correria, entregamos o studio, recebemos de volta o nosso depósito do aluguel, zeramos a nossa conta no Bank of Hawaii, alugamos carro, fizemos comprinhas em Honolulu e começamos a jornada rumo à São José do Rio Preto.

    De Kailua fomos para Honolulu bater pernas até dar a hora de devolvermos o carro na locadora de veículos e pegarmos o primeiro voo. De Honolulu fomos parar em Los Angeles pela American Airlines, um avião ‘caindo aos pedaços’, bem velho. Mais de 5 horas de voo e eles não serviram nem uma bala. Já sabíamos disso, fomos preparado com ‘marmitas orientais’ do Shirokiya. Os voos domésticos dos Estados Unidos são os piores, como sempre.

    De Los Angeles, ‘voltamos’ para San Francisco pela American Airlines. Vai entender estas conexões. É tudo pelo melhor preço. De San Francisco pegamos o voo da companhia aérea LAN. Nunca tínhamos viajado pela LAN, achamos o serviço excelente apesar da confusão de lugares (reservamos os acentos juntos, mas vieram separados no bilhete, eles mudaram depois).

    A LAN, assim como outras companhias da América Latina como a Avianca e TAM, têm aviões novos, um ótimo serviço de bordo e refeições decentes. Tivemos uma parada em Lima, no Peru (de 1 hora) para abastecimento. E de Lima voamos até o aeroporto de Guarulhos.

    A viagem foi tão longa que perdemos a noção de dia e noite, fuso horário e tudo mais. Não sabemos nem ao certo quanto tempo durou a viagem toda, só sei que conseguimos chegar inteiros no Brasil. Todos os voos foram pontuais, nenhum imprevisto, a bagagem estava toda lá em Guarulhos, tudo certinho.

    De Guarulhos pegamos o ônibus do Airport Service para a Barra Funda (33 reais cada). E finalmente da Barra Funda pegamos o ônibus da San Raphael para São José do Rio Preto. Olha, passear no Havaí não é ir até a esquina não. É ‘a’ viagem. Ou ‘a’ milhagem.

    Estamos ainda totalmente fora dos eixos, dormindo de dia e acordando no meio da noite. Estamos tentando resolver os problemas básicos como internet, celular e carro para podermos ficar de vez na chácara em Guapiaçu. Nosso mundo ainda está de ponta cabeça.

  • Dica de Animação Francesa

    Gente, é muito legal este filme. É um humor bem diferente, eu adorei!

    Outra dica de filme de animação é o maravilhoso e criativo Panique Au Village (A Town Called Panic, em inglês), de 2009. Assisti pelo abençoado NetFlix em francês, com legendas em inglês. Tem no YouTube o filme inteiro (legendado também) dividido em 6 partes, para quem se interessar.

    Pena que não funciona o NetFlix no Brasil e teremos que cancelar o contrato quando deixarmos os Estados Unidos. Talvez tentaremos o serviço de acesso às páginas americanas (no Brasil) que eu vi na internet outro dia destes, mas deve ser meio lento, não sei se vai funcionar.

    (esta é a primeira parte do filme, no YouTube tem o resto)

    Sobrevivemos muito bem ao final de semana sem carro, arrumando as coisas aqui no studio para a viagem. Já deixamos o carro reservado para os últimos dias, alugamos pela Thrifty por 30 dólares a diária, nada mal. Ah, e fizemos a nossa parte no Earth Hour (Hora do Planeta), 1 hora no escuro.

    Viajar do Havaí para o Brasil é uma viagem longa e cansativa. Olhando ‘de perto’ os voos, vão ser 3 paradas: em Los Angeles, San Francisco e Peru. Os voos vão ser pela American Airlines e Lan. No Peru a Lan vai dar apenas uma ‘paradinha’ de 1 hora para abastecer, os passageiros nem descem do avião.

    Vão ser aproximadamente 28 horas no total, sem contar na viagem de Guarulhos – São Paulo – São José do Rio Preto. A gente pretendia ir de avião, mas os horários não batem. Vamos de Cometa novamente.

    Vi nos noticiários que no Havaí está tendo dengue também, não é só no Brasil não. Mas aqui os casos são poucos. Mas tem. Eu não sei porque, mas eu tenho certeza que vou pegar dengue no Brasil. Quase todo mundo que eu conheço já pegou. E não pega só uma vez não, são 4 tipos de dengue, sendo que a segunda vez é mais grave que a primeira.

    E tomara que pare de chover na região de Rio Preto. Eu torci para chover direto enquanto a gente estivesse fora do Brasil (e não parou mesmo, desde dezembro) para aguar as plantas da chácara em Guapiaçu (do lado de São José do Rio Preto), mas agora chega, a gente já está voltando.

  • Notícias de Guapiaçu

    Zinha, flor comum, mas que só tínhamos na cor vermelha e laranja. Agora está dando rosa também.

    Zinha, flor comum, que só tínhamos na cor vermelha. Agora está dando rosa também.

    Não é porque estamos morando no Havaí que não estamos por dentro de tudo o que se passa em ‘Guapiaçu City’, interior de São Paulo, do lado de São José dos Rio Preto, onde meus pais têm uma chácara e onde passamos os nossos últimos 5 meses antes de virmos parar aqui.

    Antes de virmos para cá ensinamos o meu pai a tirar fotos com a câmera digital que demos para eles, passar para o computador com cartão SD e enviar pela conta de emails deles, do Yahoo!. Meu pai mesmo nunca tinha mandando email antes, só a minha mãe. Eles já tinham aprendido a usar Skype fazia um tempo já para poderem falar com as filhas que não param quietas.

    Nós plantamos estas berinjelas e jamais achávamos que iriam evoluir das folhas raquíticas e furadas.

    Nós plantamos estas berinjelas e jamais achávamos que fossem evoluir.

    Graviola enorme que deu na chácara. Estas fotos são todas do meu pai.

    Graviola enorme que deu na chácara. Estas fotos são todas do meu pai.

    O bom é que o programa de email do Yahoo!, tem uma opção de redução de fotos automática que já salva a foto no email com um tamanho padrão, evitando enviar aquelas fotos enormes que nem dá para ver direito depois e demora para serem enviadas. Colocamos no automático também a função de gravar as fotos na pasta certa do computador, já com a janela para digitar o nome das fotos.

    Sabemos tudo sobre a nossa horta na chácara, dos vizinhos, dos bichos e das safadezas da nossa cachorra Lua, que agora é quase adulta (em abril completa 1 ano). A Lua começou a latir, antes não latia. E para piorar, minha mãe disse que ela ‘tem voz de homem’, late igual a um cachorro macho grande. Ela vai todos os dias para Guapiaçu com meus pais de manhã e volta para sua coleção de ossos em Rio Preto.

    A cachorrinha Luinha virou Luão, o cachorrão. Mas continua boazinha, de vez em quando.

    A Luinha virou Luão e fica na sala agora. Continua boazinha, de vez em quando.

    Já estamos planejando como será a nossa volta. A primeira coisa que vamos fazer, além do churrasco com os amigos (que também sentem falta da chácara), é comprar um carrinho mais ou menos, um utilitário que dê para carregar a Lua e coisas de chácara. Enquanto isso estamos com um olho aqui e outro lá.

  • Chegamos no Havaí

    O aeroporto do México é lindo, novo e moderno. Tem até galeria de artes.

    O aeroporto do México é lindo, novo e moderno. Tem até galeria de artes.

    Eu já perdi totalmente a noção de dia e noite faz tempo. A gente acabou de tirar um cochilo dentro do carro mesmo, na frente do Walmart de Pearl City, uma cidade ao lado de Honolulu, onde a gente fez quase toda compra da listinha ‘piloto automático’ que a gente tinha preparado anteriormente. Compramos quase todo o necessário.

    Chegamos ontem, lá pelas 9 horas da noite, estava meio chuviscando (ainda está). Mas quente, como sempre, o clima é bem parecido com o interior de São Paulo, então não dá tanta diferença assim apesar do fuso horário.

    De São José do Rio Preto fomos à São Paulo. Do terminal da Barra Funda, pegamos o metrô até o Tatuapé (saiu de graça porque a gente tinha os bilhetes que a minha irmã deu para a gente), quase fomos sufocados pelo horário do rush (como já era esperado), pegamos o ônibus da EMTU (3,80 reais cada) para Guarulhos e chegamos em 1 hora e meia a salvos no aeroporto de Cumbica.

    Do aeroporto de Guarulhos fomos para o México (Mexico City) com a companhia AeroMexico. Excelente serviço, não temos do que reclamar. Até a comida estava boa. Com a mesma companhia fomos do México para Los Angeles. Não passamos frio, ainda bem.

    Aí foi ir de Los Angeles até Honolulu com o Hawaiian Airlines. Ótimo serviço também, como sempre, mas o ar condicionado estava gelado demais. Sobrevivemos à interminável viagem ao Havaí.

    O melhor é chegar no clima morno e aconchegante do Havaí. Chinelos e bermuda.

    O melhor é chegar no clima morno e aconchegante do Havaí. Chinelo e bermuda.

    No aeroporto já pegamos o carro, um excelente carro, o Caliber da Dodge, o mesmo modelo que a gente pegou na Big Island, uma das ilhas do Hawaii um pouco antes de irmos para o Brasil, no meio do ano.

    E estamos aqui, estacionados na frente do Walmart, esperando amanhecer e usando a conexão Wi-Fi gratuita do Starbucks (cafeteria) que antes cobrava pelo serviço de internet e agora, já que todo mundo está dando de graça aqui, resolveram parar de cobrar.

    Me sinto em casa. Afinal, foi nos Estados Unidos que eu passei os meus últimos 6 anos. Tudo é fácil aqui, tranquilo e seguro. Aloha!

  • Hawaii daqui a 1 semana

    Não é exagero não, o Hawaii é bonito assim mesmo.

    Não é exagero não, o Hawaii é bonito assim mesmo.

    Resolvemos pegar o Cometão mesmo para irmos para São Paulo. Vai sair 75 reais cada, vamos descer no terminal da Barra Funda, em São Paulo. O preço promocional do ônibus Cometa, por apenas 63 reais, era apenas para determinados horários, ou seja, aqueles encalhados, que ninguém quer, inclusive a gente.

    Fomos ver na San Raphael o tal do ônibus VIP, que ia direto ao aeroporto de Guarulhos. Achamos caro: 120 reais cada mais uma taxa de 60 reais de um tal de translado, que eu nem sei para o que seria. Por que já não falam que custa 180 reais de vez pelo telefone? Por este preço dava quase para irmos de avião, pela Passaredo, iria sair uns 200 reais cada.

    Como a pão-durice fala mais alto, vamos do jeito mais barato, como sempre. É para sobrar mais dinheiro para gastarmos no Hawaii. Pobreza maior é ficar torrando dinheiro com ônibus. Vamos chegar no terminal da Barra Funda, pegar o metrô até a estação Tatuapé e então pegar um ônibus que vai até o aeroporto internacional de Guarulhos. Está tudo planejado.

    O jeito vai ser chegar bem antes em São Paulo para tentarmos chegar ao aeroporto com aquelas recomendadas 4 horas de antecedência. Nunca se sabe como vai estar o trânsito de São Paulo. Já vi que a nossa jornada de 2 dias de viagem não vai ser mole.

    Falta 1 semana para o grande dia. Já estamos pesquisando lugares para morar e carro para comprar. Isso sim vai ser dor de cabeça. Ainda bem que havaiano é gente do bem, fácil de negociar.

    Estamos aproveitando a última semana no Brasil para irmos despedindo de tudo por aqui. Já foram tantas festas e churrascos de despedidas que nós e nossos amigos já perdemos a conta.

    Teve até sessão doce de jaca e arroz doce na cozinha desta chácara. Estava mesmo na hora desta caipirada se mandar para o exterior.

  • A Terapia da Viagem

    O plano é ficar o mínimo de tempo na poluição de São Paulo e ir direto para as plumerias do Hawaii.

    O Hawaii todo perfumado nos aguarda, depois de 2 ônibus e 3 voos até lá.

    Descobrir qual a melhor forma de chegarmos ao aeroporto internacional de Guarulhos está sendo mais difícil do que comprar as passagens para o Havaí que inclui sair de São Paulo, passar pelo México, Los Angeles e chegar em Honolulu.

    Não são muitos ônibus que fazem a linha São José do Rio Preto – São Paulo. Acho que apenas 3 empresas. Vamos de Cometa, o mais barato e com website que funciona melhor.

    O mais preocupante é chegar no terminal Barra Funda e chegar a tempo no aeroporto. Não queremos ficar a vida toda esperando a hora de embarcar no aeroporto, mas também não queremos correria de última hora e risco de perder o voo.

    Pesquisando na internet descobrimos que o Google Maps não funciona a função ‘rota’ (tranportes públicos) para chegarmos até o aeroporto de Guarulhos (GRU). Na verdade nós descobrimos da vez passada, só queríamos testar se havia mudado alguma coisa. Nada.

    Existe uma empresa chamada Pássaro Marrom que parece que começou a fazer a linha Barra Funda – Guarulhos. Eu mandei um email de contato para descobrir os horários e preços porque o formulário de pesquisa não funciona nem no Chrome nem no Explorer.

    Existe o serviço da EMTU, tranporte público, que deve fazer este serviço também, mas eu achei muito confusa a maneira em que são explicados os horários. Mandei email também. A impressão que dá é que as companhias de transportes brasileiras não estão nada preparadas ainda para os serviços online.

    É por isso que eu gosto de viagens longas, digo, de ficar um bom tempo no destino. Porque aí tem tempo de se recuperar do stress da ida e enfrentar todo o ‘sobe-desce’ da volta. E desta vez vamos somente com bagagens de mão na ida para facilitar, mas na volta a gente traz tudo desta vez. Nada de jogar tudo fora como foi da última vez.

    Não vejo a hora de enterrar os dedos dos pés nas areias finas e brancas de Waikiki. Ver o movimento colorido do dia, o pôr-do-sol e os fogos de artifícios sobre as ondas noturnas do paraíso havaiano.

  • 3 Semanas para o Havaí

    Em breve estaremos trocando as flores de Guapiaçu pelas flores do Havaí.

    Em breve estaremos trocando as flores de Guapiaçu pelas flores do Havaí.

    Toda vez é a mesma coisa. Eu me programo para organizar as coisas para a mudança, mas a gente sempre acaba deixando tudo para a última semana. Faltam somente 3 semanas para a gente viajar para o Hawaii, mas não dá vontade de mexer uma palha.

    É que também não temos tanta coisa assim para organizar. Na verdade a organização é mais psicológica. Pretendemos ir somente ‘com a roupa do corpo’, uma mochila pequena cada, que vai ser bagagem de mão mesmo. Vai ser bagagem de 1 dia para ficar mais de 6 meses. Vamos comprar tudo lá, principalmente as roupas.

    Esta viagem é muito longa. Começará daqui de São José do Rio Preto para São Paulo (6 horas de viagem), de ônibus. Aí, de lá do terminal da Barra Funda, é outra viagem até o aeroporto de Guarulhos. Do aeroporto a gente vai para o México, espera 5 horas, vai para Los Angeles, espera mais umas 5 horas e vai para Honolulu, no Havaí.

    Se contarmos daqui de Rio Preto até Honolulu vai dar quase 48 horas, ou seja, 2 dias, entre chegar de um lugar para outro, esperar o próximo voo e tudo mais.

    Viajar é como entrar em um ‘portal’, esperar quase 2 dias e sair em uma outra dimensão. Ainda mais do outro lado do mundo, com fuso horário invertido, tudo de ponta cabeça. Ainda bem que o Havaí tem o clima parecido com o daqui, tropical. Pelo menos isso.

    Este tipo de viagem, tão longa assim, eu não sei se teremos pique de fazê-la quando formos mais velhos. É muito cansativa. Por isso temos que aproveitar as coisas enquanto temos energia para isso. Com o tempo começam as dores nas costas, nas pernas, na cabeça e em todo o corpo.

    Só espero que a companhia aérea AeroMexico seja decente. Pelo menos se tiver os acentos confortáveis já está valendo. Porque as poltronas da companhia aérea colombiana Avianca, da última vez, quase me matou. Eram aviões novos, bonitos, com design novo, mas nada confortáveis.

  • Final de Outubro

    Hoje meus pais e minha irmã foram votar. Eu não pude, pois meu título de eleitor está vencido e só poderei reativá-lo após as eleições, pagando multa das últimas eleições que eu não estive aqui. Mas também, mesmo que eu pudesse votar, não saberia para quem. Não vi muita vantagem nos candidatos atuais.
    Rodadas de saque-bomb, uma maluquice do Sílvio, no churrasco de ontem.

    Rodadas de saquê-bomb, uma maluquice do Sílvio, no churrasco de ontem.

    Hoje meus pais e minha irmã foram votar. Eu não pude, pois meu título de eleitor está vencido e só poderei reativá-lo após as eleições, pagando multa das últimas eleições que eu não estive aqui. Mas também, mesmo que eu pudesse votar, não saberia para quem. Não vi muita vantagem nos candidatos atuais.

    Eu acabei não postando mais, desde a viagem para São Paulo. É que não deu tempo, aliás, tempo é o que mais anda faltando. Minha irmã defendeu a tese dela de doutorado na área de biologia no campus da USP, a cidade universitária. Foi aprovada, ela está muito feliz.

    Assistimos à apresentação da minha irmã e deixamos ela com a banca respondendo às perguntas durante 4 horas. Enquanto isso a gente ficou passeando pela USP, visitamos os museus da Geologia, Arqueologia e Oceaonografia. Todos gratuitos.

    Depois, no final da tarde emendamos a noite com a comemoração no bar ali mesmo na USP com alguns amigos da Fabi, uma festa simples de faculdade, daquelas de cerveja barata em copos plásticos e salgadinhos de saquinho e música alta. Bem com a cara do pessoal da biologia, simples e improvisado.

    Voltando à Rio Preto, aproveitamos o embalo e fomos comemorar novamente no happy hour do pesque-pague em Cedral. Buffet à vontade com peixes, sushi, camarão e outras coisas boas. A comilança não para mais.

    Aí, ontem, juntamos na chácara para mais um churrasco com alguns bons amigos. Muita carne, cerveja e coquetéis. Depois de tudo isso eu terei que fazer até um regiminho.

    Novembro será um mês comportado, o mês da arrumação.

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Comentários

  • João Pedro Benacchio: Pessoal não fui eu quem escreveu esse...
  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...