News Stories

  • De Kailua a São José do Rio Preto

    Última foto tirada no Havaí, em Honolulu, indo para o aeroporto internacional.

    A nossa última semana foi que nem final de novela. Tudo acontecendo ao mesmo tempo, muita expectativa e dando tudo certo no final.

    Bem, resumindo, porque não tive tempo nem de postar no blog tamanha a correria, entregamos o studio, recebemos de volta o nosso depósito do aluguel, zeramos a nossa conta no Bank of Hawaii, alugamos carro, fizemos comprinhas em Honolulu e começamos a jornada rumo à São José do Rio Preto.

    De Kailua fomos para Honolulu bater pernas até dar a hora de devolvermos o carro na locadora de veículos e pegarmos o primeiro voo. De Honolulu fomos parar em Los Angeles pela American Airlines, um avião ‘caindo aos pedaços’, bem velho. Mais de 5 horas de voo e eles não serviram nem uma bala. Já sabíamos disso, fomos preparado com ‘marmitas orientais’ do Shirokiya. Os voos domésticos dos Estados Unidos são os piores, como sempre.

    De Los Angeles, ‘voltamos’ para San Francisco pela American Airlines. Vai entender estas conexões. É tudo pelo melhor preço. De San Francisco pegamos o voo da companhia aérea LAN. Nunca tínhamos viajado pela LAN, achamos o serviço excelente apesar da confusão de lugares (reservamos os acentos juntos, mas vieram separados no bilhete, eles mudaram depois).

    A LAN, assim como outras companhias da América Latina como a Avianca e TAM, têm aviões novos, um ótimo serviço de bordo e refeições decentes. Tivemos uma parada em Lima, no Peru (de 1 hora) para abastecimento. E de Lima voamos até o aeroporto de Guarulhos.

    A viagem foi tão longa que perdemos a noção de dia e noite, fuso horário e tudo mais. Não sabemos nem ao certo quanto tempo durou a viagem toda, só sei que conseguimos chegar inteiros no Brasil. Todos os voos foram pontuais, nenhum imprevisto, a bagagem estava toda lá em Guarulhos, tudo certinho.

    De Guarulhos pegamos o ônibus do Airport Service para a Barra Funda (33 reais cada). E finalmente da Barra Funda pegamos o ônibus da San Raphael para São José do Rio Preto. Olha, passear no Havaí não é ir até a esquina não. É ‘a’ viagem. Ou ‘a’ milhagem.

    Estamos ainda totalmente fora dos eixos, dormindo de dia e acordando no meio da noite. Estamos tentando resolver os problemas básicos como internet, celular e carro para podermos ficar de vez na chácara em Guapiaçu. Nosso mundo ainda está de ponta cabeça.

  • Dica de Animação Francesa

    Gente, é muito legal este filme. É um humor bem diferente, eu adorei!

    Outra dica de filme de animação é o maravilhoso e criativo Panique Au Village (A Town Called Panic, em inglês), de 2009. Assisti pelo abençoado NetFlix em francês, com legendas em inglês. Tem no YouTube o filme inteiro (legendado também) dividido em 6 partes, para quem se interessar.

    Pena que não funciona o NetFlix no Brasil e teremos que cancelar o contrato quando deixarmos os Estados Unidos. Talvez tentaremos o serviço de acesso às páginas americanas (no Brasil) que eu vi na internet outro dia destes, mas deve ser meio lento, não sei se vai funcionar.

    (esta é a primeira parte do filme, no YouTube tem o resto)

    Sobrevivemos muito bem ao final de semana sem carro, arrumando as coisas aqui no studio para a viagem. Já deixamos o carro reservado para os últimos dias, alugamos pela Thrifty por 30 dólares a diária, nada mal. Ah, e fizemos a nossa parte no Earth Hour (Hora do Planeta), 1 hora no escuro.

    Viajar do Havaí para o Brasil é uma viagem longa e cansativa. Olhando ‘de perto’ os voos, vão ser 3 paradas: em Los Angeles, San Francisco e Peru. Os voos vão ser pela American Airlines e Lan. No Peru a Lan vai dar apenas uma ‘paradinha’ de 1 hora para abastecer, os passageiros nem descem do avião.

    Vão ser aproximadamente 28 horas no total, sem contar na viagem de Guarulhos – São Paulo – São José do Rio Preto. A gente pretendia ir de avião, mas os horários não batem. Vamos de Cometa novamente.

    Vi nos noticiários que no Havaí está tendo dengue também, não é só no Brasil não. Mas aqui os casos são poucos. Mas tem. Eu não sei porque, mas eu tenho certeza que vou pegar dengue no Brasil. Quase todo mundo que eu conheço já pegou. E não pega só uma vez não, são 4 tipos de dengue, sendo que a segunda vez é mais grave que a primeira.

    E tomara que pare de chover na região de Rio Preto. Eu torci para chover direto enquanto a gente estivesse fora do Brasil (e não parou mesmo, desde dezembro) para aguar as plantas da chácara em Guapiaçu (do lado de São José do Rio Preto), mas agora chega, a gente já está voltando.

  • Exposição de Bonecos Japoneses

    Detalhe de um quimono japonês em tamanho real, exposto no Shirokiya.

    Quero postar algumas fotos da exposição de bonecos japoneses no Shirokiya, loja dentro do shopping Ala Moana Center (Honolulu, Havaí). É uma exposição especial para este mês de março, que comemorou (no dia 3) o ‘Dia das Meninas’ (no Japão).

    As fotos não ficaram muito boas porque tinha sempre um vidro de proteção na frente dos bonecos.

    Terminei hoje o audio bookEat, Pray and Love’ (‘Comer, Rezar e Amar’), da Elizabeth Gilbert, um livro que fala de viagens pelo mundo e faz a gente pensar na vida.

  • O Melhor da Culinária Oriental

    Mapo Tofu com arroz, gengibre e legumes, no restaurante Shirokiya, em Honolulu.

    Esta semana aproveitamos para ir mais uma vez no restaurante oriental Shirokiya (que é também loja de departamentos e supermercado) no shopping Ala Moana Center, em Honolulu. Compramos várias bandejinhas diferentes, um verdadeiro banquete oriental.

    O tradicional Yakisoba. Bem preparado, com macarrão grosso, sem muito óleo.

    Frango com molho teriyaki e ovos mexidos. Experimentamos de tudo.

    Macarrão tipo bifun (bem fino) com tempero curry. Bem light.

    Moyashi (broto de feijão) com legumes e gyoza (pastelzinho frito).

    Nossos dias estão contados aqui no Havaí. Começo do mês que vem, abril, estaremos de volta no Brasil. Não vemos a hora. Só estou preocupada com a epidemia de dengue que está aumentando demais, principalmente no Rio de Janeiro. Como eu detesto pernilongos. E ainda eu vi nas notícias que está tendo surto de conjutivite em algumas cidades.

    Vendemos o nosso carro (que compramos em dezembro do ano passado) pelo mesmo preço que pagamos. Excelente negócio. Agora vamos ficar alguns dias a pé e outros com carro alugado até chegar o dia da viagem para o Brasil.

  • Filme Rango

    Mesmo diretor dos 'Piratas da Caribe'. Johnny Depp como camaleão Rango.

    Hoje fomos assistir Rango, o novo filme de animação que não tinha como dar errado. Como era de se esperar, é sensacional. Pagamos apenas $4.50 cada, promoção do Fandango (venda de ingressos online) com o site de compras coletivas Living Social. Assitimos no cinema do Windward Mall, em Kaneohe.

    Várias coisas aconteceram nos últimos dias. Minha cidadania não saiu. Fui aprovada nos testes, mas não tínhamos como provar residência em Honolulu nos 3 meses anteriores à entrada dos papéis (estávamos no Brasil). Me disseram que foi só isso que tinha faltado, que eu poderia aplicar novamente, que agora já tinha dado os 3 meses. Morri e já ressuscitei.

    But why, whyyyyy???? (eu, depois do grande 'não' da imigração).

    A cidadania ficará para uma próxima vez. Um bom motivo para voltar para o Hawaii.

    Teríamos que começar tudo de novo, ficar mais um tempo aqui, mas não vamos. Talvez uma outra vez. Precisamos voltar para o Brasil, retomar a nossa vidinha. Deixamos a ‘panela no fogo’, precisamos retornar.

    Já compramos as passagens de volta para o início de abril. De Honolulu para São Paulo (Guarulhos) por 849 dólares. Saiu relativamente barato, mas não tão barato quanto o que pagamos o ano passado pelas mesmas passagens. Compramos pelo site Priceline desta vez.

  • Baixa Temporada no Havaí

    Vista de Downtown Honolulu do estacionamento do shopping Ala Moana Center.

    Mês que vem tende a baixar os preços no Havaí.

    Além do final do Spring Break (uma espécie de ‘semana do saco cheio’ nos Estados Unidos em março), nos últimos dias aconteceu o cancelamento de voos e hospedagens nos hotéis pelos turistas japoneses. O cancelamento foi em massa, trazendo muito prejuízo para o setor turístico.

    Esta semana eu estava lendo nos jornais locais sobre a correria que foi fazer todos os cancelamentos nas companhias aéreas, agências de viagens e hospedagens nos hotéis em Honolulu. A maioria dos turistas no Havaí vem do Japão. O Havaí continuará com uma grande queda no turismo durante os próximos meses.

    Banco feito de mini pranchas de surf em uma das lojas do Ala Moana. Muito legal.

    O Ala Moana é tão grande que foi a primeira vez que estacionamos nesta parte do shopping.

    Gato com asas douradas, solitário, olhando por através da parede de vidro.

    Nós, que estamos ‘quase voltando para o Brasil’ (só esperando o processo da cidadania terminar),  já estamos pesquisando os preços das passagens aéreas. O preço dos voos de Honolulu para a main land (continente americano) já está bem mais baixo do que o preço anterior (em algumas datas).

    Apesar da distância entre o Havaí e Japão, estas ilhas do Pacífico são praticamente ‘parentes de primeiro grau’. Como diz o jornal, no Havaí todo menu e sinalização nas lojas são em duas línguas: inglês e japonês. As prateleiras principais nos supermercados são divididas entre pacotes de batatas fritas e salgadinhos japoneses com alga marinha.

  • Aventureiros da Lama

    O início da trilha parecia até civilizada, com placas indicativas e tudo mais.

    Existem lugares que apenas as pessoas que moram no Havaí conhecem. A Maunawili Falls Trail, na cidade de mesmo nome (Maunawili), é uma trilha que chega em uma das cachoeiras escondidas, fora dos catálogos turísticos.

    Sempre que a gente vê na internet dizendo que é perigoso, difícil ou ‘não tão fácil assim’ não damos bola. É que nos Estados Unidos a categoria ‘difícil’ para trilhas é igual ao ‘médio’, no Brasil. Mas neste caso foi diferente, porque na verdade não é para turistas, é para os havaianos que já estão acostumados a caminhar pelas matas.

    Para quem gosta de trilhas, vale muito a pena. É tudo muito bonito.

    Alguém colocou uns 'trilhos' para facilitar a caminhada em alguns trechos.

    A última trilha que fizemos (Makapu’u Lighthouse Trail) era até asfaltada, para se ter uma idéia. Mas esta era pura lama, ainda mais que a região é muito úmida e chove quase todos os dias. Aliás, a cidade Manauwili não fica muito longe de onde moramos, Kailua.

    Além da lama, a gente teve que atravessar 2 rios (rasos, mas tivemos que mergulhar os sapatos na água, por entre as pedras). É impossível fazer esta trilha sem se sujar. E tem vários pontos que é preciso algumas habilidades de escalada também (fáceis, mas dá dor nas pernas).

    No final da trilha, a cachoeira. Silêncio da mata fechada e barulho da água caindo.

    Encontramos estes lanchinhos no caminho. Pena que não comemos pedra.

    Fomos preparados, forrados de repelente para pernilongos. Foi só eu levantar a minha bermuda para atravessar o rio que eu já levei picadas na perna, onde eu não tinha passado o repelente.

    A trilha estava até que bem movimentada, cruzamos com vários nativos. Chegando na cachoeira, o destino final, nos deparamos com alguns havaianos saltando de lá de cima, do início da cachoeira, caindo na água. Muito perigoso. O barulho das pessoas caindo na água fazia um eco pela floresta. Cheiro de umidade e natureza ao redor.

  • Comidas mais Saudáveis

    Fomos ontem no curso de culinária aprender a fazer comida mexicana saudável.

    Continuando a minha ‘investigação’ sobre os alimentos nos Estados Unidos, assisti recentemente os documentários sobre o assunto: ‘Food Inc.’, ‘Fed Up!’, ‘Food Matters’ e ‘The Future of Food’. Eu já tinha visto ‘Super Size Me’ e outros.

    Este estudo sobre a alimentação americana está sendo uma das maiores descobertas desde que eu moro nos Estados Unidos, faz 6 anos. Estes filmes mostram o porquê dos americanos estarem obesos, o monopólio das indústrias alimentícias, a baixa qualidade das carnes em geral e como funciona todo o sistema do Fast Food, barato e tóxico dos Estados Unidos.

    Eu comecei até a me interessar sobre a alimentação vegetariana e vegana. Estamos aprendendo sobre os principais conceitos aos poucos com a ajuda das aulas de culinária oferecidas pelo supermercado de produtos naturais aqui no Havaí, o Down to Earth. O Franky vai que nem criança que não quer tomar vacina. Ontem aprendemos a fazer enchilada (uma espécie de panqueca mexicana) com salada e molho.

    Desde que eu moro aqui eu tenho me preocupado muito com a alimentação. Este foi um dos fatos que eu procurei sempre trabalhar em restaurantes relacionados com comidas mais saudáveis. Trabalhei no Subway (que não é lá muito saudável, mas melhor que McDonalds) e em um restaurante japonês, o Sushiology, onde fiquei por 2 anos e onde eu almoçava todos os dias.

    Nestes 6 anos aqui eu sempre me preocupei em comer cereais (matinais e aveias), que na minha opinião é muito prático, o melhor café da manhã. Aqui no Havaí eu introduzi leite de soja ao invés do leite de vaca. Eu experimentei os leites de côco e amêndoas, mas não gostei muito, achei muito aguado.

    Eu já experimentei a versão original e baunilha do leite de amêndoas.

    O leite de côco parece ser muito mais saboroso do que realmente é.

    Morar nos Estados Unidos requer certos cuidados com a saúde. Conheço muitos brasileiros que vieram para cá e se tornaram obesos em questão de 1 ou 2 anos. A carne aqui é muito mais gordurosa, cheia de hormônios. Os vegetais são cheios de agrotóxicos, muito mais que no Brasil. Os alimentos geneticamente modificados e de alto índice calórico lotam as prateleiras dos supermercados.

    O problema dos americanos vai muito além. Eu vou citando aos poucos, para amenizar o ‘terror’. Viajar é conhecer tudo o que o lugar tem de bom e de ruim. É ver de perto os costumes e os problemas das pessoas, interagir e tirar suas próprias conclusões.

  • Red Bull te dá asas

    Bebidas assim eu só me lembro que existem em ocasiões como esta.

    Ontem, em plena segunda-feira, em nosso churrasquinho rotineiro no Kailua Beach Park (Havaí), avistamos um carrinho da Red Bull chegando. Como já vimos anteriormente, era o carro promocional da famosa bebida energética austríaca. Eles dão de graça algumas amostras para quem tiver a sorte de estar por perto.

    Como fomos um dos primeiros a receber a amostra grátis tivemos o luxo de escolher entre a lata ‘normal’ ou diet. É claro que não escolhemos a diet, porque se a versão ‘normal’ já é meio ruim (para o meu gosto, não o do Franky), imaginem a diet. De graça, até injeção na testa.

    O carro da Red Bull estacionou bem em frente de onde estávamos, no parque.

    Ontem o tempo estava perfeito. Céu aberto, sem nuvens e sem muito vento.

    E duas latonas de Red Bull para 'energizar' o nosso churrasco na praia.

    O Franky disse que na Europa (pelo menos na Alemanha) eles têm exatamente estes mesmos carrinhos. Na escola eles paravam as aulas para receberem estes carros que chegavam, distribuindo o energético para os alunos.

    Eu acho um veneno este tipo de bebida, talvez porque eu tenha uma sensibilidade enorme a cafeína. Não me atrevo a tomar mais de um gole. Sobrou tudo para o Franky, feliz da vida.

    Estas latas são bem maiores do que as que eu me lembro, no Brasil. Tem quase meio litro (473ml), o que não é novidade porque aqui é tudo tamanho família. É cafeína demais da conta. Nos supermercados elas custam em média 5 dólares cada.

    Me lembro também que nas danceterias no Brasil (‘boates’, no interior), era o máximo tomar whisky misturado com Red Bull e gelo feito de água de côco. Droga pesada.

    A praia estava meio vazia. Não foi o suficiente o carro da Red Bull apenas parar no estacionamento público do parque. As duas meninas que estavam promovendo a bebida tiveram que sair do carro com as mochilas térmicas cheias de Red Bull e ‘caçar’ gente na praia para receber os energéticos de graça.

  • 17th Annual Honolulu Festival

    No salão do Convention Center estão os stands diversos, relacionados ao evento.

    O Honolulu Festival é o maior evento cultural entre o Hawaii e a região do Pacífico, principalmente o Japão. O evento começou ontem, sábado e termina hoje, domingo, com o tradicional desfile de rua.

    Para este ano estava programado um show especial de fogos de artifícios, trazido por especialistas japoneses, mas foi cancelado devido à tragédia no Japão, em respeito às vítimas.

    Instrumentos musicais japoneses da antiga tradição.

    Exposição de roupas típicas orientais em modelos miniaturas.

    Lanternas japonesas, típicas de eventos festivos, com o logo do evento.

    Tambores e elementos decorativos usados durante o desfile de ruas.

    O evento se divide em shows, apresentações, exposições e várias atividades relacionadas à cultura oriental. Os shows acontecem no Hawaii Convention Center, Ala Moana Center, Waikiki Beach Walk, Waikiki Shopping Plaza, DFS Galleria Waikiki e nas ruas de Waikiki, durante o desfile de encerramento.

    Eu imagino que este ano foi muito difícil reunir todos os integrantes do festival, principalmente porque a maioria dos artistas a se apresentarem são do Japão. O festival está sendo, ao contrário dos outros anos, mais uma lamentação à tragédia no Japão do que celebração.

    Demonstração de como são feitos os fogos de artifícios.

    Eu com o meu personagem preferido do anime, o Totoro.

    Exposição de carros tradicionais japoneses.

    Outro carro de mão, usado para transporte na época antiga do Japão.

    Estávamos aqui no festival anterior, no ano passado. Confira mais fotos nos posts:

    Honolulu Festival

    Um show de Cultura no Havaí

  • Alerta de Tsunami no Hawaii


    Imagem da destruição causada pelo tsunami, no Japão.

    Fiquei sabendo sobre o tsunami pelo Twitter, antes mesmo das mensagens de alerta começarem na TV. Um terremoto atingiu Japão, em escala de 8.9 graus, na mesma intensidade em que aconteceu no Chile, o ano passado, em fevereiro. Nesta época a gente estava em Waikiki, nada aconteceu, felizmente.

    Agora são 10:50 da noite, ouvimos a sirene de alerta aqui em Kailua. A área de Waikiki está sendo evacuada no momento. Aqui em Kailua, estamos exatamente entre a linha da área segura e a de emergência, portanto teremos que ficar acordados até o alerta terminar, lá pelas 4 da manhã. As ondas vem chegando pelo lado oeste da ilha Oahu (Havaí), estamos no lado leste, portanto, o risco será bem menor.

    Vimos na TV que os supermercados estão lotados, estão todos comprando água e comida básica, assim como aconteceu o ano passado. Temos tudo aqui, acabamos de fazer compras. Eu não acho que vai ser grave, mas em todo caso, é melhor não arriscar. Os aeroportos estão fechados, as ruas próximas às praias interditadas.

    Foi um dos maiores terremoto no Japão. As ondas (tsunami) chegaram a 10 metros de altura.

    Agora já passou de meia-noite. Guam, Taiwan e Saipan estão salvos do tsunami, segundo as atualizações do Twitter. Estamos é ficando com sono, mas ficaremos até às 4 da manhã acordados.

    3 da manhã: estamos fora de perigo. Vamos dormir assim que a primeira onda chegar em Kauai, a primeira ilha a ser atingida. Oahu é a segunda. Sobrevivemos ao nosso segundo tsunami no Havaí. 🙂

  • Cultura Inútil: Nutella

    Agora eu faço parte das pessoas normais, que comem Nutella com pão.

    É engraçado que no Brasil quase me mataram porque eu nunca tinha experimentado Nutella. Foram pelo menos 4 pessoas comentando algo sobre o ‘fabuloso’ Nutella. Ouvi até sobre misturas em batidas alcoólicas.

    Se é que existe alguém que nunca experimentou, Nutella é uma pasta de chocolate com avelã que já existe há muito tempo e só começou a ser falado ‘com intensidade’ agora, no Brasil (ou eu é que fiquei fora por muito tempo?).

    Segundo o Wikipédia, existe desde 1949, quando foi inventado na Itália. No Brasil o Nutella é comercializado pelas empresas Ferrero Rocher e Kinder Chocolates. Eu achava que era uma versão do Io-iô Crem, nunca tinha dado muita atenção.

    Perfeito para comer com pão, no Kailua Beach Park, de frente para a praia.

    Mas não exagere na camada, senão fica 'doce de doer'. Não mata, só engorda.

    O Franky falou que na Alemanha todo mundo come com pão no café da manhã. É que nem aqui nos Estados Unidos que o pessoal come pasta de amendoim (peanut butter). Será que no Brasil o mais tradicional é margarina com pão? Eu sei que versões do Io-iô Crem e Amendocrem vivem aparecendo e desaparecendo nos supermercados brasileiros.

    Bem, o Franky não gosta porque é ‘muito doce’ (tudo para ele é muito doce) e muito comum na Europa. Eu gostei, mas achei um pouco enjoativo quando se come de colherada (igual ao peanut butter). É definitivamente delicioso misturado com alguma coisa. Quero ver se descubro umas receitas boas.

    Compramos o pote de 13oz (371g) por 7 dólares aqui no Havaí. O Nutella é comercializado em diferentes tamanhos dependendo do país. E a receita varia um pouco também. No pote diz: feito com mais de 50 avelãs por pote. 100 calorias por colher, metade de gordura.

  • Melhor Filme de Animação

    'Mary and Max', um filme de animação sobre pessoas perturbadas, assim, como nós.

    Graças às ‘sugestões personalizadas’ do NetFlix (baseadas na minha pontuação de filmes que eu já assisti), tive o prazer de conhecer um dos melhores e mais criativos filmes de animação que eu já vi na vida (talvez o melhor, na categoria ‘filmes raros’): Mary and Max (Mary e Max, no Brasil), do diretor australiano Adam Elliot.

    É muito difícil encontrar filme que realmente preste em termos de animação, fora do circuito comercial (meus preferidos: Ratatouille, Monsters, Inc., The Beauty and the Beast – Disney, The Nightmare Before Christmas – Tim Burton e A Viagem de Chihiro – Miyazaki). Mary and Max pertence à uma outra categoria que o próprio NetFlix define como: ‘animation for Grown-ups, dark, cerebral, mind-bending.

  • Dias de Quase-Sol no Havaí

    O tempo ainda está ruim, com intervalos de 'querer melhorar'. Anda até saindo sol.

    Com tanto vento não vai dá para saber se este tempo vai melhorar ou não. Cada vez que a gente vê a previsão do tempo é uma coisa completamente diferente aqui no Havaí. Tempo doido. O Brasil anda molhado também (em alguns lugares encharcado).

    Entre uma 'cara feia e outra', o tempo dá uma trégua para quem gosta de praia.

    Em segundos, o céu está escuro, com cara de desabar água forte.

    E anda ventando demais também. As areias estão cobertas de galhos.

    O que está fazendo sucesso é o kite surfing, em Kailua Beach.

    Primavera alaranjada no caminho para a praia, perto de casa.

    Paradinha para uma marguerita 'pink' no bar da vizinhança, o Pinky's.

    E cerveja Blue Moon com a tradicional rodela de laranja no copo. Vai bem.

  • Havaí sem Carnaval

    Eu adorei o NetFlix, uma maravilha, muito prático e barato.

    Enquanto está ‘acabando o mundo’ no Brasil, por causa do carnaval, aqui no Havaí o final de semana foi como qualquer outro. Aliás, não foi, por causa do tempo ruim, chuva e céu fechado. Nos Estados Unidos tem o Mardi Gras (uma espécie de carnaval-não-carnaval), mas não conta, né? Aqui vai acontecer uma destas ‘festinhas de rua’ na terça-feira, em Honolulu.

    Foi uma ótima oportunidade de testar o NetFlix, um serviço americano que você assiste filmes no computador, quantos quiser, pagando uma taxa (a partir de $7.99 por mês). Em algum pacotes você pode receber os filmes em casa, em DVD.

    Aproveitamos a promoção de 1 mês de graça (não podemos ver promoções que já estamos dentro). É bem simples, rápido, não precisa preencher aqueles cadastros enormes e funciona até fornecendo a conta do PayPal (eBay) ao invés do cartão de crédito (como fizemos). Perfeito.

    Eu vi que no Brasil já tem umas versões parecidas com o NetFlix, o NetMovies, por exemplo. E existe um outro website que oferece conexão ‘como você estivesse nos Estados Unidos’, podendo acessar o NetFlix no Brasil e outros canais americanos de TV. Solução para tudo.

    O NetFlix é uma excelente opção para os 'filmes que geralmente não assistiríamos'.

    Começamos também (um pouco tarde, demorou para ‘cair a ficha’) a pegar materiais online da biblioteca pública de Orlando, onde ainda temos o cartão e cadastro. A Orlando Public Library, que é excelente, muito melhor que as bibliotecas do Havaí, oferece (além do acervo gigantesco de livros, filmes, jogos, ebooks e outros materiais) opções de download de audio books.

    Já ‘ouvi’ o livro do Paulo Coelho em inglês Veronika Decides to Die, muito bom por sinal. Foi o primeiro que me veio à cabeça, não sei por que, me senti até ‘meio culpada’ de tanto que a minha irmã fala mal de Paulo Coelho. Ele é conhecido no mundo inteiro. Vimos até um dia alguém lendo um livro dele, em coreano, no ônibus em Honolulu.

    Já fiz o download do Hitchhiker’s Guide to the Galaxy (Guia do Mochileiro das Galáxias) de tanto ver propagandas no site Submarino. Fiquei curiosa. É uma série de 5 livros, pretendo ‘ouvir’ todos.

    Dias passando rápido, entrevista para a cidadania no final do mês. Estou, claro, intercalando os estudos sobre os Estados Unidos no meio destes livros e filmes. Fase bem nerd da vida.

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Comentários

  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...
  • Bilir: No deis nunca, nunca, nunca, por muerto al Madrid. Es un...