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  • Porto Seguro de carro

    A Bahia é para se conhecer aos poucos, sem pressa, nos mínimos detalhes.

    Acabamos de voltar de uma viagem de 15 dias de carro para a Bahia. Saímos de Guapiaçu, interior de São Paulo, vizinha de São José do Rio Preto, no dia 3 de novembro.

    De Guapiaçu fomos para São Thomé das Letras, Minas Gerais (7 horas de viagem), cidade que eu sempre tento incluir em nosso roteiro de viagem.

    De São Thomé fomos para Itabira, MG, a terra do Drummond. Ficamos no hotel Premium Executive, muito bom. Foram umas 6 horas de São Thomé.

    Guapiaçu, São Thomé das Letras, Itabira, Conceição da Barra e Porto Seguro.

    De Itabira viajamos para Conceição da Barra, Espírito Santo, o trecho mais longo que fizemos, de quase 9 horas de viagem. O percurso inclui a entrada e saída em cidades pequenas com pouca sinalização. E o GPS não funciona direito nestas áreas. Na ida ficamos na Pousada Mirante e na volta Pousada do Sol.

    'Pousada do Sol', direto na praia em Conceição da Barra, Espírito Santo.

    E de Conceição fomos para Arraial d’Ajuda, Bahia, mais 6 horas de viagem, onde ficamos 4 noites (Pousada Lua Azul). Atravessamos a balsa de Arraial para Porto Seguro (Hotel Costa Verde) e ficamos 5 noites.

    Apesar do tempo chuvoso, tivemos muita sorte durante a viagem toda. As chuvas eram geralmente à noite. De dia, no máximo um chuvisco.

    É uma viagem tranquila se for feita por partes, como fizemos. A vantagem é estar de carro o tempo todo, podendo levar tudo o que quiser, comprar coisas maiores (como um berimbau grande, como fizemos), levar cadeiras de praias (que não usamos, só atrapalharam).

    E de carro pegamos estradas de terra em São Thomé/MG e em Trancoso/BA. Conhecemos tudo em Coroa Vermelha/BA (onde ficam as melhores praias e cabanas) e Santa Cruz Cabrália/BA.

    Aí, na volta, fizemos o mesmo percuso inverso. No sábado, dia 17 de novembro, pegamos até um festival em São Thomé das Letras, com bandas de rock na pirâmide durante o pôr-do-sol.

    Festival 'Pôr do Rock de São Tomé das Letras' (Minas Gerais), na pirâmide.

    Tudo foi perfeitamente bem, nenhum problema no carro, todas as reservas feitas antecipadamente pelo site Booking.com. Os próximos posts terão fotos de cada lugar que visitamos.

  • Próximo destino: Buenos Aires

    Buenos Aires. Começamos a fazer no nosso mapa com pontos de interesse, no Google Maps.

    Passagem de ida e volta para Buenos Aires (saindo do aeroporto de Guarulhos, São Paulo) por 99 dólares + taxas (saiu no total de 189 dólares por pessoa). Compramos pelo site da companhia aérea Pluna. Dica do site de viagens Melhores Destinos. Ainda tem algumas promoções para Buenos Aires, mas talvez não por este preço.

    Ofertas Flash, do Booking.

    Melhor ainda: promoção do site Booking por email, Ofertas Flash. Hotel Milán, 52 reais por noite (economia de R$79,29 em cada diária). E inclui café da manhã. As fotos até que estão bem apresentáveis no site deles (o que não quer dizer nada).

    Não tem como evitar: ir de São José do Rio Preto (interior de São Paulo) a São Paulo para poder aproveitar a promoção do voo. 350 reais (ida e volta) entre combustível e pedágios e 5 horas de estrada monótona. Quase pegamos uma promoção da Tam, mas as datas e horários não davam certo.

    Estamos fazendo o roteiro básico com a ajuda do Google Maps (a casinha amarela no mapa, meio escondidinha é o hotel que vamos ficar, no centro, bem localizado) e filtrando as dicas básicas de alguns guias e blogs preferidos de viagens.

    Semana que vem estaremos conferindo tudo: voo, hotel, dicas e o famoso bife de chorizo argentino.

  • Mercado Municipal de São Paulo

    O sanduíche de mortadela do Mercado Municipal é famoso no mundo inteiro.

    Aproveitando a volta de Montevidéu, Uruguai, pelo aeroporto de Guarulhos, resolvemos passar alguns dias em São Paulo.

    Fomos ao Mercado Municipal de São Paulo, ponto turístico brasileiro, especialmente para comer o tradicionalíssimo sanduíche de mortadela do Hocca Bar.

    Os outros lanches são bons também, mas tradicional mesmo é o de mortadela.

    Tivemos que aguardar alguma mesa vazia na hora do almoço.

    Chopp claro ou escuro na promoção. Compre 1 e ganhe outro.

    O bar, que atende desde 1952, fica na parte superior do mercado. Como era hora do almoço tivemos que enfrentar uma fila grande para pegar a senha e aguardar.

    O sanduíche mais pedido e premiado é o Belíssima (15 reais). Camadas exageradas de mortadela Ceratti, queijo e tomate seco. Pedimos também o Combo (16 reais), a versão com carne também. O suco de melancia com hortelã é delicioso.

    Aproveitamos a promoção do chopp (compre 1 e ganhe 1) a partir das 14h. O pastel de bacalhau (12 reais), recheadíssimo e também famoso, ficará para a próxima.

    Como estamos na época das compras para as festas natalinas e ceias, o mercado estava ainda mais cheio. O Mercado Municipal de São Paulo é excelente para compras de frutas secas, castanhas, pimentas, azeites, frutas exóticas, camarão e bacalhau.

  • Comidas típicas uruguaias

    Experimentar o recheado chivito faz parte do turismo uruguaio.

    Eu acho que a principal comida típica uruguaia, fora o churrasco, é o chivito. Eu já sabia do tal do chivito antes mesmo de chegar no Uruguai. Para dizer bem a verdade o chivito, para os brasileiros, não passa de um lanche grande com um bife dentro. Para os outros estrangeiros deve ser algo muito especial.

    Os chivitos estão espalhados pela cidade. São de vários tipos, desde os mais sem graça (e pequenos) nos shopping malls até os mais caprichados, como é o que comemos, em casas especializadas. O melhor são os diversos molhos de maionese. A gente pediu com tudo que tínhamos direito. Custou uns 20 reais cada. São servidos no prato, com garfo e faca, assim como o lanche que é tradicionalmente servido no sul do Brasil, principalmente em Porto Alegre.

    Chiviteria Marcos, onde a gente comeu o chivito com cerveja uruguaia, em Montevidéu.

    A minha irmã tinha falado que só tinha carne no Uruguai. Em todas as refeições, em todo lugar. Não é verdade. No primeiro restaurante em que comemos, em Montevidéu, comi o prato do dia que era lasanha vegetariana com abobrinha e berinjela. Assim como no Brasil, o Uruguai tem uma cozinha muito variada e opções para todos os gostos.

    Ficamos impressionados com a qualidade da comida vendida nos supermercados, aqueles pratos prontos que é só comer. São tão bem feitos que parecem de mentira. E são deliciosos, mais gostosos do que os que eu já provei no Brasil.

    Os doces de leite e alfajores uruguaios são famosos também. Estão em todos os gift shops.

    Los Nietitos, uma das marcas mais famosas de doces, principalmente o de leite.

  • Montevidéu por 75 dólares ida e volta

    Promoções assim não dá para perder. Compramos as passagens pelo Submarino Viagens.

    A companhia aérea Pluna está completando 75 anos e lançou na internet esta promoção de passagens para Montevidéu, Uruguai. Dá para comprar pelo próprio site da Pluna, Submarino Viagens, Americanas ou todos os outros sites mais conhecidos de viagens.

    São voos saindo de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre e Brasília por 75 dólares. Com taxas e tudo sai por 147 dólares ida e volta por pessoa. São promoções válidas para compras até o dia 4 de dezembro.

    A parte mais difícil para quem mora no interior, como é o nosso caso, é ir até a capital para aproveitar a promoção. De São José do Rio Preto vamos à São Paulo, deixamos o carro no estacionamento do aeroporto e em menos de 3 horas de voo estaremos na capital uruguaia.

  • Multifeira Internacional de Artesanato

    Artesanato do Pará. Tinha peças maravilhosas feitas de coité e marchetaria também.

    Fomos ontem na 1ª Multifeira Internacional de Artesanato de Rio Preto (São José do Rio Preto, interior de São Paulo) que está acontecendo na Swift até o dia 27 deste mês de novembro. São produtos e artesanatos de 12 estados brasileiros e 23 países. A entrada é 1kg de alimento não perecível, das 15h às 22h.

    Artesanato dos índios Pataxós, do sul da Bahia. Eles fazem apresentações durante a feira.

    Artesanato africano, da Quênia. Animais esculpidos e pintados em madeira.

    As famosas bonequinhas russas matrioshka. Várias, coloridíssimas.

    Caixas artesanais feitas com chifres polidos. De Senegal.

    O mais interessante da feira é que os produtos são vendidos pelos próprios representantes de cada país. A maioria fala inglês e quase todas as peças à venda têm preços. Tem muita coisa boa, impossível de se mostrar em fotos.

    É, definitivamente, um dos melhores eventos que eu já vi em São José do Rio Preto.

    Comemos Döner Kebap, comida tradicional turca. Na praça de alimentação, por 10 reais.

    E Pastel de Belém, docinho português. 5 reais cada, uma delícia.

  • Inferninhos de São Tomé das Letras

    Bar Inferninho Amsterdam, em São Thomé das Letras, com bandas de rock.

    Os 3 bares de rock começam depois da meia-noite. São eles: Inferninho Amsterdam Pub Rock Dog (antigo Bar do Maurão, Do Dois e Larica´s Bar. O agito vai até o amanhecer, que acaba na Padaria Escadão com um bom café com leite e pão na chapa.

    No antigo Bar do Maurão, hoje o Inferninho, eu já vi muita coisa acontecer, inclusive a música Aqualung, do Jethrotull, ser tocada com flauta transfersal e tudo.

    Do Dois, o bar alternativo com bandas boas de rock e reggae.

    As fotos foram tiradas de dia, com os bares vazios. De noite lota, principalmente aos sábados.

    E para fechar os posts sobre São Thomé das Letras (sul de Minas Gerais), 2 fotos que eu tirei de dentro do carro, enquanto chuviscava em um domingo à tarde, na praça central da cidade. As crianças locais brincavam no coreto da praça, algumas compravam algodão doce, outras corriam pelos jardins.

    ' E o domingo se desmanchava em uma aquarela alegre. De risos e açúcar.'

    'Eram apenas crianças brincando, pensamentos em uma tarde de domingo.'

  • O Sabor da Comida Mineira

    Pizza na pedra, uma das principais atrações na culinária de São Thomé das Letras.

    Em São Thomé das Letras (sul de Minas Gerais) os restaurantes são, na maioria, bem simples. Um fogão à lenha aceso e várias panelas em cima com comida caseira. Você mesmo entra na cozinha, abre as tampas das panelas e se serve. A comida é cobrada por quilo (e barata, por sinal).

    Carne de panela, costelinhas, mandioca frita, torresmo, farofa temperada, arroz, tutu de feijão, quiabo, linguiça, couve com bacon e jiló refogado você vai encontrar em qualquer ‘self service’ de São Tomé. Tem massas também e outras coisitas boas.

    Pizza na pedra é para o jantar. Os restaurantes estão nas ladeiras de pedra da cidade. Vai muito bem com um bom vinho, MPB e muito queijo derretido em cima, gostinho típico mineiro.

    Self service típico mineiro. É pegar os pratos e se servir. Aos sábados tem feijoada.

    Durante esta viagem o Franky aprendeu o termo 'turismo gastronômico'.

    Aproveitamos e comemos tudo de queijo. Pão de queijo, pastel de queijo, queijo quente e assim por diante. A diferença, além do sabor, é que eles capricham no queijo, vem tudo bem recheado com fatias grossas.

    Voltando de viagem, paramos em um lugar na rodovia, perto de Guaxupé, MG, e comemos pamonha doce com queijo. A lojinha era bem bonita, vendia vários doces caseiros, pinga artesanal e vários queijos de Minas. Compramos o queijo ‘cremosinho’.

    Pamonha doce com queijo. Tinha salgada com queijo e cural de milho também.

    Geléia de mocotó. Não dava para voltar sem 2 pacotinhos destes. Adoro.

  • O Artesanato da Cidade Mística

    Casinhas de pedra vendidas nas várias lojas de artesanato de São Tomé das Letras.

    As casinhas feitas com as pedras de São Thomé das Letras, MG, são encontradas em todas as esquinas da cidade. Os preços variam entre 50 centavos e 200 reais, dependendo da complexidade da ‘construção’. Vimos na versão castelo, pirâmide, vilarejo e discos voadores com ET dentro.

    Entrada de uma das lojinhas ao redor da praça principal, onde fica a igreja matriz.

    Casinhas e castelos vendidos na frente da igreja pelos moradores da região.

    Alguns destes artesanatos são mais elaborados, com cristais sobre pedras.

    A arte também está nas paredes das casas, pousadas e hotéis de São Tomé.

    Artesanato em um estilo mais alternativo. Eu já tive um parecido com este.

  • Camping em São Tomé das Letras

    Eu adorei esta cortina feita de sabugos de milho, na cozinha do camping.

    Foi um dos campings mais agradáveis que já ficamos. O Camping do Noel fica na estradinha que liga São Thomé das Letras a Sobradinho. É a região que eles chamam de Roça.

    A diária custa 15 reais por pessoa com opção de pacote que inclui café da manhã, almoço e jantar. No camping tem quiosques, água potável nas torneiras, chuveiro quente (e limpo), uma mini-cachoeira e muita área verde para acampar. Eles têm chalés para alugar também.

    Pretendemos voltar.

    O camping fica em uma área rural, um pouco afastada da cidade de São Thomé.

    Montamos a nossa barraquinha bem embaixo de um quiosque para proteger da chuva.

    Comida típica mineira, feita em fogão à lenha, ovos caipiras e leite tirados da vaca.

    Jardins muito bonitos, com flores diferentes, espalhadas pelo camping.

    O camping é uma excelente opção para quem quer descanso em São Thomé das Letras.

  • Vizinha de Cerca

    Foi a primeira vez que vimos a tartaruga do vizinho. Ela não ficou com medo da gente.

    Descobrimos hoje, aliás, a cachorrinha Lua descobriu, que temos uma vizinha ‘de cerca’ tartaruga. Quando ela viu a Lua (que não ficou latindo) até se aproximou. Ficou um tempão na cerca posando para as fotos. Tentamos dar almeirão para ela, mas ela não quis.

  • Cerrado em Rio Preto

    Delícias do Cerrado. Sorvetes que resgatam a riqueza do cerrado brasileiro.

    Compramos ontem no Groupon 12 picolés + 5 potinhos de sorvete de massa, de R$ 39,00 por R$ 19,50, na Delícias do Cerrado em São José do Rio Preto (a oferta já acabou).

    Vou é precisar do Google para escolher os sabores. O de gengibre eu não quero.

    Picolés: 51 sabores: araticum, bocaiuva, buriti, cagaita, caju, coco de guariroba, guavirá, jatobá, mangaba, muriá, mutamba, pequi, taperebá, abacate, abacaxi, abacaxi ao leite, abóbora com coco, açaí, amendoim, banana, café expresso, cajamanga, chocolate, coalhada, coco branco, coco queimado, cupuaçu, goiaba, graviola, groselha, gengibre, jabuticaba, jaca, kiwi, leite condensado, limão, mamão papaia, manga, maracujá, melancia, milho verde, morango, queijo, romeu e julieta, soja morango, soja chocolate, soja baunilha, tamarindo, umbu e uva.

    Potinhos: 36 sabores: abacate, abacaxi, abacaxi francês, açaí, ameixa, amendoim, araticum, baunilha branca, bocaiuva, buriti, cajamanga, chocolate, chocolate branco, coco branco, coco queimado, creme, cupuaçu, flocos, graviola, jabuticaba, kiwi, leite condensado, limão, mamão papaia, manga, mangaba, maracujá, milho verde, morango, murici, passas ao rum, pequi, prestigio, romeu e julieta e uva.

  • Arte em Madeira – Marchetaria

    Relógio em marchetaria feito no curso de marchetaria no Sesc Rio Preto.

    Terminamos sábado passado o curso de marchetaria no Sesc. Foram 3 módulos de 3 sábados cada, fizemos bandejas, caixas e relógios com o professor Paulo (mais detalhes no post anterior). Já compramos quase todos os apetrechos para tentarmos fazer em casa algumas destas peças. Vamos encher a chácara de marchetaria.

    Tampa de uma caixa sextavada feita no módulo anterior do curso.

    Experimentos em casa, com algum sucesso.

    Relógio do Franky. Todos os trabalhos acabaram ficando diferentes, no curso.

  • Curso de Marchetaria – Sesc Rio Preto

    Superfície da bandeja com quadrados em madeira, no estilo xadrez. Uma ótima decoração.

    Terminamos no mês passado a primeira etapa do curso de marchetaria no Sesc Rio Preto. Foram 3 aulas aos sábados (de 3 horas cada). Aprendemos a fazer um trabalho em quadriculado sobre uma bandeja de madeira.

    O curso é totalmente gratuito, inclusive o material. O professor Paulo Roberto de Carlos Nogueira acompanha todo o processo e ensina, nos mínimos detalhes, técnicas desta arte em madeira para iniciantes.

    Cada um fez sua bandeja. As nossas ficaram bem parecidas, com desenhos quase idênticos.

    Esta aqui ficou na cozinha da chácara, com os kits caipirinha em cima.

    O mais importante é ter o material certo. As lâminas de madeira são especiais e só encontradas (em boa qualidade) em São Paulo. O corte é fundamental, feito com estiletes afiados sobre mesas de vidro e réguas de alumínio. Usamos esquadros, fitas adesivas e outros materiais específicos também.

    Eu nunca tinha visto cola adesiva especial para madeira. A cola que usamos é muito interessante. Após a aplicação sobre 2 superfícies de madeira, deixa-se secar por alguns minutos (separadamente) e depois gruda-se as partes. Uma vez coladas, elas não desgrudam mais.

    Neste mês iniciamos o curso de marchetaria em caixa sextavada. Já começou a ficar um pouco mais complexo, com cortes em ângulos formando desenhos mais elaborados, com losangos.

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Comentários

  • João Pedro Benacchio: Pessoal não fui eu quem escreveu esse...
  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...