News Stories

  • A melhor cerveja de Orlando

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    Amostra de 7 tipos de cerveja no BJ´s, em Orlando

    Estava na nossa lista dar uma última passada no restaurante BJ´s, aqui em Orlando e conferir a melhor cerveja da cidade. Americano, no geral, adora cerveja leve e sem gosto, as famosas Bud Light (parecem as cervejas mais baratas do Brasil, que tem gosto de água, como a Cintra, por exemplo, que faz sucesso em churrasco de pobre, ahah).

    Em Orlando tem essa cervejaria, que também é restaurante (dos bons), chamada BJ´s. Fica perto do Millenia Mall, um dos maiores shoppings daqui. Eles fabricam a própria cerveja que vendem.

    O melhor é pedir a seleção de amostras de cervejas que eles têm. São 7 tulipas pequenas de chopp com coloração diferente, indo da mais clara até a mais escura. Eu, particularmente prefiro a segunda, da clara para a escura, o estilo Hefe Weizen (origem alemã). Ela é um pouco mais escura que a cerveja comum, meio opaca, é a melhor.

    As mais escuras têm um gosto bem forte, meio amargo, lembra um pouco gosto de café. Estas são fortes demais para o meu gosto, mas tem gente que prefere. São as do tipo bock que a gente conhece no Brasil, mas bem mais encorpadas.

    Vale a pena conferir. O restaurante parece chique, mas não é tão caro. Compensa. Esta amostra de cervejas diferentes custa 10 dólares. Na verdade elas são para você escolher o vai beber depois, em copos maiores, mas no meu caso já são suficientes para a noite toda.

    Já que você está lá compensa experimentar a comida deles também, que é ótima. Eles servem uma pizza pequena e fininha maravilhosa. O eggroll com abacate é muito bom também. Soa meio estranho, mas é mais ou menos como um rolinho à primavera com abacate no estilo guacamole e outros ingredientes com tempero mexicano. Bom demais.

    Nós, ontem no BJ´s

    Nós, ontem no BJ´s

    Fomos ontem à noite lá com nossos amigos Nori e Masayo, meus ex-patrões de um restaurante japonês que eu trabalhei aqui em Orlando por 2 anos chamado Sushiology.

    Aos poucos vamos nos despedindo das coisas boas daqui de Orlando e abrindo espaço para as coisas novas que estão por vir no Havaí.

  • Celular Descartável nos Estados Unidos

    Esse é o nosso celular "descartável". Últimos dias de vida dele..

    Esse é o nosso celular "descartável". Últimos dias de vida dele..

    Esta dica é para quem vem passear nos Estados Unidos por 1 ou 2 meses e não quer ficar sem celular.

    A Net10 (não é propaganda, é dica mesmo) tem celulares pré-pagos que você compra no Walmart, Walgreens ou várias outras lojas do tipo. O mais barato (que é o que a gente usa aqui) custa 30 dólares e vem com 300 minutos grátis para serem usados em até 60 dias. Resumindo: você compra o celular no supermercado, ativa pelo telefone ou pela internet (preferimos) e então está pronto para ser usado por 2 meses.

    Como a gente não vive pendurado no telefone, preferimos a internet para tudo, Skype, emails e chats, esta opção foi sempre a mais sensata. Nunca pagamos mais de 15 dólares por mês em telefone, que é super barato comparado com os planos de celulares comuns que requerem 1 ano de contrato.

    Fora este modelo simples (mas que funciona, tem até joguinhos, desperador, todo o básico necessário), além de ser leve e bonitinho, eles têm modelos mais caros e mais chiques também.

    Caso você queira manter o mesmo número após os seus minutos ou os 60 dias terminarem, dá para comprar uma cartelinha pelo mesmo preço, $30, 300 minutos, válido para 2 meses. É o que fizemos durante o ano todo. Usávamos o número do telefone para os clientes e amigos, funcionou tudo certinho.

    Desde que eu cheguei aqui nos Estados Unidos, faz 5 anos, venho usando este mesmo sistema. Dá para juntar uma grana economizando com este celular. Mas, claro, é para quem “não gosta” de celular. Se usar sempre, é muito mais conveniente os planos comuns, de outras empresas.

    Tem várias outras companhias que oferecem o mesmo serviço, como a mais famosa, a TracFone. Mas não compensam, são mais caros os minutos, eu usei no início, depois troquei para o Net10.

    Pela Net10 você paga 10 centavos (americanos) por minuto, 5 centavos para cada mensagem de texto e faz até ligações internacionais (liguei para o Brasil várias vezes já) por 15 centavos por minuto.

    Os minutos que você não usar durante os 2 meses é acumulado para o próximo mês, com a inserção do novo cartão.

    A assistência técnica para dúvidas e problemas é feito pelo telefone (ou internet mesmo), eles têm um 0800 atendido por indianos ou chineses em inglês (mão-de-obra mais barata, muito comum nos serviços de telemarketing aqui dos States). É meio difícil entender o sotaque deles de início, mas dá para sobreviver. Acho que eles estão acostumados a repetir as coisas.

    Já compramos o nosso próximo telefone para janeiro, vamos ativar no Havaí. O serviço da Net10 cobre os Estados Unidos inteiro, incluindo o Havaí. Estava em promoção no Walgreens, por 25 dólares. E promoção é com a gente mesmo!

    Sei lá, acho uma dica importante para quem não quer gastar muito aqui nos Estados Unidos. Aqui ninguém usa este sistema porque a maioria não usa a internet como a primeira ferramenta de comunicação e não saem do telefone. Aliás, não conheço ninguém que usa este sistema, por isso resolvi postar sobre este assunto. Funciona sim, é muito prático e continuaremos usando enquanto estivermos nos Estados Unidos.

    Dia chuvoso e querendo esfriar aqui em Orlando. Bom pra ficar em casa assistindo filmes e assaltando a geladeira.

  • Hospedagens em Honolulu

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    Waikiki (Oahu, Hawaii), as praias mais famosas do mundo!

    Para quem quer passear em Honolulu, a capital do Hawaii, é bem fácil encontrar hotéis com bons preços. Fora de temporada é possível encontrar por uns 50 dólares um hotel simples. É claro que tem os caríssimos, por até mil dólares a noite. Tem para todos os bolsos.

    Dá para encontrar tudo pela internet, em Oahu (ilha onde fica Honolulu e o bairro famoso chamado Waikiki). Os meus sites preferidos para reservar diárias de hotéis são o Expedia (onde reservamos as nossas 2 primeiras noites em hotel no Hawaii) e o Orbitz. Eles sempre têm umas promoções boas, mas tem que ter paciência, pois os preços normais geralmente não são os mais baratos da internet. Estes sites são os mais seguros para se comprar online.

    No nosso caso, após as 2 reservas em hotel (era necessário, depois da longa viagem é essencial ter um lugar decente e sem preocupação para descansar) a gente tem que procurar um lugar para ficar pelo menos 1 mês.

    A idéia é ficarmos 1 mês em Honolulu (ilha Oahu), que não é uma estratégia muito inteligente, pois estaremos no mês mais “concorrido” do Havaí. Mas é onde vamos começar, onde vamos chegar primeiro e onde eu tenho que correr atrás da minha papelada de renovação do Green Card (para isso eu preciso de um endereço fixo, estava pensando em dar o do hotel mesmo e alugar uma caixa postal).

    Depois de 1 mês em Honolulu a gente tá planejando estar “aberto” para as outras ilhas. Após feitas as “obrigações burocráticas” estamos livres para qualquer direção. Além da ilha Oahu, pretendemos conhecer Maui, Big Island e Kauai. As menores não temos tanta certeza ainda.

    Entre as ilhas é necessário pegar um vôo que custa em média 50 dólares (ida). É possível pegar um barco que circula entre as ilhas também (mesmo preço), mas o principal chamado TheBoat que ligava Oahu às outras ilhas fechou no começo deste ano por motivo de proteção às baleias.

    Estamos pensando em gastar no máximo mil dólares por mês em hospedagens. No primeiro mês talvez um pouco mais, pela época de temporada. Os hostels (albergues) parecem à princípio uma boa opção, mas para casal não compensa. Acaba saindo pelo menos 50 dólares para dividir o lugar com mais gente (pagamos 60 dólares na diária do hotel em Waikiki).

    Encontramos nos classificados locais lugares que eles alugam quarto e é aí que vamos tentar negociar. A maioria com bons preços são para estudantes (sem exceção). Outros querem contrato de pelo menos 6 meses. A gente vai tentar algum que alugue por apenas 1 mês (ou semana). O difícil é que tem que ser pelos anúncios recentes, isso significa, não dá para adiantar as coisas, temos que esperar estarmos lá e decidir.

    Outra idéia que a gente tinha também era acampar no Havaí. Por enquanto a gente até desistiu de levar a nossa barraca (até vendemos já). Como pretendemos circular de ônibus público por lá não dá para carregar barraca pra lugar nenhum. É uma mala pequena cada e só. Mal dá para levarmos as nossas roupas básicas.

    Mas não desistimos da idéia de acamparmos pelas terras havaianas. Assim que tivermos um lugarzinho arranjado vamos correndo comprar uma. Nem que tivermos que jogar fora depois (nos Estados Unidos barraca é barata, sai mais barato que 1 diária em hotel simples).

    Tem vários lugares interessantíssimos para acampar, mas não é tão simples como parece. É necessário fazer a reserva com antecedênciade pelo menos 1 mês (pegar o permit). Os campings ficam em parques estaduais, então é bem restrito, a maioria não abre a semana toda, apenas 5 dias por semana. E também eles não permitem acampar mais de uma vez a cada 1 mês ou coisa do tipo. Cada um é diferente do outro, mas tem todos estes termos complicados. Acho que é para evitar sem-tetos como a gente e manter tudo limpo e decente.

    Encontramos também na internet alguns (poucos) campings privados. Mas os preços são mais caros que hotéis e alguns nem chuveiro quente tem. Sem contar que são longe pra danar, não tem ônibus que chegam lá.

    Em Honolulu é engraçado, vimos vários anúncios de casas para alugar de gente vegetariana. Eles colocam bem claro no anúncio que não é permitido trazer qualquer tipo de carne para casa. Vimos até outro dia um anúncio de um povo natureba dizendo que andam pelados na casa.

    Bom, depois de explorarmos as ilhas havaianas vamos finalmente escolher um lugar no Havaí para ficar de vez. Alugar um apartamento, comprar os móveis básicos, enfiar-se nas contas. Claro que antes vamos dar uma passeada no Brasil antes de qualquer contrato difinitivo. Temos a impressão de que vamos ficar por muito tempo no Havaí até aposentarmos e ficarmos velhos. Mas com muitas viagens intercaladas para todos os lugares ainda, com certeza..

    Enquanto estamos aqui nos últimos dias de conforto em Orlando, podemos apenas planejar e planejar. Até cortei meu cabelo já, ritual de qualquer viagem longa ou mudança ou os 2, como é o caso. Foram bem uns 2 palmos de cabelo. É mais prático, só eu entendo como é. Ainda mais com praia.

  • Morar no Havaí

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    As tão famosas águas havaianas

    O Havaí é longe de tudo. Fica no lugar mais afastado de qualquer outro continente.

    Morar no Havaí é uma escolha difícil. Muita gente pensa em visitar o Havaí para ver como é e depois voltar uma outra vez para morar. Mas ou a pessoa acaba ficando de vez por lá ou nunca mais volta.

    Além de toda a burocracia de visto, que funciona da mesma forma para todos os estados americanos, tem toda a adaptação também.

    Outro dia estávamos conversando com 2 nativas do Havaí, elas vieram em casa para comprar umas coisas que estávamos vendendo nos classificados (justamente para a nossa mudança). Uma delas é de Oahu e a outra da Big Island. Estão aqui em Orlando para passar uma temporada e disseram que não vêem a hora de voltarem para o Havaí.  Elas disseram também que conhecem alguns brasileiros lá, aliás, vários, nos deram até um telefone de contato de um deles, casado com alguém da família delas.

    Os brasileiros geralmente se reúnem, não importam em que país ou continente que estão vivendo. A maioria dos brasileiros que decidem morar no Havaí é por causa do surf.

    Eu estava lendo na internet que tem umas “gangs do surf ” que vivem brigando em Honolulu. Muito brasileiro envolvido também. Isso me faz lembrar do filme “Caçadores de Emoção”, lembram?

    Do mais, tem muito asiático por lá. A maioria. Japoneses, chineses e coreanos. Os websites havaianos tem geralmente a opção inglês e japonês. Vai ser ótimo para eu praticar o meu japonês, já que está abandonado faz tanto tempo. Nunca cheguei a aprender os tais kanjis, só sei o básico e olha lá.  Estava até pensando que seria o caso de fazermos um curso de japonês no Havaí, não seria uma má idéia..

    A comida também tem uma grande influência asiática. Ainda bem que o Franky está bem acostumado com comidas orientais (devido à convivência). Ele até come com hashi melhor que eu (não tenho paciência, nada melhor que garfo, não é mesmo?)

    Eles têm muitos peixes e frutos do mar nos mercados. Vendem sushis e sashimis frescos, preparados ali mesmo, e me parece ser um preço bem acessível. Isso tudo vamos conferir, é diferente o que se vê na internet e ao vivo. Por isso mesmo a razão de que nada substitui uma boa viagem.

    Aí está a nossa chance de “fugir” dos fast foods daqui, que estão em toda parte, e se bobear, entre as suas refeições quase que diariamente. Mesmo sabendo que são péssimos para a saúde (mas ótimos para o bolso) eles são rápidos, atraentes e deliciosos. Sem contar na variedade de guloseimas dos supermercados daqui, tudo em promoção, baratinho, compra 1 e ganha outro, só falta eles mastigarem pra você.

    O Havaí é um mistério. Estaremos abertos às aventuras e descobertas pelas ilhas que ouvimos falar desde criança. As coisas se tornam reais quando saem dos livros e é possível tocá-las.

  • Orlando, Disney, Universal..

    orlando florida usa

    Vista de Orlando à noite, em downtown

    Estamos no último mês aqui em Orlando. Dezembro é um mês estranho. Faz frio e faz calor. Nunca neva que nem no norte dos Estados Unidos. O frio daqui é de no máximo 2 graus Celsius negativos.

    Hoje mesmo está fazendo 30 graus Celsius, um calorzão danado. Bom para ir para piscina ou praia. Pena que já vendemos o nosso carrinho..

    Estávamos pensando em fazer uma lista das coisas para se fazer por aqui antes da gente se mudar de vez. Mas se for ver, já fizemos de tudo o que tínhamos em mente. Já visitamos todos os parques, lojas, shoppings, praias ao redor (ficou faltando Key West, mas a gente volta um dia só para isso, no sul da Flórida). Fomos para Miami, acampamos nos parques ao redor de Orlando, trabalhamos com restaurantes, delivery de pizzas e websites.

    O Natal e Ano Novo estão chegando. No Brasil eu nunca passei estes feriados sem viajar, desta vez parece que estamos destinados a passar aqui em Orlando mesmo, em casa. O Natal e Ano Novo aqui não tem o mesmo “pique” que no Brasil.

    Eu sempre gostei de passar a virada do ano na praia quando eu morava no Brasil. Geralmente litoral paulista, que era mais perto de São José do Rio Preto, mas mesmo assim dava umas 8 horas de viagem mais o congestionamento. Em Porto Alegre (morei 2 anos) tinha praia perto também. Santa Catarina não é tão longe então a gente ia era direto para lá.

    Não dá para viajar agora, temos que economizar para janeiro. Esta época do ano todos os pacotes dobram de preço, não compensa muito. O duro é esperar. Estamos neste jogo faz tanto tempo..

    Enquanto o tão esperado 2010 não chega a gente vai “brigando” com o layout deste blog. Tínhamos o Blogger antes, mas após o arranca-rabo que tivemos com o blog antigo, resolvemos pegar um programa decente para blogs e um domínio próprio também.

    E Orlando vai ficando para trás. Mesmo estando por aqui ainda Orlando é uma fotografia antiga, pertencente já ao passado.

  • Vida de Turista

    lei hawaii

    Viajar é maravilhoso, conhecer novos lugares, pessoas, comidas, culturas e uma imensidão de coisas boas. A única coisa que é um pouco-bastante estressante é o planejamento da viagem.

    Esta vida de “turista” não é fácil. A gente está se preparando para a tal viagem para o Hawaii faz uns 4 meses. Não é só preparar para uma viagem de ida e volta, o que levar na bagagem e tal, é preparar para mudar, de mala e cuia, para o Hawaii depois de ter morado 5 anos em Orlando, comprado TV, móveis, carro, computadores, roupas e mais roupas, bichos de estimação, decoração para a casa e várias outras coisas que precisávamos e não precisávamos.

    Sem contar com a rotina de trabalho. Mesmo a gente trabalhando com internet não é fácil chegar nos clientes que conhecemos aqui em Orlando e dizer: “Então, a partir de agora só por email. A gente não volta mais, estaremos no Havaí a partir do ano que vem.. mas não se preocupem, não vamos sumir..”

    O Hawaii é um dos estados americanos mais caros para se morar. Estamos cientes disso. Vamos deixar o nosso conforto daqui, com tudo organizado para irmos morar talvez com mais pessoas, dividir apartamento com gente desconhecida e tudo mais.

    Orlando é uma das cidades mais baratas de se viver aqui nos Estados Unidos. O Havaí (eu alterno Hawaii com Havaí não sei porque) é caro como Nova Iorque..

    Junto com toda esta turbulência, vem o fato de que eu tenho que renovar o meu Green Card, que significa burocracia pura, mandar a papelada a imigração e esperar chegar pelo correio o tão esperado “cartão verde” (que não é verde coisa nenhuma) válido por 10 anos.

    Ah, e para ajudar o meu passaporte brasileiro está para vencer. Agora eles mudaram um pouco “as regras”, tem que tirar as impressões digitais para ser válido por 5 anos. Senão vence em 2 anos. Significa que teremos que ir para Los Angeles tirar umas feriazinhas básicas do Havaí e correr atrás das impressões digitais, pagar 80 dólares para renovação do passaporte e esperar pelo correio.

    E por falar em correio teremos que ter um endereço para receber as tais correspondências. Vamos pegar um PO Box (caixa postal) porque não sabemos onde vamos morar ainda, detalhe. Com esta caixa postal tentaremos receber também o depósito que fizemos do apartamento que moramos agora. Aqui funciona assim, você pagar um depósito (ou caução) no início do contrato do aluguel. Quando você devolve as chaves eles conferem se está tudo em ordem e devolve o dinheiro pelo correio depois de 1 mês que você se mudou. o problema é que não vamos ter o tal número da caixa postal ainda (porque eles só fornecem pessoalmente), então estamos planejando pedir para eles mandarem para o endereço que a gente mora agora, aqui em Orlando mesmo e contratar um serviço de redirecionamento de correspondências para a caixa postal no Havaí.

    Reservamos 2 noites em um hotel em Waikiki, em Honolulu. Nestes 2 dias a gente tem que correr atrás da tal Caixa Postal, comprar um celular (pré-pago), conseguir lugar para morar (já estamos agilizando alguns pela internet) e ainda passear pelas famosas praias de Waikiki.

    Faltam 27 dias para a nossa viagem. Temos várias coisas aqui no apartamento ainda que não conseguimos vender ainda (pequenas, mas da dó jogar fora). O nosso gerbil (espécie de esquilo) ainda não encontrou um novo dono. Temos que cuidar das contas para que sejam finalizadas corretamente. As comidas estão contadas para 1 mês, shampoo, papel higiênico, tudo.

    Quando se mora na mesma cidade (mesmo estado ou país, pelo menos) que seus pais fica tudo mais fácil. Deixa toda a “tranqueirada” lá e boa. Aqui vai tudo para o lixo.

    Nos últimos dias estamos planejando vender a nossa cama (king size, vai fazer falta), as luminárias (os apartamentos em geral não tem lâmpadas no teto, pode?), mesa do computador e cadeiras. Quase todas as nossas roupas vão para o lixo, sapatos, pratos, panelas, cobertores, lençóis, toalhas, etc. É uma mala pequena cada que vamos levar, mais nada. Não dá para se locomover no Havaí com mais do que isso.

    Todo mundo tentando se ajeitar na vida, se acomodar e a gente tentando estragar tudo, jogar fora, se desfazer. Mas esse é o princípio da aventura. Tudo pela tão esperada viagem para o Havaí.

    É claro que se a gente fosse rico alugava logo um resort no Hawaii, não teríamos preocupação nenhuma e tudo seria mil maravilhas. No nosso caso cada camiseta jogada fora é uma perda lastimável.

    Viajar não é só turismo. É planejamento, responsabilidade e muita cautela.

    Mas não faríamos tudo isso se não fosse compensador. Quando estivermos no Hawaii dançando o Hula-Hula tudo será festa!

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Comentários

  • João Pedro Benacchio: Pessoal não fui eu quem escreveu esse...
  • Gustavo Woltmann: Lindas imagens da cidade. Fui para Balneário...
  • denise: anonimo já diz covarde , ignorante e preconceituoso, vc...
  • Ken: Caracas…. quanto japa!! Fora vcs dois, o resto era tudo...