
Av. Alberto Andaló, a principal avenida de São José do Rio Preto. (Foto do Flickr - Júnior Faria)
Para celebrarmos o reencontro com a minha amiga de ‘infância e sempre’ Heloísa, fomos experimentar um bar-restaurante chamado ‘Petiscaria – Rodízio de Petiscos’ na principal avenida de São José do Rio Preto, a Av. Alberto Andaló.
Vários motivos colaboraram para a escolha deste local como o fato de que ninguém de nós conhecíamos este bar, era muito barato R$9,90 por pessoa (de segunda a quinta), petiscos à vontade e seria a última ‘explosão calórica’ antes do meu regime nada rigoroso que começou hoje. A dica foi de uma revista local chamada ‘Perfil – Gastronomia & Hotelaria’ que pegamos no Bar Bohemia.

A 'Petiscaria' fica na Andaló, próximo à Prefeitura Municipal. R$9,90 por pessoa.
Este rodízio é muito bom. A gente não esperava nada por causa do preço. Espetos de carne, frango, linguiça, coração de frango, cupim casqueirado com mandioca cozinda, frituras diversas como batata fritas, polenta, frango e salgadinhos e uma porção de frios. Até ovo de codorna e sushi tem no tal do rodízio.
Para dizer a verdade eu estava com saudades até desta avenida que eu tanto falava mal quando eu morava em São José do Rio Preto. De tanto me aventurar em cidades enormes, Rio Preto se tornou uma espécie de imenso e confortável quintal. É tudo perto, fácil e familiar.
A minha irmã está voltando para São Paulo amanhã, onde ela apresentará finalmente a tese do doutorado (área de biologia) e depois retornará a Seropédica, uma cidade bem do interior do estado do Rio de Janeiro, onde ela dá aulas na faculdade.
Desde que chegamos ao Brasil eu devo ter engordado mais de 3 quilos. O Franky também deve estar nesta faixa de ‘prejuízo calórico’. O jeito vai ser dar uma maneirada na nossa ‘festa gastronômica’ em que estamos desde que chegamos. É a famosa história de ‘experimenta aqui, experimenta ali’.
A partir de amanhã estamos planejando colocar o ‘plano caipira’ em prática, ficando na chácara quase que direto. Meu pai, teimoso, já quase acabou de pintar as paredes da casa sozinho, evitando assim sujarmos as nossas cabeças de tinta branca.











Loooooo….vc está em Rio Preto e eu nem sabia???Morro de saudade de vc!!!! Entra em contato comigo, manda e-mail e eu te passo telefone, etc….também quero muito te ver! E vê se guarda um espacinho nas “calorias” porque ou marcamos de sair pra comer ou pra beber, né??? Um beijo, amor, saudade de vc!!!! Má
Vamos sim, Má!!! Não se preocupe que o regime nunca é sério e nunca dura, infelizmente. Vou te mandar uma mensagem pelo Orkut passando o meu MSN. Bjos!
Realmente a Andalo era o Judas da nossa adolescencia. Essa familiaridade e referencia depois que voltamos acaba sendo sua redencao. E os petiscos ai parece que estao cada vez melhores. Comi um bolinho de tutu de feijao com alho impressionante num desses botecos que nao lembro o nome.
Eu fiquei espantada com o número de bares legais em Rio Preto. É muita opção, o que acaba sendo ótimo porque não fica aquele lotação infernal em cada estabelecimento. Agora está bem espalhado. A Andaló não é mais a única avenida com bares.
Mas os ‘elementos indesejáveis’ ainda continuam por lá, André, mas isso é em todo lugar.
Meu fui criado na av alberto andalo essa avenida nem asfaltada tinha na avenida a rua independencia tinha uma pinguela para passar a avenida no cruzamento na rodovia w luiz erra um tunel de folha ñunca as águas das chuvas deu plobremas como agora o prefeito alberto andalo que tomava conta das coisas que ele fazia era uma delicia andar de lambreta com aquele poerão com gatas na garupa hoje da medo até de sair na avenida porque e perigoso a gente pode ser morto por bandido não tem nem hora precisamos até pensar a onde pode ficar não temos segurança nenhuma gostaria de vizitar esse petisco preciso ter colete a prova de bala moro aqui vizinho tenho muita vontade de sair com meus metos mas tenho muito medo quem sabe antes de eu morrer vai ter mais segurnaça para nos.
Oi comento que essa avenida hoje e o cartão postal da cidade mas infelismente tudo que ganhei trabalhando como um condenado perdi em assalto a mão armada fui vitima da profição hoje com setenta anos vivendo na mesma avenida sem força tem hora que finco pensando será que cidade pequena as pessoas tem mais regalia na vida porque aqui fico totalmente perturbado com tanto coisa que vejo no diario espero que ainda vivo vou mudar e tirar esse tralma que tenho dos asaltos a mão armada essa seguela não sai da minha cabeça porque deus me deu com a sorte e esforço e vagabundos tira de mão beijada e nada acontese com eles naõ consigo ser mais aquele homem com tanta garra e tenho muita vontade eu e minha familia ser mais não sei como ser mais mais o que.
É realmente uma tristeza sobre o que aconteceu contigo, Aguinel. Infelizmente a violência está aumentando no mundo inteiro e Rio Preto não fica para trás. Imagine ainda para quem viu a Av. Andaló sem asfalto como o senhor.
O jeito é termos muito cuidado, todos os dias, mas não deixarmos de viver a nossa vida também. Não é justo a gente ficar trancado dentro de casa e os ladrões soltos nas ruas.